titulo

filmes@expirados.com.br

Divulgação de acervo particular de filmes.
Para trocas e intercâmbios entre em contato.

filmes@expirados.com.br
Loading
Mostrando postagens com marcador Cinédia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cinédia. Mostrar todas as postagens

[DVD] Filme: O Jovem Tataravô - 1936


Título: O Jovem Tataravô
Lançamento: 1936
País: Brasil
Direção: Luiz de Barros
Produção: Adhemar Gonzaga / Cinédia
Elenco: Marcel Klass, Dulce Weytingh, Darcy Cazarré, Luíza Fonseca, Manuel F. Araujo


DVD - PeB



INFO:
O Jovem Tataravô é um filme brasileiro, dirigido em 1936 por Luiz de Barros.
com extra do filme Os òculos do Vovô, de 1913.

"..é uma das primeiras comédias na história do cinema brasileiro a explorar números musicais, sendo por isso considerada uma precursora das chanchadas da Atlântida Cinematográfica.

O próprio Luiz de Barros, que já havia inaugurado o cinema sonoro no Brasil com Acabaram-se os otários (1929) escreveu o roteiro, baseado na peça O tataravô (1926), de Gilberto de Andrade. A principal inovação, do ponto de vista técnico, foi a filmagem de cenas ao ar livre com som direto, utilizando as câmeras sonoras portáteis Akeley Recorder.

A história conta as peripécias de Victor Eulálio, que morreu em 1823 e é trazido de volta à vida por seus descendentes, que se utilizam de uma "caixa de segredos" que teria pertencido a Estácio de Sá e continha segredos retirados da tumba do faraó Ramsés II. Ao despertar no Brasil da década de 1930, ele se mostra mais avançado que seus tataranetos, especialmente no que diz respeito à sexualidade.
Wikipédia.com.br - em 25/10/2017













[DVD] Filme: Lábios sem Beijos - 1930


Título: Lábios Sem Beijos
Lançamento: 1930
Gênero: Drama
Direção: Humberto Mauro
Argumento e Produção: Adhemar Gonzaga
Elenco: Lelita Rosa. Paulo Morano, Didi Viana, Gina Cavalieri, Augusta Guimarães, Alfredo Rosário, Tamar Moema

DVD - PeB - Mudo




INFO:
Resumo do cine-romance publicado em A Scena Muda, 12.11.1930:
Após se conhecerem casualmente, Lelita e Paulo encontram-se outra vez durante uma festa. A resistência inicial não impede que os dois passem a se ver, nascendo entre ambos arrebatadora paixão. Certo dia, Lelita encontra sua prima Didi chorando sentidamente, e descobre que o motivo dessa mágoa chamava-se Paulo Morano. Paulo acusa sua ex-namorada, Tamar, de ter preparado a intriga e colocado Lelita contra ele. Depois de muita insistência e dos assédios de Paulo, Lelita decide falar com ele e obrigá-lo a cumprir seu compromisso com Didi. Superando alguns percalços durante o caminho, Lelita e Didi chegam ao encontro com Paulo, onde se desfaz todo o equívoco.

 









[DVD] Filme: Ganga Bruta - 1933

Título: Ganga Bruta
Lançamento: 1933
Gênero: Drama
País: Brasil
Direção: Humberto Mauro
Produção: Cinédia
Elenco: Durval Bellini Déa Selva Lu Marival Carlos Eugênio
DVD - PeB - MUDO












[DVD] Filme: Berlim na Batucada - 1944

Título: Berlim na Batucada
Gênero: Aventura
Lançamento: 1944
País: Brasil
Direção: Luiz de Barros
Produção e Roteiro: Adhemar Gonzaga
Elenco: Procópio Ferreira, Delorges Caminha, Chocolate, Francisco Alves, Solange França, Jararaca e Ratinho
DVD - PeB

INFO:
"Um produtor norte-americano chega ao Brasil para conhecer o carnaval carioca e em busca de artistas e motivos para um filme."

Informação dos letreios iniciais: Mostra num filme popular a influência da guerra sobre o nosso cinema.
O título foi inspirado nas notícias que chegavam dos bombardeios que a R.A.F. efetuava, praticamente não mais existindo aviação de caça e artilharia anti-aérea para a defesa da capital alemã. É necessária esta informação para que seja situada no tempo a produção.
Não existia para a filmagem negativo suficiênte (ao contrário, estavam racionados...) bem como drogas de laboratório e as fabricadas no BRasil, como hiposulfíto e hidroquinona não tinham a qualidade que hoje apresentam.
A Segunda Guerra Mundial, contribuindo para a autosuficiência e melhoria do padrão da indústria química do país, ajudou, também, o padrão do nosso cinema.


