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Mostrando postagens com marcador Carlos Reichenbach. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Filme: Noite em Chamas - 1978

Título: Noite em Chamas
Gênero: Drama
Lançamento: 1978
País: Brasil
Direção: Jean Garrett
Roteiro: Carlos Reichenbach
Produção: Augusto de Cervante
Elenco: Tony Ferreira, Maria Lúcia Dahl, Ricardo Petraglia, Zilda Mayo, Roberto Maya, Lola Brah, Benjamin Cattan, Helena Ramos, Renato Master, Malu Braga, Guilherme Correa, Sérgio Hingst, Denis Derkian...




DVD - COR

INFO:
Muitas histórias acontecem em um grande hotel, artistas de cinema, assassinos, industriais, fanfarrões, são diferentes dramas, mas o drama do eletricista interpretado por Tony Ferreira é o que pode influenciar a vida de todos eles. Aparentemente uma visa insignificante. um simples eletricista, e a vida de todos por um fio. Um filme surpreendente, com personagens bem construídos que o fazem um filme completo, com erotismo, ação e muito drama pessoal, desespero, alucinações, planejamento de suicídio, desejo e traição... com a maior elenco do Brasil.


Carlos Reichenbach (Ademar)
 

os eletricistas do hotel: Tony Ferreira e Heitor Gaiotti
Helena Ramos  (Marcela)
Helena Ramos nua
Adicionar legenda
Maracy Mello (Adelaide)
Maria Lúcia Dahl (Beth Lemos)
Maria Lúcia Dahl (Beth Lemos)
 

Renato Master (Walter)
Lola Brah  (Virgínia)
 





Helena Ramos e Denis Derkian
 

alucinações de Ricardoem orgias
Patrícia Scalvi (Telefonista)


Ricardo Petraglia,  (Ricardo)
Roberto Maya  (Stank)
Tony Ferreira,  (João)
Zilda Mayo  (Laura) tomando aquele banho após o ...
Sérgio Hingst  (Augusto)

[Livro] Cinema Marginal (1968/1973) - Fernão Ramos

Título: Cinema Marginal (1968/1973); A Representação em seu Limite
Autor: Fernão Ramos
Editora: Brasiliense
Edição: Primeira / 1987
Páginas: 156
















INFO:
Cinema Marginal

- O Cinema e sua necessidade de exibição
- O Cinema Novo: ênfase na produção em detrimento da circulação e exibição
- Cinema de Autor. Percepção do objeto artístico enquanto unicamente produção do artista.
- Uma estética da fome

Glauber Rocha: Revisão Crítica do Cinema Brasileiro. Civilização Brasileira, 1963
Glauber Rocha: Uma Estética da Fome. Revista Civilização Brasileira, 1965

- Uma estética da fome: "(...) por esta definição o cinema se marginaliza da industria porque o compromisso do cinema industrial é com a mentira e a exploração" Glauber Rocha: Uma Estética da Fome.


Joaquim Pedro de Andrade: Crítica e Auto-Crític: O Padre e a Moça. Entrevista à Revista Civilização Brasileira
Jean-Claude Bernardet: Brasil em Tempo de Cinema. Civilização Brasileira, 1966

- Dahl (pg. 25) dimensão política, necessidade economica e de realização pessoal; problema de relação com o público

- Cinema Novíssimo (1966/1967)
- Glauber (pg 27)
- Cinema Novo x Novos Cineastas

- Sganzerla (pg 28)
- Golpe, Tortura Militar e Exílio
- Cinema Novo e o Erotismo; Cinema Marginal e a sexualidade sem culpa
- Grupo paulista e a Boca do Lixo
- BELAIR:  A produtora de Sganzerla e Bressane nos anos 70

- Temas (pg40)
- Manifesto do Cinema Cafajeste
Sganzerla pg 41 e 42

- Carlos Reichenbach e uma fotografia "porca"

- Bandido da Luz Vermelha pg 43
Scan pg 50

- Jairo Ferreira: Udigrudi: Os Marginais do Cinema Brasileiro
- Geraldo Veloso pg. 56
- pg 64
- Pioneiros da Pornochanchada
- pg 68

Filmografia Indicativa do Cinema Marginal


1964 - À Meia-Noite Levarei Sua Alma - José Mojica, Ozualdo Candeias [Cinematográfica Apolo]
1966 - Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver - José Mojica Marins

1967 – Blablablá – Abdrea Tonacci1967 - A Margem - Ozualdo Candeias
1968 - O Bandido da Luz Vermelha - de Rogério Sganzerla
1968 - Hitler no III Mundo / Terceiro - José Agripino de Paula, Jô Soares
1968 – Trilogia de Terror: "O Acordo" de Ozualdo Candeias, "Pesadelo Macabro" de José Mojica e "Procissão dos Mortos" de L.s. Person, Osvaldo de Oliveira, Lima Duarte [SP/Antonio Galante/ Cinematográfica Galasay]
1968 - Viagem ao Fim do Mundo - Fernando Cony Campos, Caetano Veloso (Memórias Póstumas de Brás Cubas) [RJ/Fernando Campos Prod. Cinem.]
1969 – O Anjo Nasceu – Julio Bressane, Hugo Carvana
1969 - Câncer - Glauber Rocha, Odete Lara, Hugo Carvana
1969 - O Ritual de Sádicos (O Despertar da Besta) - José Mojica Marins
1969 - Matou A Familia E Foi Ao Cinema – de Julio Bressane
1969 – Meteorango Kid, Herói Intergaláctico - André Luis Oliveira [Bahia /ALO Prod. Cinem.]
1969 – A Mulher de Todos – Jô Soares, Stênio Garcia, Helena Ignez [SP/Sganzerla Prod. Cinem./Servicine]
1970 - Bang Bang – de Andréa Tonacci
1970 - Barão Olavo, O Horrível - Julio Bressane, Helena Ignez
1970 - Caveira My Friend - Baby Consuelo (Novos Baianos) 
1970 - Copacabana Mon Amour - Rogério Sganzerla, Helena Ignez
1970 - A Família do Barulho - Julio Bressane
1970 – Jardim de Guerra – Paulo Villaça e Hugo Carvana
1970 - Os Monstros de Babaloo - Wilza Carla, Zezé Macedo, