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[DVD] Lista: Procópio Ferreira

 
 
 
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INFO:
João Álvaro de Jesus Quental Ferreira, conhecido apenas como Procópio Ferreira, é um dos grandes nomes do teatro brasileiro; carioca nascido em 8 de julho de 1898 e falecido em 18 de junho de 1979 é também pai de Bibi Ferreira e o ator que interpretou o maior número de peças em toda a Historia do Teatro Nacional.


1944 - Berlim na Batucada - Luiz de Barros [Cinédia] [Segunda Guerra]
1951 - O Comprador de Fazendas - Alberto Pieralisi (Monteiro Lobato) [Maristela]
1953 - O Homem dos Papagaios - Ludy Veloso, Eva Wilma
1954 - A Sogra - Armando Couto, Maria Vidal, Ludy Veloso
1956 - Quem Matou Anabela? - (Orígenes Lessa) [Maristela]
1965 - Crônica da Cidade Amada - Carlos Hugo Christensen, Oscarito
1971 - Como ganhar na Loteria sem Perder a Esportiva - Agildo Ribeiro
1959 - Titio Não é Sopa – Procópio Ferreira - de Eurides Ramos [Cinedistri]
1971 - Em Família - Paulo Porto, Rodolfo Arena, Odete Lara
1978 - Documentário: Procópio no Cinema


Documentário: Procópio no Cinema
1965 - Crônica da Cidade Amada




1956 - Quem Matou Anabela?
1944 - Berlim na Batucada
1951 - O Comprador de Fazendas 

[DVD] Filme: Berlim na Batucada - 1944

Título: Berlim na Batucada
Gênero: Aventura
Lançamento: 1944
País: Brasil
Direção: Luiz de Barros
Produção e Roteiro: Adhemar Gonzaga
Elenco: Procópio Ferreira, Delorges Caminha, Chocolate, Francisco Alves, Solange França, Jararaca e Ratinho
DVD - PeB

INFO:
"Um produtor norte-americano chega ao Brasil para conhecer o carnaval carioca e em busca de artistas e motivos para um filme."

Informação dos letreios iniciais: Mostra num filme popular a influência da guerra sobre o nosso cinema.
O título foi inspirado nas notícias que chegavam dos bombardeios que a R.A.F. efetuava, praticamente não mais existindo aviação de caça e artilharia anti-aérea para a defesa da capital alemã. É necessária esta informação para que seja situada no tempo a produção.
Não existia para a filmagem negativo suficiênte (ao contrário, estavam racionados...) bem como drogas de laboratório e as fabricadas no BRasil, como hiposulfíto e hidroquinona não tinham a qualidade que hoje apresentam.
A Segunda Guerra Mundial, contribuindo para a autosuficiência e melhoria do padrão da indústria química do país, ajudou, também, o padrão do nosso cinema.


Canções do filme:
Título: Lavadeira, A;
Autor da canção: Martins, Herivelto;
Intérprete: Alves, Francisco;

Título: Miserável... a mulher que me deixou, A;
Conjunto e banda: Alvarenga e Ranchinho;

Título: Tristeza, A;
Autor da canção: Martins, Herivelto e Prazeres, Heitor dos;
Intérprete: Albano, Leo e Carvalho, Luizinha de;

Título: Verão do Havaí;
Autor da canção: Lacerda, Benedito e Lobo, Haroldo;
Intérprete: Alves, Francisco;

Título: Silenciar Mangueira, não;
Autor da canção: Martins, Herivelto e Otelo, Grande;
Conjunto e banda: Trio de Ouro;
Componentes: Oliveira, Dalva de; Martins, Herivelto e Chagas, Nilo e Otelo, Grande;

Título: Vou levar o boi para Hollywood;
Conjunto e banda: Trigêmeos Vocalistas;

Título: Bom dia, avenida;
Autor da canção: Martins, Herivelto e Otelo, Grande;
Conjunto e banda: Trio de Ouro;
Componentes: Oliveira, Dalva de; Martins, Herivelto e Chagas, Nilo e Otelo, Grande

Título: Desafio de piadas;
Intérprete: Maluco, Príncipe;

Título: Não me nego, sou do samba;
Autor da canção: Prazeres, Heitor dos;
Intérprete: Chocolate e Mattos, Flora;

Título: Odette;
Autor da canção: Martins, Herivelto e Donga;
Intérprete: Albano, Leo;

Título: Graças a Deus;
Autor da canção: Otelo, Grande;
Conjunto e banda: Índios Tabajaras;

Título: Quem vem descendo o morro;
Autor da canção: Martins, Herivelto e Valente, Príncipe;
Intérprete: Alves, Francisco;
Conjunto e banda: Trio de Ouro e Girls do Cassino da Urca e Ícarai

Título: Voz do violão, A;
Autor da canção: Campos, Horácio
Autor da música da canção: Alves, Francisco
Intérprete: Alves, Francisco;

Título: Tenho companheiro inseparável
Intérprete: Alves, Francisco;

Intérprete: Edu e sua gaita
Orquestra: Orquestra de Napoleão Tavares;
Orquestra: Orquestra de Benedito Lacerda
Orquestração: Belluomini, Morfeu





Procópio Ferreira, o Malandro Zé Carioca



Chocolate, Procópio Ferreira e Delorges Caminha, o turista americano



[LIVRO] Défense du court métrage français - François Porcile

Título: Défense du court métrage français
Autor: François Porcile
Collection "Septième art" 7º Art
Editora: Les Editions du cerf - Paris
Edição: 1965 n. 846
Páginas: 308
ILUSTRADO


Estado: Usado / sem a capa traseira
Original em Francês

[SEBO] Livro: Ciranda Barroca - Geraldo Santos Pereira - 1984

Título: Ciranda Barroca - Histórias de / para Cinema
Autor: Geraldo Santos Pereira
Editora: Grupiara
Local: 
Edição:
Páginas: 192


LIVRO - PORTUGUÊS















INFO:
Estado de conservação: Bom estado de conservação. Em Ciranda Barroca estão presentes realidade e ficção. Na primeira parte, Geraldo Santos Pereir narra sua movimentada experiência de trinta anos no cinema brasileiro. Na segunda parte, revela sua força criativa em quatro histórias com temas e personagens de poderosa carga dramática: um cngaceiro em luta de vida e morte com um samurai; um casal de índios e seu desesperado amor antropofágico; um fazendeiro e sua estranha relação com duas mulheres que se confundem no passado e no presente; os herdeiros de uma trágica maldição que começa em Diamantina, passa pelo Serro, alcança São João del Rei, transfere-se para Mariana e chega a Ouro Preto, onde, naa atualidade a ciranda de amor e morte se conclui.

Nascido em Visconde do Rio Branco, Minas Gerais, Geraldo Santos Pereira formou-se em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, exerceu o jornalismo em Belo Horizonte e publicou contos, poemas e ensaios em suplementos literários da capital mineira, do Rio e São Paulo.
Fez parte da delegação mineira ao I Congresso Brasileiro de Escritores, fundou, com amigos, o Clube de Cinema de Minas Gerais e a Sociedade “Claude Debussy”, inaugurada com visita de Villa-Lobos.
Com bolsa de estudo do Governo francês, cursou em Paris o “Institut des Hautes Études Cinématographiques”, seção Realização-Produção, c Literatura Contemporânea, na Sorbonne.
Retornando ao Brasil, em 1951, foi residir em São Paulo, onde trabalhou.


[SEBO] Livro: Dina Sfat Palmas Pra Que Te Quero - 1988

Título: Dina Sfat Palmas Pra Que Te Quero
Autor: Dina Sfat e Mara Caballero
Editora: Nordica 
Edição: Sexta Edição - 1988
Páginas: 255

 
ILUSTRADO

Estado: Bem Conservado
Original em Português












INFO:
Um tipo de autobiografia, com trechos do diário de Dina Sfat contando suas alegrias e tristezas, sucessos e decepções. Uma seleta de comentários e críticas além de uma filmografia detalhada. Fotos de cena e do arquivo particular. Uma revelação dos detalhes por traz das produções e do mundo desta que foi uma das maiores atrizes do Brasil.



