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Mostrando postagens com marcador Emilinha Borba. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Filme: O Petróleo é Nosso - 1954

Título: O Petróleo é Nosso
Gênero: Comédia
Lançamento: 1954
Direção: Watson Macedo
Produção: Brasil Vita Filmes
Elenco: Violeta Ferraz. Humberto Catalano, Adelaide Chiozzo, Heloísa Helena, Mary Gonçalves, Nancy Wanderley, Pituca, John Herbert, Sérgio de Oliveira, Consuelo Leandro, Wilson Grey
DVD - PeB
   
INFO:
Um filme que no meio de muito riso denuncia os preconceitos aos diferentes tipos físicos e o grande jogo de interesses por dinheiro, que faz a antes louca e gorducha ser agora popular e paparicada por suas terras com petróleo. Como as coisas mudam quando se torna milionário... É a história da personagem vivida pela Violeta Ferraz que descobre em suas terras Petróleo! Participação de Wilson Grey já em 1954 definindo sua persona de malandro. O casal principal Violeta Ferraz e Pituca é sem dúvidas um dos mais cômicos do nosso cinema, se equiparando apenas ao Casal Violeta Ferraz e Zé Trindade e claro Zé Trindade e Dercy,os maiores atores da chanchada.
Muitos números musicais com os intérpretes: Linda Batista, Emilinha Borba, Virgínia Lane, Gilda Valença, Adelaide Chiozzo, Ruy Rey e sua Orquestra, Ivon Curi, Bené Nunes, Mary Gonçalves, Catalano, Pituca e Consuelo Leandro

Violeta Ferraz é Dona Perpétua a dona do petróleo
Wilson Grey, malandro da noite

Catalano



Emilinha Borba

John Herbert e Adelaide Chiozzo

Os presidente da pseudocompanhia de Petróleo, a Petroneca, Sérgio de Oliveira

Ivon Curi em número musical, cantando  "Sob o céu de Paris"

Violeta Ferraz e Adelaide Chiozzo, mãe e filha


D. Perpétua caindo na lábia dos empresários da Petroneca
Humberto Catalano, Sérgio de Olivera e Heloísa Helena


Humberto Catalano, o geólogo forjado
O casal mais engraçado: Violeta Ferraz e Pituca

[DVD] Lista: Emilinha Borba


Emilinha Borba

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Lista de filmes em DVD, disponíveis para intercâmbio:

1944 - A Dama Fantasma - Emilinha Borba
1948 - É com Este que Eu Vou - Alberto Ruschel, Oascarito e Grande Otelo [Atlântida]
1948 - Poeira de Estrelas - de Moacyr Fenelon, Emilinha Borba, Lourdinha Bittencourt, Colé [Cinédia]
1950 - Aviso aos Navegantes - Oscarito e Grande Othelo - Watson Macedo [Atlântida]
1951 - Aí Vem o Barão - Oscarito, Watson Macedo, Eliana, Cyll Farney [Atlântida]
1952 - É Fogo na Roupa - Ankito, Bené Nunes, Spina, Ivon Cury, Violeta Ferraz [Watson Macedo]
1952 - Barnabé Tu és Meu - Oscarito, Grande Othelo, Cyl Farney, José Lewgoy [Atlântida]
1954 - O Petróleo é Nosso - Violeta Ferraz, Catalano, Zezé Macedo [Watson Macedo]
1954 - O Rei do Movimento - Victor Lima, Hélio Barroso, Ankito, Janete Jane, Carlos Tovar
1955 - Guerra ao Samba - Oscarito, Carlos Manga, Eliana, Cyll Farney (making off) [Atlântida]
1956 - Vamos com Calma - Oscarito, Ivon Cury, Cyll Farney e Wilson Grey [Atlântida]
1957 - Garotas e Samba - Zé Trindade, Zezé Macedo, Carlos Manga [Atlântida]
1957 - Com Jeito Vai - Grande Otelo, Emilinha Borba, Fred e Carequinha [Herbert Richers]
1957 - De Pernas pro Ar - Ankito, Costinha, Grande Otelo e Cauby Peixoto
1958 - É de Chuá - Grande Othelo, Zezé Macedo
1959 - Mulheres À Vista - Zé Trindade e Grande Othelo
1959 - Entrei de Gaiato - Dercy Gonçalves, Zé Trindade e Grande Othelo
1959 - Garota Enxuta - Ankito e Grande Othelo
1959 - Cala a Boca Etelvina - Dercy Gonçalves, Zezé Macedo
1960 - Vai Que é Mole - ANKITO E GRANDE OTHELO
1960 - Virou Bagunça - Chacrinha, Zezé Macedo, Emilinha Borba [Watson Macedo]
1967 - 007 e meio no Carnaval - Costinha, Victor Lima
1967 - Carnaval Barra Limpa - J.B. Tanko, Jotta Barroso, Dircinha Batista, Emilinha Borba
1975 - Assim era a Atlântida - Atlântida - Carlos Manga 

Documentário:
O Museu do Rádio


1957 - De Pernas pro Ar
1959 - Garota Enxuta
1948 - Poeira de Estrelas

[DVD] Filme: Poeira de Estrelas - 1948

Título: Poeira de Estrelas
Gênero: Drama Musical
Lançamento: 1948
País: Brasil
Direção: Moacyr Fenelon
Roteiro: Arnaldo de Farias
Produção: Cinédia
Cine Produções Moacyr Fenelon
Elenco: Lourdinha Bittencourt, Emilinha Borba, Colé Santana, Celeste Aída, Darcy Cazarré, Ênio Santos, Valery Martins, Duarte de Moraes, Carlos Barbosa

DVD - PeB






INFO:
Moacir Fenelon de Miranda Henriques interessado desde garoto pelos problemas do rádio e das gravações, formou-se nos Estados Unidos como técnico de som. Consta que escreveu sobre o assunto em revistas de São Paulo, onde se mudou após ser contratado como técnico das gravadoras de discos Columbia e Parlaphan. Com a invenção do cinema sonoro, Luiz de Barros realizou uma experiência por cópia do processo Vitaphone (gravação do som em disco) na comédia ''Acabaram-se os Otários'', filmada em São Paulo. O filme é considerado a primeira produção falada no Brasil. Segundo Luiz de Barros, em depoimentos feitos em 1929, Fenelon trabalhava numa loja de rádios da Rua Direita, sendo contratado por ele para acompanhar as instalações de amplificadores nos cinemas que exibiam o filme sonorizado brasileiro. Esse é o único crédito que ele dá a Fenelon. Para Wallace Downey, que era diretor artístico da Columbia, Fenelon fez a gravação em disco de ''Coisas Nossas'', em 1931. Lançado em novembro daquele ano no luxuoso Cine Rosário, o filme foi um sucesso.

Quando Downey montou a Waldow Filmes no Rio de Janeiro em 1934, Fenelon foi chamado para trabalhar como técnico de som a partir de ''Estudantes'' (1935), já pelo processo Movietone, com o som impresso na película. No ano seguinte, Fenelon desligou-se da Waldow, passando para a Sonoarte como diretor técnico. A empresa era especializada na realização de gravação, regravação, cópia, dublagem e sincronização. Quando Byington e Downey fundaram a produtora Sonofilms, Fenelon foi chamado para ser o técnico de som da nova firma.

Entre 1936 e 1941 realizou a gravação de vários filmes, como ''João Ninguém'', ''Banana da Terra'', ''Futebol e Família'' e ''Aves Sem Ninho''. ele também foi encarregado da dublagem dos filmes de Walt Disney, como ''Branca de Neve e os Sete Anões'' e ''Pinóquio''.

Sua estréia na direção aconteceu em 1940 com ''O Simpático Jeremias'', uma comédia tirada do fecundo autor teatral Gastão Tojeiro. A produção era da Sonofilms. A grande virada na sua vida ocorreu com a idéia da criação Atlântida. Vivia-se um momento de estagnação entre as grandes companhias cariocas: a Cinédia estava quase paralisada; a Sonofilms tinha sofrido um incêndio; e a Brasil Vita Filmes enfrentava problemas com a produção de ''Inconfidência Mineira'', iniciada em 1936.

No início, a Atlântida foi pensada numa sociedade por cotas. Com a dificuldade de levar a cabo sozinho o empreendimento, ele se aproximou dos irmãos Burle, tendo conhecido José Carlos Burle em 1936, quando realizou a sonorização de ''Maria Bonita'', de Julien Mandel. Paulo Burle
tinha fortes ligações com o conde Pereira Carneiro, dono do Jornal do Brasil. Com a associação, fundou-se a Atlântida Empresa Cinematográfica do Brasil S. A., em setembro de 1941, ficando Fenelon com o cargo de superintendente.

