Título: Planeta dos Homens
Tipo: Programa de TV
Gênero: Comédia
Elenco: Agildo Ribeiro, Cecil Thiré, Costinha, Eliezer Motta, Jô Soares, Marília
Pera, Nuno Leal Maia, Paulo Silvino, Renata Fronzi, Stênio Garcia,
Francisco Milani, Pedro Farah, Ricardo Petraglia, Sônia Mamede
02 DVDs
INFO:
Produzido pela Rede Globo e exibido nas noites de segunda-feira de 1976 à 1982, um programa com textos inusitados e satíricos, escritos por Jô Soares, Max Nunes, Hilton Marques, Haroldo Barbosa, Afonso Brandão, Luis Fernando Veríssimo, Redi, Sérgio Rabello, Alfredo Camargo e J. Rui, eram textos de extremo bom gosto, representando os delírios da classe média. A direção era do Paulo Araújo, o "Agostinho" do programa "A Grande Família" (primeira versão).
Este programa inspirou sem sombra de dúvidas os programas da Zorra Total e do Casseta e Planeta. 02 DVDs com 02 programas completos.
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Divulgação de acervo particular de filmes. Para trocas e intercâmbios entre em contato.
filmes@expirados.com.br
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Mostrando postagens com marcador Francisco Milani. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Seriado: Retrato de Mulher - 1993
Título: Retrato de Mulher
Tipo: Seriado
Produção: Globo
Exibição: 20/04 a 25/12/1993
Horário: terças-feiras, às 21h30
Elenco: Regina Duarte, etc...
06 DVDs
INFO:
Retrato de Mulher foi totalmente produzido e gravado em São Paulo, marcando a volta à atividade do núcleo paulista de teledramaturgia da Rede Globo, o seriado teve como ponto de partida um Especial de Fim de Ano, Era Uma Vez... Leila, exibido em dezembro de 1992. A proposta era mostrar em cada episódio mensal a história de uma mulher diferente, sempre vivida por Regina Duarte. O restante do elenco variava. Dessa forma, a atriz voltava a tratar do universo feminino, mostrando suas conquistas, frustrações e conflitos, temas já abordados em Malu Mulher. Ao todo, Retrato de Mulher teve nove episódios, exibidos em 1993, faltando: "Era uma vez... Zezé" e "Era uma vez... Maria José"
DVD 01
Era uma vez... Madalena (a falsa freira)
As aventuras de uma trambiqueira. Ela se veste de freira e sai pelas ruas de São Paulo tentando passar dólares falsos, dizendo que o valor se destina à compra de leite para órfãos do Convento Santa Bernadete.
DVD 02
Era uma vez... Helô (a outra)
alguns segundos de falha na imagem.
DVD 03
Era uma vez... Dulcinéia (concurso p/ atriz)
DVD 04
Era uma vez... Judite (policial)
DVD 05
Era uam vez... Tereza (Drama / Festa de 15 anos)
DVD 06
Era uma vez... Zil (Miséria da classe média)
Uma mulher que vive com um grupo de mendigos, à margem da sociedade. Morando sob viadutos da cidade de São Paulo, eles ficam andando de um lado para o outro na esperança de encontrar um homem poderoso, que chamam de “Comandante”, capaz de tirá-los da miséria em que vivem. O texto foi adaptado da peça teatral Homeless, de autoria da própria Noemi Marinho.
Tipo: Seriado
Produção: Globo
Exibição: 20/04 a 25/12/1993
Horário: terças-feiras, às 21h30
Elenco: Regina Duarte, etc...
06 DVDs
INFO:
Retrato de Mulher foi totalmente produzido e gravado em São Paulo, marcando a volta à atividade do núcleo paulista de teledramaturgia da Rede Globo, o seriado teve como ponto de partida um Especial de Fim de Ano, Era Uma Vez... Leila, exibido em dezembro de 1992. A proposta era mostrar em cada episódio mensal a história de uma mulher diferente, sempre vivida por Regina Duarte. O restante do elenco variava. Dessa forma, a atriz voltava a tratar do universo feminino, mostrando suas conquistas, frustrações e conflitos, temas já abordados em Malu Mulher. Ao todo, Retrato de Mulher teve nove episódios, exibidos em 1993, faltando: "Era uma vez... Zezé" e "Era uma vez... Maria José"
DVD 01
Era uma vez... Madalena (a falsa freira)
As aventuras de uma trambiqueira. Ela se veste de freira e sai pelas ruas de São Paulo tentando passar dólares falsos, dizendo que o valor se destina à compra de leite para órfãos do Convento Santa Bernadete.