Canções do filme:
Título: Lavadeira, A;
Autor da canção: Martins, Herivelto;
Intérprete: Alves, Francisco;

Título: Miserável... a mulher que me deixou, A;
Conjunto e banda: Alvarenga e Ranchinho;

Título: Tristeza, A;
Autor da canção: Martins, Herivelto e Prazeres, Heitor dos;
Intérprete: Albano, Leo e Carvalho, Luizinha de;

Título: Verão do Havaí;
Autor da canção: Lacerda, Benedito e Lobo, Haroldo;
Intérprete: Alves, Francisco;

Título: Silenciar Mangueira, não;
Autor da canção: Martins, Herivelto e Otelo, Grande;
Conjunto e banda: Trio de Ouro;
Componentes: Oliveira, Dalva de; Martins, Herivelto e Chagas, Nilo e Otelo, Grande;

Título: Vou levar o boi para Hollywood;
Conjunto e banda: Trigêmeos Vocalistas;

Título: Bom dia, avenida;
Autor da canção: Martins, Herivelto e Otelo, Grande;
Conjunto e banda: Trio de Ouro;
Componentes: Oliveira, Dalva de; Martins, Herivelto e Chagas, Nilo e Otelo, Grande

Título: Desafio de piadas;
Intérprete: Maluco, Príncipe;

Título: Não me nego, sou do samba;
Autor da canção: Prazeres, Heitor dos;
Intérprete: Chocolate e Mattos, Flora;

Título: Odette;
Autor da canção: Martins, Herivelto e Donga;
Intérprete: Albano, Leo;

Título: Graças a Deus;
Autor da canção: Otelo, Grande;
Conjunto e banda: Índios Tabajaras;

Título: Quem vem descendo o morro;
Autor da canção: Martins, Herivelto e Valente, Príncipe;
Intérprete: Alves, Francisco;
Conjunto e banda: Trio de Ouro e Girls do Cassino da Urca e Ícarai

Título: Voz do violão, A;
Autor da canção: Campos, Horácio
Autor da música da canção: Alves, Francisco
Intérprete: Alves, Francisco;

Título: Tenho companheiro inseparável
Intérprete: Alves, Francisco;

Intérprete: Edu e sua gaita
Orquestra: Orquestra de Napoleão Tavares;
Orquestra: Orquestra de Benedito Lacerda
Orquestração: Belluomini, Morfeu





Procópio Ferreira, o Malandro Zé Carioca



Chocolate, Procópio Ferreira e Delorges Caminha, o turista americano



[DVD] Filme: Poeira de Estrelas - 1948

Título: Poeira de Estrelas
Gênero: Drama Musical
Lançamento: 1948
País: Brasil
Direção: Moacyr Fenelon
Roteiro: Arnaldo de Farias
Produção: Cinédia
Cine Produções Moacyr Fenelon
Elenco: Lourdinha Bittencourt, Emilinha Borba, Colé Santana, Celeste Aída, Darcy Cazarré, Ênio Santos, Valery Martins, Duarte de Moraes, Carlos Barbosa

DVD - PeB






INFO:
Moacir Fenelon de Miranda Henriques interessado desde garoto pelos problemas do rádio e das gravações, formou-se nos Estados Unidos como técnico de som. Consta que escreveu sobre o assunto em revistas de São Paulo, onde se mudou após ser contratado como técnico das gravadoras de discos Columbia e Parlaphan. Com a invenção do cinema sonoro, Luiz de Barros realizou uma experiência por cópia do processo Vitaphone (gravação do som em disco) na comédia ''Acabaram-se os Otários'', filmada em São Paulo. O filme é considerado a primeira produção falada no Brasil. Segundo Luiz de Barros, em depoimentos feitos em 1929, Fenelon trabalhava numa loja de rádios da Rua Direita, sendo contratado por ele para acompanhar as instalações de amplificadores nos cinemas que exibiam o filme sonorizado brasileiro. Esse é o único crédito que ele dá a Fenelon. Para Wallace Downey, que era diretor artístico da Columbia, Fenelon fez a gravação em disco de ''Coisas Nossas'', em 1931. Lançado em novembro daquele ano no luxuoso Cine Rosário, o filme foi um sucesso.

Quando Downey montou a Waldow Filmes no Rio de Janeiro em 1934, Fenelon foi chamado para trabalhar como técnico de som a partir de ''Estudantes'' (1935), já pelo processo Movietone, com o som impresso na película. No ano seguinte, Fenelon desligou-se da Waldow, passando para a Sonoarte como diretor técnico. A empresa era especializada na realização de gravação, regravação, cópia, dublagem e sincronização. Quando Byington e Downey fundaram a produtora Sonofilms, Fenelon foi chamado para ser o técnico de som da nova firma.