A sede foi instalada no prédio do Jornal do Brasil, na Avenida Rio Branco. A produção inicial foi de cinejornais, que tiveram uma longa vida nos cinemas brasileiros. O primeiro projeto de longa-metragem de ficção só se materializou em 1943 com ''Moleque Tião''. A direção foi de Burle, e a Fenelon coube a direção de produção.

Seu primeiro filme na produtora foi ''É Proibido Sonhar'', também de 1943, um fracasso de bilheteria. Seguiram-se ''Gente Honesta'', ''Vidas Solidárias'', ''Fantasma por Acaso'' e Sob a Luz do Meu Bairro''. Fenelon era partidário da produção contínua, pois achava que os filmes de grande bilheteria cobririam o déficit gerado pelos fracassos. A sua idéia era a produção de filmes mais engajados enquanto outros diretores da Atlântida realizavam chanchadas.

Em 1946, o crítico Pedro Lima escreveu que, com o roteirista Arnaldo Farias, Fenelon tinha realizado dois filmes de ''fundo socialista'' (''Vidas Solidárias'' e ''Sob a Luz''). A entrada de Luís Severiano Ribeiro Jr. na Atlântida, em outubro de 1947, motivou a saída do diretor da empresa. Severiano era o maior exibidor do circuito Rio de Janeiro-Nordeste-Norte do Brasil, além de ser distribuidor.

Fenelon fundou sua própria produtora, a Cine Produções Fenelon. Associando-se à Cinédia de Adhemar Gonzaga, realizou cinco co-produções: ''Poeira de Estrelas'', ''Estou Aí'', ''O Homem Que Passa'', ''Todos Por Um e Obrigado, Doutor''. Em 1950, o proprietário da rádio Continental, Rubens Berardo, entrou como sócio da Cine Produções Fenelon, surgindo da associação a produtora Flama Filmes. A Flama Filmes teria dquirido os equipamentos do norte-americano Howard Randall, que pretendia criar a Columbia Pictures do Brasil. A exibição foi assegurada com o circuito Vital Ramos de Castro, o mais popular do Rio e o maior da cidade.
O sistema de financiamento dos filmes era feito pela venda de cotas ao público. A Flama foi inaugurada com o filme ''Milagre de Amor'', em 1951, com direção de Fenelon. Além desse, Fenelon faria outros dois títulos: ''Dominó Negro'', anunciado como o primeiro policial brasileiro, com Paulo Porto e Elvira Pagã, e ''Tudo Azul'', saudado na época como uma inovação no gênero musical. Foi também produtor de ''Agulha no Palheiro'', de Alex Viany.

Fenelon fundou a Associação Brasileira de Cinema (ABC) em 1949. Foi presidente do Sindicato Nacional da Indústria Cinematográfica (1952) e presidente do I Congresso Nacional do
Cinema Brasileiro, realizado no Rio de Janeiro em 1952.
(Enciclopédia do Cinema Brasileiro)


























[DVD] Documentário: Museu do Rádio

Título: Museu do Rádio
Tipo: Documentário / Arquivo N
Apresentação: 2006
Produção: Globo News
Roteiro e Edição: Cristina Aragão
Direção: Rosa Magalhães
Apresentação: Leilane Neubarth


DVD - COR






INFO:
Documentário da série Arquivo N exibido pela Globo News, com apresentação de Leilane Neubarth, que traz os registros mais antigos de audios e imagens do rádio. Museu do Rádio, conta a história da Rádio Nacional, apresenta cenas de TV de programas antigos e entrevistas com trabalhadores das rádios, atores, musicos e sonoplastas. Entre eles entrevista com Emilinha Borba, Paulo Gracindo e Janete Clair.
Com cenas de vários programas antigos, entre eles o Programa Balança Mas Não Cai com Paulo Gracindo e Brandão Filho, programa Hora da Ginástica, Emilinha Borba e César de Alencar, Novelas do Rádio, novela em Busca da Felicidade, novela Direito de nascer, sonoplastia de briga, evolução da tecnologia no radio, dependências das rádios antigas e atuais, Linda e Dircinha Batista no concurso de rainha do rádio, cantora Marlene, locuções de Celso Guimarães, César de Alencar, locução e canções de Cauby Peixoto. Trechos do Globo Repórter de 1983 e Fantástico de 1975

O "Museu do Rádio Roberto Marinho" foi criado por iniciativa da AERJ - Associação das Emissoras de Rádio e TV do Estado do Rio de Janeiro"