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Mostrando postagens com marcador Glauber Rocha. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Filme; A Terceira Morte de Joaquim Bolívar - 2000

Título: A Terceira Morte de Joaquim Bolívar
Lançamento: 2000
Gênero: Drama
País: Brasil
Direção: Flávio Cândido
Roteiro: Flávio Cândido
Elenco: Othon Bastos, Sérgio Siviero, Jonas Bloch, Jorge Cherques, Maria Lúcia Dahl, Rafael Eduardo, Grainger Hines, Concy Maduro, Antonio Pitanga, Felipe Wagner, Gabriela Bazin, Camilo Beviláqua, Márcio Candido, Ana Gabriela Castro, Bruno Bebianno, Sérgio Santeiro, Natáli Luz...

DVD - P&B


INFO:
O filme se passa numa cidade fictícia (Burruchaga) do interior do Rio de Janeiro e percorre três épocas diferentes: 1964, 1979 e dias de hoje. Todo o ambiente, incluindo figurino e trilha sonora, envelhece, menos os personagens. A história é sobre um barbeiro comunista (Bolívar) e um "coronel" (Gaudêncio) que manda no lugar. Este trama um golpe imobiliário com a construção de uma usina hidrelétrica, mas o plano é descoberto por Bolívar. Matriz: VHS. A/V: EXcelente.


Sérgio Siviero e Othon Bastos







Othon Bastos

Sérgio Siviero


Othon Bastos

Antônio Pitanga de Brasília azul


[Livro] Cinema Marginal (1968/1973) - Fernão Ramos

Título: Cinema Marginal (1968/1973); A Representação em seu Limite
Autor: Fernão Ramos
Editora: Brasiliense
Edição: Primeira / 1987
Páginas: 156
















INFO:
Cinema Marginal

- O Cinema e sua necessidade de exibição
- O Cinema Novo: ênfase na produção em detrimento da circulação e exibição
- Cinema de Autor. Percepção do objeto artístico enquanto unicamente produção do artista.
- Uma estética da fome

Glauber Rocha: Revisão Crítica do Cinema Brasileiro. Civilização Brasileira, 1963
Glauber Rocha: Uma Estética da Fome. Revista Civilização Brasileira, 1965

- Uma estética da fome: "(...) por esta definição o cinema se marginaliza da industria porque o compromisso do cinema industrial é com a mentira e a exploração" Glauber Rocha: Uma Estética da Fome.


Joaquim Pedro de Andrade: Crítica e Auto-Crític: O Padre e a Moça. Entrevista à Revista Civilização Brasileira
Jean-Claude Bernardet: Brasil em Tempo de Cinema. Civilização Brasileira, 1966

- Dahl (pg. 25) dimensão política, necessidade economica e de realização pessoal; problema de relação com o público

- Cinema Novíssimo (1966/1967)
- Glauber (pg 27)
- Cinema Novo x Novos Cineastas

- Sganzerla (pg 28)
- Golpe, Tortura Militar e Exílio
- Cinema Novo e o Erotismo; Cinema Marginal e a sexualidade sem culpa
- Grupo paulista e a Boca do Lixo
- BELAIR:  A produtora de Sganzerla e Bressane nos anos 70

- Temas (pg40)
- Manifesto do Cinema Cafajeste
Sganzerla pg 41 e 42

- Carlos Reichenbach e uma fotografia "porca"

- Bandido da Luz Vermelha pg 43
Scan pg 50

- Jairo Ferreira: Udigrudi: Os Marginais do Cinema Brasileiro
- Geraldo Veloso pg. 56
- pg 64
- Pioneiros da Pornochanchada
- pg 68

Filmografia Indicativa do Cinema Marginal


1964 - À Meia-Noite Levarei Sua Alma - José Mojica, Ozualdo Candeias [Cinematográfica Apolo]
1966 - Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver - José Mojica Marins