Entre 1936 e 1941 realizou a gravação de vários filmes, como ''João Ninguém'', ''Banana da Terra'', ''Futebol e Família'' e ''Aves Sem Ninho''. ele também foi encarregado da dublagem dos filmes de Walt Disney, como ''Branca de Neve e os Sete Anões'' e ''Pinóquio''.

Sua estréia na direção aconteceu em 1940 com ''O Simpático Jeremias'', uma comédia tirada do fecundo autor teatral Gastão Tojeiro. A produção era da Sonofilms. A grande virada na sua vida ocorreu com a idéia da criação Atlântida. Vivia-se um momento de estagnação entre as grandes companhias cariocas: a Cinédia estava quase paralisada; a Sonofilms tinha sofrido um incêndio; e a Brasil Vita Filmes enfrentava problemas com a produção de ''Inconfidência Mineira'', iniciada em 1936.

No início, a Atlântida foi pensada numa sociedade por cotas. Com a dificuldade de levar a cabo sozinho o empreendimento, ele se aproximou dos irmãos Burle, tendo conhecido José Carlos Burle em 1936, quando realizou a sonorização de ''Maria Bonita'', de Julien Mandel. Paulo Burle
tinha fortes ligações com o conde Pereira Carneiro, dono do Jornal do Brasil. Com a associação, fundou-se a Atlântida Empresa Cinematográfica do Brasil S. A., em setembro de 1941, ficando Fenelon com o cargo de superintendente.

A sede foi instalada no prédio do Jornal do Brasil, na Avenida Rio Branco. A produção inicial foi de cinejornais, que tiveram uma longa vida nos cinemas brasileiros. O primeiro projeto de longa-metragem de ficção só se materializou em 1943 com ''Moleque Tião''. A direção foi de Burle, e a Fenelon coube a direção de produção.

Seu primeiro filme na produtora foi ''É Proibido Sonhar'', também de 1943, um fracasso de bilheteria. Seguiram-se ''Gente Honesta'', ''Vidas Solidárias'', ''Fantasma por Acaso'' e Sob a Luz do Meu Bairro''. Fenelon era partidário da produção contínua, pois achava que os filmes de grande bilheteria cobririam o déficit gerado pelos fracassos. A sua idéia era a produção de filmes mais engajados enquanto outros diretores da Atlântida realizavam chanchadas.

Em 1946, o crítico Pedro Lima escreveu que, com o roteirista Arnaldo Farias, Fenelon tinha realizado dois filmes de ''fundo socialista'' (''Vidas Solidárias'' e ''Sob a Luz''). A entrada de Luís Severiano Ribeiro Jr. na Atlântida, em outubro de 1947, motivou a saída do diretor da empresa. Severiano era o maior exibidor do circuito Rio de Janeiro-Nordeste-Norte do Brasil, além de ser distribuidor.

Fenelon fundou sua própria produtora, a Cine Produções Fenelon. Associando-se à Cinédia de Adhemar Gonzaga, realizou cinco co-produções: ''Poeira de Estrelas'', ''Estou Aí'', ''O Homem Que Passa'', ''Todos Por Um e Obrigado, Doutor''. Em 1950, o proprietário da rádio Continental, Rubens Berardo, entrou como sócio da Cine Produções Fenelon, surgindo da associação a produtora Flama Filmes. A Flama Filmes teria dquirido os equipamentos do norte-americano Howard Randall, que pretendia criar a Columbia Pictures do Brasil. A exibição foi assegurada com o circuito Vital Ramos de Castro, o mais popular do Rio e o maior da cidade.
O sistema de financiamento dos filmes era feito pela venda de cotas ao público. A Flama foi inaugurada com o filme ''Milagre de Amor'', em 1951, com direção de Fenelon. Além desse, Fenelon faria outros dois títulos: ''Dominó Negro'', anunciado como o primeiro policial brasileiro, com Paulo Porto e Elvira Pagã, e ''Tudo Azul'', saudado na época como uma inovação no gênero musical. Foi também produtor de ''Agulha no Palheiro'', de Alex Viany.

Fenelon fundou a Associação Brasileira de Cinema (ABC) em 1949. Foi presidente do Sindicato Nacional da Indústria Cinematográfica (1952) e presidente do I Congresso Nacional do
Cinema Brasileiro, realizado no Rio de Janeiro em 1952.
(Enciclopédia do Cinema Brasileiro)