Dina Sfat e Joaquim Pedro de Andrade no set
Dina Sfat e Grande Otelo em foto do filme Macunaíma
 

[LIVRO] Le Cinéma et la crise de notre temps - Jean Leirens

Título:  Le Cinéma et la crise de notre temps
Autor: Jean Leirens
Collection "Septième art" 7º Art
Editora: Les Editions du cerf - Paris
Edição: 1960
Páginas: 133
ILUSTRADO


Estado: Usado
Original em Francês














INFO:
Table des Matiéres / Sumário:
Le domaine de l'aliénation
L'ennui
La solitude
Le Domaine de l'absurde
L'univers d'Ingmar Bergman
Filmographie d'Ingmar Bergman
Conclusion
Index des citations (Índice de citações)

INFO:
Dentre tantas personalidades citadas e discutidas por Leirens neste livro, destacamos: Gladys Gloover, Nikos Koundouros, Kafka, Marilyn Monroe, Max Ophuls, Edgard Poe, Dostoievsky, André Bazin, Cecil B. De Mille, Buster Keaton, Chaplin, Jacques Tati, Laslo Benedek, Luis Bunue.

[LIVRO] Bréviaire Du Cinéma - Charles Ford

Título: BREVIAIRE DU CINEMA soixante ans de pensée cinégraphique. Avant-propos de Marcel L'HERBIER
Autor: Charles Ford
Collection Cinéma Télevision
dirigée par Pierre Lherminier  
Editora: Editions Publications - Paris
Edição: 1959 n. 846
Páginas: 153

Estado: Usado
Original em Francês













INFO:
Table des Matiéres / Sumário:
Avertissement
Avant-Propos
Point de vue
Essence du Cinéma
Les Problemes de l'esthétique
Puissance de l'Eeran
Art et Industrie
Théâtre et Cinéma
Le comédien d'éeran
Index des citations (Índice de citações)

Charles Ford foi um jornalista, escritor e historiador do cinema francês, , produtor de rádio e televisão, nascido 1908 em Bellevue, na França.
Entre inúmeros livros sobre cinema e cineastas que publicou, se destacam: Histoire encyclopédique du cinéma (em parceria com René Jeanne, 1947), Histoire populaire du cinéma (1955), Histoire illustrée du cinéma (1966), Femmes cinéastes ou le triomphe de la volonté (1972), Histoire moderne du cinéma (1987) e a biografia do cineasta Leni Riefenstahl.

[LIVRO] Caminhos e Descaminhos do Cinema Paulista; A Década de 50

Título: Caminhos e Descaminhos do Cinema Paulista; A Década de 50
Autor:
Máximo Barro
Editora:
Editora do Autor
Edição:
Primeira
Páginas:
90
Estado:
Novo
ILUSTRADO




Cine Marabá - 1945

Edifício Excelsior - 1942

Lorenzo Serrano filmando "Homens sem Paz"
Gravação de "Macumba na Alta"
Maquinários da Multifilmes
"Simão o Caôlho"
Gravação de "Uma Pulga na Balança"
 Dependências da Vera Cruz em 1953

[Livro] Cinema Marginal (1968/1973) - Fernão Ramos

Título: Cinema Marginal (1968/1973); A Representação em seu Limite
Autor: Fernão Ramos
Editora: Brasiliense
Edição: Primeira / 1987
Páginas: 156
















INFO:
Cinema Marginal

- O Cinema e sua necessidade de exibição
- O Cinema Novo: ênfase na produção em detrimento da circulação e exibição
- Cinema de Autor. Percepção do objeto artístico enquanto unicamente produção do artista.
- Uma estética da fome

Glauber Rocha: Revisão Crítica do Cinema Brasileiro. Civilização Brasileira, 1963
Glauber Rocha: Uma Estética da Fome. Revista Civilização Brasileira, 1965

- Uma estética da fome: "(...) por esta definição o cinema se marginaliza da industria porque o compromisso do cinema industrial é com a mentira e a exploração" Glauber Rocha: Uma Estética da Fome.