DVD 02
Era uma vez... Helô (a outra)
alguns segundos de falha na imagem.
DVD 03
Era uma vez... Dulcinéia (concurso p/ atriz)
DVD 04
Era uma vez... Judite (policial)
DVD 05
Era uam vez... Tereza (Drama / Festa de 15 anos)
DVD 06
Era uma vez... Zil (Miséria da classe média)
Uma mulher que vive com um grupo de mendigos, à margem da sociedade. Morando sob viadutos da cidade de São Paulo, eles ficam andando de um lado para o outro na esperança de encontrar um homem poderoso, que chamam de “Comandante”, capaz de tirá-los da miséria em que vivem. O texto foi adaptado da peça teatral Homeless, de autoria da própria Noemi Marinho.
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| Era uma vez... Madalena |
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| Era uma vez... Helô |
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| Regina Duarte: Helô |
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| Era uma vez... Dulcinéia |
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| Era uma vez... Dulcinéia: Francisco Milani e Regina Duarte |
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| Francisco Milani |
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| Era uma vez... Judite |
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| Regina Duarte: Judite |
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| Gabriela Duarte filha de Judite e filha real de Regina Duarte |
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| Era uma vez... Zil |
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| Regina Duarte: Zil |
[DVD] Filme: O Padre que Queria Pecar 1975
Título: O Padre Que Queria Pecar
AKA: Os Loucos Estão Entre Nós
Gênero: Comédia / Pornochanchada
Lançamento: 1975
Duração: 78 min
Produção: Bennio e Di Mello Produções Cinematográficas
Direção e Roteiro: Lenine Otoni e Paulo Silvino
Elenco: Stepan Nercessian, Rose di Primo, Francisco Milani, Fregolente, Marta Anderson, Lady Francisco, Carlos Kroeber, Mara Rúbia, Zezé Macedo, Amauri Guarilha, Tião Macalé, Flávio Augusto, Wanderley Chagas, Victor di Mello
AKA: Os Loucos Estão Entre Nós
Gênero: Comédia / Pornochanchada
Lançamento: 1975
Duração: 78 min
Produção: Bennio e Di Mello Produções Cinematográficas
Direção e Roteiro: Lenine Otoni e Paulo Silvino
Elenco: Stepan Nercessian, Rose di Primo, Francisco Milani, Fregolente, Marta Anderson, Lady Francisco, Carlos Kroeber, Mara Rúbia, Zezé Macedo, Amauri Guarilha, Tião Macalé, Flávio Augusto, Wanderley Chagas, Victor di Mello
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| Francisco Milani |
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| Rose di Primo |
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| Stepan Nercessian |
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| Marta Anderson |
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| Stepan Nercessian e Marta Anderson |
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| Francisco Milani e Stepan Nercessia em Copacabana |
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| Rose di Primo |
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| Carlos Kroeber |
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| Rose di Primo e Stepan Nercessian |
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| Zezé Macedo |
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| Fregolente armado contra Francisco Milani |
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| Fregolente |
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| Lady Francisco |
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| Stepan Nercessian e Rose di Primo |
[DVD] Filme: Pecado na Sacristia
Título: Pecado na Sacristia
Gênero: Drama / Comédia
Lançamento: 1975
País: Brasil
Duração: 84 min
Direção: Miguel H. Borges
Elenco: Roberto Bonfim, Ivan Cândido, Zezé d'Alice, Maurício do Valle, Tina Luisa, Francisco Milani, Ítala Nandi, Wanda Polatchek, Zula
INFO:
Quando Pecado na sacristia estreou (em 1975), o cinema brasileiro atravessava um de seus momentos favoráveis: o número de salas de exibição era quase o triplo do que é hoje, e ainda sobreviviam as da periferia, com seus ingressos mais baratos. As comédias eróticas dominavam o mercado, e os diretores Braz Chediak, Jean Garrett, Alberto Pieralisi, Ody Fraga e Sílvio de Abreu disputavam as maiores bilheterias com os veteranos Mazza ropi e J. B. Tanko (Os Trapalhões). Era um cinema vulgar, porém popular. Entre os campeões daquele ano, apenas Guerra conjugal, de Joaquim Pedro de Andrade, e O casal, de Daniel Filho, se dirigiam ao público mais sofisticado.