1967 – Blablablá – Abdrea Tonacci1967 - A Margem - Ozualdo Candeias
1968 - O Bandido da Luz Vermelha - de Rogério Sganzerla
1968 - Hitler no III Mundo / Terceiro - José Agripino de Paula, Jô Soares
1968 – Trilogia de Terror: "O Acordo" de Ozualdo Candeias, "Pesadelo Macabro" de José Mojica e "Procissão dos Mortos" de L.s. Person, Osvaldo de Oliveira, Lima Duarte [SP/Antonio Galante/ Cinematográfica Galasay]
1968 - Viagem ao Fim do Mundo - Fernando Cony Campos, Caetano Veloso (Memórias Póstumas de Brás Cubas) [RJ/Fernando Campos Prod. Cinem.]
1969 – O Anjo Nasceu – Julio Bressane, Hugo Carvana
1969 - Câncer - Glauber Rocha, Odete Lara, Hugo Carvana
1969 - O Ritual de Sádicos (O Despertar da Besta) - José Mojica Marins
1969 - Matou A Familia E Foi Ao Cinema – de Julio Bressane
1969 – Meteorango Kid, Herói Intergaláctico - André Luis Oliveira [Bahia /ALO Prod. Cinem.]
1969 – A Mulher de Todos – Jô Soares, Stênio Garcia, Helena Ignez [SP/Sganzerla Prod. Cinem./Servicine]
1970 - Bang Bang – de Andréa Tonacci
1970 - Barão Olavo, O Horrível - Julio Bressane, Helena Ignez
1970 - Caveira My Friend - Baby Consuelo (Novos Baianos) 
1970 - Copacabana Mon Amour - Rogério Sganzerla, Helena Ignez
1970 - A Família do Barulho - Julio Bressane
1970 – Jardim de Guerra – Paulo Villaça e Hugo Carvana
1970 - Os Monstros de Babaloo - Wilza Carla, Zezé Macedo, Helena Ignez, Betty Farias [RJ /Elyseu Visconti Prod.Cinem.]
1970 - Nosferato no Brasil - Ivan Cardoso - 45 min.[RJ/Super 8]
1970 - O Pornógrafo - João Callegaro, Carlos Reichenbach, Osvaldo de Oliveira, Silvio Renoldi, Stênio Garcia [SP/ Servicine]
1971 - O Capitão Bandeira Contra o Dr Moura Brasil - Antônio Calmon, Hugo Carvana
1971 - Sem essa Aranha - Rogério Sganzerla e Ivan Cardoso, Helena Ignez [RJ/Belair Filmes]
1973 - Rei do Baralho - Julio Bressane e Ivan Cardoso, Grande Otelo, Wilson Grey [RJ/Julio Bressane Prod. Cinem.]
1976 - Assuntina das Amérikas - Luiz Rosenberg - Analu Prestes, Nelson Dantas
1977 - O Vampiro da Cinemateca - Jairo Ferreira, Carlos Reichenbach, José Mojica e Jards Macalé [SP/Super 8]


[LIVRO + DVD] Nossas Câmeras São Seus Olhos - 2007

Título: Nossas Câmeras São Seus Olhos
Autor: Fernando Barbosa Lima
Editora: Ediouro - 2007
Edição: Primeira
Páginas: 199
Estado: Novo
ILUSTRADO












 INFO:
Um verdadeiro passeio pelos bastidores da TV em preto e branco, os horrores da ditadura, a censura, e a precariedade dos equipamentos. A chegada da TV a cores, as novas tecnologias e o futuro. É a história das emissoras que não existem mais, e boas lembranças para quem assistiu seus melhores programas. O livro traz também curiosidades sobre as participações de figuras como impagável Sérgio Porto; Sargentelli, a 'voz do trovão'; Ibrahim Sued e seus atropelos na troca-troca das palavras; o charme de Luiz Jatobá, Glauber Rocha e tantos outros, no mundo da televisão.


Fernando Barbosa Lima


"A vida de Fernando em em largo trecho de vários decênios, ainda inconclusos, confunde-se com a história da televisão brasileira, no que ela tem de melhor, de mais inteligênte, de mais criativo, raspando na revolução do jornalismo, em avanços nunca igualados.

O texto enxuto, de frases curtas e impactantes como um soco no estômago é sua marca pessoal que passa para todos os seus programas, nas mais de cem séries que criou em meio século e quebrados de televisão.

O Autor é fascinado pelo veículo de comunicação que, "na história da humanidade", jamais teve quem o equiparasse. E que, no Brasi, é fonte de informação de mais de 170 milhôes de brasileiros, a única distração da vida emparedada pela pobreza."

Villas-Boas Corrêa - prefácio para o livro "Nossas Câmeras são Seus Olhos"





- Começou a ser narrador de pincéis aos 17 anos

- Aos 18 começou a escrever para o jornal "O Tempo" em São Paulo

- Montou a produtora de TV Square no Rio de Janeiro, e começou assim seu longo caminho plea TV.

- Aprendeu a trabalhar com câmeras na TV Rio, onde foi ao ar seu primeiro programa "Cruzeiro Musical"



Cruzeiro Musical:

O Programa estreiou na TV Rio em 1957, e posteruiormente foi exibido pela TV Record. Um programa Ao Vivo, que era na verdade uma viagem pelos estados brasileiros uma mostra de suas peculiaridades, belezas típicas e personalidades. Apresentação "César Madeira"


Preto no Branco:

TV Rio - 1957 - Sargentelli


Jornal de Vanguarda:

Fernando escrevia todo o jornal, dando a ele uma unidade, o que o tornava bem mais digestível e contínuo. As vertentes das notícias eram distribuídas aos redatores: **

Foi o mais criativo e inovador jornal da televisão brasileira até então.

Posteriormente por motivos de causa maior, aderiram ao padrão de 'telejornalismo americano", e em pouco tempo o jornal saiu do ar.


O Livro:

Nossas Cameras são seus Olhos

Editora Ediouro - 199 pag.


Um relato leve e direto, da passagem de Fernado pela televisão, uma vivência de mais de 50 anos e muitos programas.

Fernando conta várias histórias, fala sobre muitas personalidades que foram essenciais para a TV, mostra e discuti a importância da mesma para elevar o nível cultural do nosso povo, segundo ele este é o principal sentido da televisão e deste livro.


DVD:

Cenas:
Preto no Branco: Abertura e entrevista com Flávio Cavalcanti
TV Excelsior: Chamada
Jornal de Vanguarda: Abertura e trechos

[DVD] Filme: Terra em Transe - 1967

Título: Terra em Transe
Gênero: Drama
Lançamento: 1967
Duração: 106 min.
País: Brasil
Roteiro: Glauber Rocha
Diretor: Glauber Rocha
Elenco: Jardel Filho, Glauce Rocha, José Lewgoy, Paulo Autran, Paulo Gracindo, Francisco Milani, Hugo Carvana, Jofre Soares, Danuza Leão, Paulo César Peréio...

DVD - P&B









INFO:
Filme ícone do movimento Cinema Novo. Cheio de alusões e significâncias políticas que remetem ao golpe de estado militar e conflitos políticos entre fascistas, liberais e comunistas. O tempo neste filme também não corre seu curso mais rigoroso e converncional. É um filme difícil, mas belíssimo. A estória se passa em Eldorado, país imaginário, que remete a América Latina em geral. Os personagens, representam conflitos políticos, um fascista religioso, outro a favor da luta armada de direita, um padre e do outro lado jornalistas comunistas ou afins. Os diálogos são muito bem trabalhados e com profundidade de significados. Enfim, um filme quase que obrigatório, clássico.
O milagre do Cinema Novo, o milagre dos novos cinemas latino-americanos, sugere Glauber em textos escritos pouco depois da estréia de Terra em transe, 1967, vem da estratégia imediata, “flmes baratos, explosivos, bárbaros, radicais, antinaturalistas e polêmicos, feitos com a câmera na mão, na rua, para pegar o verdadeiro rosto do povo”; vem do reconhecimento de que “um cinema de economia e técnica subdesenvolvidas não tem de ser culturalmente subdesenvolvido”.
Veja mais informações, bem como opinião do próprio Glauber sobre este filme no site TEMPOGLAUBER. Matriz: VHS Globo Video. A/V: Excelente.

[DVD] Filme: Deus e o Diabo na Terra do Sol - 1964

Titulo: Deus e o Diabo na Terra do Sol
Gênero: Drama Político
Pais: Brasil
Lançamento: 1964
Duração: 125 min
Direção: Glauber Rocha
Elenco: Geraldo Del Rey, Yoná Magalhães, Maurício do Valle, Othon Bastos

DVD - COR









INFO:
Que milagre é esse de uma obra bárbara que funde política e poesia?
pergunta Lino Micicché no número 77 da revista Cinema sessanta, janeiro de 1970, entusiasmado com Deus e o diabo na terra do sol de Glauber Rocha:
“Obra ao mesmo tempo épica e didática, é um filme genial, um dos melhores dos anos 1960 (...) A violência bárbara das imagens, o estilo dos enquadramentos, a chave épica-popular da narração, a orquestração das seqüências, a assimetria orgânica do ritmo, dão à lucidez ideológica uma carga expressiva que faz deste filme uma das raras obras onde mensagem política e mensagem poética se reúnem numa correspondência absoluta (...) Rocha procura se libertar da natureza fundamentalmente esquizofrênica do neo-colonialismo e compreende que é preciso estabelecer uma relação direta com a realidade e não se negar enquanto indivíduo. O conhecimento da realidade é antes de tudo o conhecimento e a defnição de si mesmo.”

[DVD] História do Brasil - Glauber Rocha

Título: História do Brasil
Gênero: Documentário
Lançamento: 1974
Roteiro e Direção: Glauber Rocha

[DVD] Documentário: Jorjamado - 1977 (Brazilianas 18)

Título Original: Brasilianas 18 - Jorjamado No Cinema
Lançamento: 1977
País: Brasil
Duração: 37 min
Gênero: Documentário
Direção: Glauber Rocha
Fotografia: Walter Carvalho
Distribuição: Embrafilmes







INFO:
Documentário focado num dos autores mais estimados da cinematografia nacional: Jorge Amado. Levando a marca artistica de Glauber Rocha, curta-metragem pirado, nada convencional. Para amantes do cinema, de Glauber e de Jorjamado. Cult total do cinema brasileiro, com cenas reais que e cotidianas de Jorge e seus amigos.








































[DVD] Filme: Menino de Engenho - 1965

Título: Menino de Engenho
Gênero: Drama
Lançamento: 1965
País: Brasil
Duração: 110 min
Direção e roteiro: Walter Lima Jr.
Produção: Glauber RochaFigurino e Edição: Julio Bressane
Estrelando: Antonio Pitanga, Geraldo Del Rey, Sávio Rolim, Rodolfo Arena, Anecy Rocha, Margarida Cardoso, Lucélia Santos...


Adaptação da obra homônima de José Lins do Rego.







INFO:
Carlinhos presencia a chegada de um novo tempo, com mudanças que afetam a vida de todos e a própia história do Brasil, com a mudança econômica e social pela qual passa a produção canavieira, com a chegada de maquinas e modernas usinas de açucar. Carlinhos é um menino paraíbano e inocênte criado no interior sob a saia da mãe, até que esta morre, assassinada pelo pai do menino. O Pai é internado em um sanatório e o menino enviado ao engenho Santa Rosa aos cuidados dos avós e dos tios. No engenho Carlinhos descobre o mundo, as desigualdades sociais, a libertinagem, e até o amor. O menino vive no engenho uma vida tão desregrada, não aceitando a autoridade dos tios, que chega a contrair gonorréia e quase segue o bando de Antônio Silvino pelo cangaço. Como forma de frear sua rebeldia, o menino é enviado a um colégio.
Filme raro, extraído de VHS original da Globo Vídeo.


"Outrora aqui os engenhos
recortavam a campina

Veio o tempo e os engoliu
E ao tempo engoliu a usina

Um ou outro inda há quem diga
que o tempo vence no fim
Um dia ele engole a usina
Cmo engole a ti a mim.

Pois foi essa mesma fera
que engole a moça e a criança
que fez o baerão regente
e a baroneza. lembrança."

Carlos Pena Filho


[DVD] Lista: Cinema Novo

Cinema Novo


Este post tem como objetivo a divugação dos materiais de minha coleção pessoal de DVDs, disponíveis para intercâmbio.

"Mais detalhes: título/link em destaque
Procurar utilize CTRL+F"


INFO:
"Uma idéia na cabeça e uma câmera na mão!"
Uma renovação, temática e artística, promovida por um grupo de jovens diretores que começaram no principio dos anos 60 a dar uma nova cara à cinematografia Brasileira., fazendo um Cinema diferente do das chanchadas da Vera Cruz e da Atlântida. Encabeçado e fundado por Nelson Pereira do Santos e Leon Hirszman, destaca-se como diretor mais popular a sair deste meio, o tão "Cult" Glauber Rocha, muito admirado pela juventude atualmente.
Esta fase do cinema está bem representada no filme Rio, 40 graus (1955), de Nelson Pereira dos Santos, ainda em preto e branco, inspirado pelo Neo-realismo italiano, que Alex Viany vinha divulgando.
Na segunda fase do Cinema Novo, dentre outros se destaca o filme do diretor Alnaldo Jabour, um grandes sucessos de bilheteria do cinema brasileiro este mesmo, que alem de cineasta, escritor, atualmente é cronista e comentarista, com opiniões fortes e nem sempre "simpático", do Jornal da Rede Globo.