Joaquim Pedro de Andrade: Crítica e Auto-Crític: O Padre e a Moça. Entrevista à Revista Civilização Brasileira
Jean-Claude Bernardet: Brasil em Tempo de Cinema. Civilização Brasileira, 1966

- Dahl (pg. 25) dimensão política, necessidade economica e de realização pessoal; problema de relação com o público

- Cinema Novíssimo (1966/1967)
- Glauber (pg 27)
- Cinema Novo x Novos Cineastas

- Sganzerla (pg 28)
- Golpe, Tortura Militar e Exílio
- Cinema Novo e o Erotismo; Cinema Marginal e a sexualidade sem culpa
- Grupo paulista e a Boca do Lixo
- BELAIR:  A produtora de Sganzerla e Bressane nos anos 70

- Temas (pg40)
- Manifesto do Cinema Cafajeste
Sganzerla pg 41 e 42

- Carlos Reichenbach e uma fotografia "porca"

- Bandido da Luz Vermelha pg 43
Scan pg 50

- Jairo Ferreira: Udigrudi: Os Marginais do Cinema Brasileiro
- Geraldo Veloso pg. 56
- pg 64
- Pioneiros da Pornochanchada
- pg 68

Filmografia Indicativa do Cinema Marginal


1964 - À Meia-Noite Levarei Sua Alma - José Mojica, Ozualdo Candeias [Cinematográfica Apolo]
1966 - Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver - José Mojica Marins

1967 – Blablablá – Abdrea Tonacci1967 - A Margem - Ozualdo Candeias
1968 - O Bandido da Luz Vermelha - de Rogério Sganzerla
1968 - Hitler no III Mundo / Terceiro - José Agripino de Paula, Jô Soares
1968 – Trilogia de Terror: "O Acordo" de Ozualdo Candeias, "Pesadelo Macabro" de José Mojica e "Procissão dos Mortos" de L.s. Person, Osvaldo de Oliveira, Lima Duarte [SP/Antonio Galante/ Cinematográfica Galasay]
1968 - Viagem ao Fim do Mundo - Fernando Cony Campos, Caetano Veloso (Memórias Póstumas de Brás Cubas) [RJ/Fernando Campos Prod. Cinem.]
1969 – O Anjo Nasceu – Julio Bressane, Hugo Carvana
1969 - Câncer - Glauber Rocha, Odete Lara, Hugo Carvana
1969 - O Ritual de Sádicos (O Despertar da Besta) - José Mojica Marins
1969 - Matou A Familia E Foi Ao Cinema – de Julio Bressane
1969 – Meteorango Kid, Herói Intergaláctico - André Luis Oliveira [Bahia /ALO Prod. Cinem.]
1969 – A Mulher de Todos – Jô Soares, Stênio Garcia, Helena Ignez [SP/Sganzerla Prod. Cinem./Servicine]
1970 - Bang Bang – de Andréa Tonacci
1970 - Barão Olavo, O Horrível - Julio Bressane, Helena Ignez
1970 - Caveira My Friend - Baby Consuelo (Novos Baianos) 
1970 - Copacabana Mon Amour - Rogério Sganzerla, Helena Ignez
1970 - A Família do Barulho - Julio Bressane
1970 – Jardim de Guerra – Paulo Villaça e Hugo Carvana
1970 - Os Monstros de Babaloo - Wilza Carla, Zezé Macedo, Helena Ignez, Betty Farias [RJ /Elyseu Visconti Prod.Cinem.]
1970 - Nosferato no Brasil - Ivan Cardoso - 45 min.[RJ/Super 8]
1970 - O Pornógrafo - João Callegaro, Carlos Reichenbach, Osvaldo de Oliveira, Silvio Renoldi, Stênio Garcia [SP/ Servicine]
1971 - O Capitão Bandeira Contra o Dr Moura Brasil - Antônio Calmon, Hugo Carvana
1971 - Sem essa Aranha - Rogério Sganzerla e Ivan Cardoso, Helena Ignez [RJ/Belair Filmes]
1973 - Rei do Baralho - Julio Bressane e Ivan Cardoso, Grande Otelo, Wilson Grey [RJ/Julio Bressane Prod. Cinem.]
1976 - Assuntina das Amérikas - Luiz Rosenberg - Analu Prestes, Nelson Dantas
1977 - O Vampiro da Cinemateca - Jairo Ferreira, Carlos Reichenbach, José Mojica e Jards Macalé [SP/Super 8]


[DVD] Filme: Pecado na Sacristia

Título: Pecado na Sacristia
Gênero: Drama / Comédia
Lançamento: 1975
País: Brasil
Duração: 84 min
Direção: Miguel H. Borges
Elenco: Roberto Bonfim, Ivan Cândido, Zezé d'Alice, Maurício do Valle, Tina Luisa, Francisco Milani, Ítala Nandi, Wanda Polatchek, Zula

INFO:
Quando Pecado na sacristia estreou (em 1975), o cinema brasileiro atravessava um de seus momentos favoráveis: o número de salas de exibição era quase o triplo do que é hoje, e ainda sobreviviam as da periferia, com seus ingressos mais baratos. As comédias eróticas dominavam o mercado, e os diretores Braz Chediak, Jean Garrett, Alberto Pieralisi, Ody Fraga e Sílvio de Abreu disputavam as maiores bilheterias com os veteranos Mazza ropi e J. B. Tanko (Os Trapalhões). Era um cinema vulgar, porém popular. Entre os campeões daquele ano, apenas Guerra conjugal, de Joaquim Pedro de Andrade, e O casal, de Daniel Filho, se dirigiam ao público mais sofisticado.

Miguel Borges surgiu no Cinema Novo em 1962, num dos episódios de Cinco vezes favela. Logo se afastou do movimento, preferindo abordar o submundo carioca em A canalha em crise, Perpétuo contra o esquadrão da morte, As escandalosas, O último malandro e O caso Cláudia. Alguns desses filmes foram sucesso de crítica ou de público. Borges não dirige desde 1980. Seu cinema pode ser voluntariamente cafajeste, mas sempre será antenado. Sim, porque MB é um autor, mesmo quando trabalha dentro do esquema comercial. E este filme, obra intelectual que corteja o popular, é uma excelente prova disso.

Pecado na sacristia é considerado pela maioria o seu melhor filme. Uma incursão às origens nordestinas, já que o cineasta nasceu no Piauí. Também uma volta às suas raízes cinematográficas, pois é o que ele fez de mais parecido com o Cinema Novo. Lá estão os planos-sequência, os planos gerais, a câmara na mão, a interpretação exacerbada, a ausência do plano/contraplano, as elipses e as alegorias.

A contribuição de Pecado na sacristia para o sobrenatural no cinema brasileiro é a inclusão de entidades do folclore nacional, como a mula-sem-cabeça e a mãe-d’água, distantes da Transilvânia e da palidez dos personagens góticos importados. Uma possibilidade artística muito promissora, mas que, hoje, tantos anos depois, ainda permanece quase inexplorada. Infelizmente.

João Carlos Rodrigues

Ivan Cândido e Maurício do Valle


Maurício do Valle e Ivan Cândido
Francisco Milani e Ivan Cândido
Ivan Cândido e Roberto Bonfim
Francisco Milani e Ivan Cândido
Roberto Bonfim e Francisco Milani

[LIVRO] Dois Córregos, Verdades Submersas no Tempo

Título:  Dois Córregos, Verdades Submersas no Tempo
Autor: Carlos Reichenbach
Coleção Aplauso Cinema Brasil
Editora:
Imprensa Oficial do Estado de SP
Edição: Primeira
Páginas: 215
Estado:
Bem Consevado
ILUSTRADO
















INFO:
Argumento e Roteiro final comentado por Carlos Reichenbach. Comentário de Carlos Alberto Riccelli, ilustrado com imagens de cena e dos bastidores.


Carlos Alberto Riccelli

Riccelli, Sara Silveira e Carlão - Cidreira-RS
Carlão em Dois Córregos