Miguel Borges surgiu no Cinema Novo em 1962, num dos episódios de Cinco vezes favela. Logo se afastou do movimento, preferindo abordar o submundo carioca em A canalha em crise, Perpétuo contra o esquadrão da morte, As escandalosas, O último malandro e O caso Cláudia. Alguns desses filmes foram sucesso de crítica ou de público. Borges não dirige desde 1980. Seu cinema pode ser voluntariamente cafajeste, mas sempre será antenado. Sim, porque MB é um autor, mesmo quando trabalha dentro do esquema comercial. E este filme, obra intelectual que corteja o popular, é uma excelente prova disso.
Pecado na sacristia é considerado pela maioria o seu melhor filme. Uma incursão às origens nordestinas, já que o cineasta nasceu no Piauí. Também uma volta às suas raízes cinematográficas, pois é o que ele fez de mais parecido com o Cinema Novo. Lá estão os planos-sequência, os planos gerais, a câmara na mão, a interpretação exacerbada, a ausência do plano/contraplano, as elipses e as alegorias.
A contribuição de Pecado na sacristia para o sobrenatural no cinema brasileiro é a inclusão de entidades do folclore nacional, como a mula-sem-cabeça e a mãe-d’água, distantes da Transilvânia e da palidez dos personagens góticos importados. Uma possibilidade artística muito promissora, mas que, hoje, tantos anos depois, ainda permanece quase inexplorada. Infelizmente.
Gênero: Drama / Comédia
Lançamento: 1975
País: Brasil
Duração: 84 min
Direção: Miguel H. Borges
Elenco: Roberto Bonfim, Ivan Cândido, Zezé d'Alice, Maurício do Valle, Tina Luisa, Francisco Milani, Ítala Nandi, Wanda Polatchek, Zula
INFO:
Quando Pecado na sacristia estreou (em 1975), o cinema brasileiro atravessava um de seus momentos favoráveis: o número de salas de exibição era quase o triplo do que é hoje, e ainda sobreviviam as da periferia, com seus ingressos mais baratos. As comédias eróticas dominavam o mercado, e os diretores Braz Chediak, Jean Garrett, Alberto Pieralisi, Ody Fraga e Sílvio de Abreu disputavam as maiores bilheterias com os veteranos Mazza ropi e J. B. Tanko (Os Trapalhões). Era um cinema vulgar, porém popular. Entre os campeões daquele ano, apenas Guerra conjugal, de Joaquim Pedro de Andrade, e O casal, de Daniel Filho, se dirigiam ao público mais sofisticado.
Miguel Borges surgiu no Cinema Novo em 1962, num dos episódios de Cinco vezes favela. Logo se afastou do movimento, preferindo abordar o submundo carioca em A canalha em crise, Perpétuo contra o esquadrão da morte, As escandalosas, O último malandro e O caso Cláudia. Alguns desses filmes foram sucesso de crítica ou de público. Borges não dirige desde 1980. Seu cinema pode ser voluntariamente cafajeste, mas sempre será antenado. Sim, porque MB é um autor, mesmo quando trabalha dentro do esquema comercial. E este filme, obra intelectual que corteja o popular, é uma excelente prova disso.
Pecado na sacristia é considerado pela maioria o seu melhor filme. Uma incursão às origens nordestinas, já que o cineasta nasceu no Piauí. Também uma volta às suas raízes cinematográficas, pois é o que ele fez de mais parecido com o Cinema Novo. Lá estão os planos-sequência, os planos gerais, a câmara na mão, a interpretação exacerbada, a ausência do plano/contraplano, as elipses e as alegorias.
A contribuição de Pecado na sacristia para o sobrenatural no cinema brasileiro é a inclusão de entidades do folclore nacional, como a mula-sem-cabeça e a mãe-d’água, distantes da Transilvânia e da palidez dos personagens góticos importados. Uma possibilidade artística muito promissora, mas que, hoje, tantos anos depois, ainda permanece quase inexplorada. Infelizmente.
João Carlos Rodrigues
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| Ivan Cândido e Maurício do Valle |
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| Maurício do Valle e Ivan Cândido |
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| Francisco Milani e Ivan Cândido |
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| Ivan Cândido e Roberto Bonfim |
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| Francisco Milani e Ivan Cândido |
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| Roberto Bonfim e Francisco Milani |
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