Arnaldo Jabour:

Carnaval (curta-metragem) - 1990
Eu Sei que Vou Te Amar - 1984
Eu Te Amo - 1981
Tudo Bem - 1978
O Casamento - 1975
Toda Nudez Será Castigada - 1973
Pindorama - 1970
A Opinião Pública - 1967
O Circo (curta-metragem) - 1965


Carlos Diegues (Cacá):

Ganga Zumba - 1964
Grande Cidade - 1965
Os Herdeiros - 1969
Pobre Príncipe Encantado - 1969

Quando o Carnaval Chegar - 1972
Joanna Francesa - 1973
Xica da Silva - 1976
Chuvas de Verão - 1978
Bye Bye Brasil - 1979
Quilombo - 1984
Um Trem Para as Estrelas - 1987
Dias Melhores Virão - 1989
Veja Esta Canção - 1994
Tieta do Agreste - 1996
Orfeu - 1999


Glauber Rocha:
Barravento - 1962
Deus e o Diabo na Terra do Sol - 1963
Menino de Engenho - 1965
Terra em Transe - 1967
O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro - 1968
Cabeças Cortadas - 1970
O Leão de Sete Cabeças - 1971
Câncer - 1972
História do Brasil - 1974
Claro - 1975
Jorjamado no Cinema - 1977
A Idade da Terra - 1980


Joaquim Pedro de Andrade:
Garrincha, Alegria do Povo - 1963
O Padre e a Moça- 1965
Macunaíma - 1969
Os Inconfidentes - 1972
Guerra Conjugal - 1975
Contos Eróticos (Epidódio Vereda Tropical) - 1977
O Homem do Pau-Brasil - 1981


Leon Hirszman:Bahia de Todos os Santos
Eles não usam black-tie - 1981
Que país é este? - 1977
Rio, carnaval da vida - 1977
Partido alto - 1976-82
Megalópolis - 1972
São Bernardo - 1972
A Vingança dos 12 - 1970
Garota de Ipanema - 1967
A Falecida - 1965


Nelson Pereira dos Santos:
Brasília 18% - 2006
Raízes do Brasil (documentário) - 2004
Meu Cumpadre Zé Keti (curta-metragem) - 2001
Casa Grande & Senzala (TV) - 2000
Guerra e Liberdade - Castro Alves em São Paulo - 1998
Cinema de Lágrimas - 1995

A Terceira Margem do Rio - 1994
Jubiabá - 1987

Memórias do Cárcere - 1984
Na Estrada da Vida Com Milionário & José Rico - 1980
Tenda dos Milagres - 1977
O Amuleto de Ogum - 1974
Como Era Gostoso o Meu Francês - 1971
Um Azyllo Muito Louco - 1970
Fome de Amor - 1968

El Justicero - 1967

Vidas Secas - 1963

Boca de Ouro - 1962
Mandacaru Vermelho - 1961
Rio, Zona Norte - 1957
Rio, 40 Graus - 1955
Juventude (curta-metragem) - 1949


Paulo Cezar Saraceni:

Desafio - 1965
Capitu - 1968
A Casa Assassinada - 1971
Anchieta José do Brasil - 1978

Rogério Sganzerla:

Signo do Caos - 2003
Tudo é Brasil - 1997
Perigo Negro - 1993 (Adaptação do roteiro de Oswaldo Andrade)
Oswaldianas- 1992
A Linguagem de Orson Welles - 1989 (curtametragem)
Nem Tudo é Verdade - 1986 (1º da trilogia Wells)
Isto é Noel - 1991
Anônimo e Incomum - 1990 (sobre o artista Antonio Manuel da Silva Oliveira)
Noel por Noel - 1981 - (curtametragem)
Brasil - 1981 (curtametragem)
O Abismu - 197
Copacabana Meu Amor - 1975
Sem Essa Aranha - 1971
Carnaval na Lama - 1970 (Betty Bomba, a Exibicionista)
A Mulher de Todos (c/ Jô Soares) - 1969
O Bandido da Luz Vermelha - 1968
HQ - 1968 (curtametragem)

Sérgio Ricardo:

A Noite do Espantalho - 1974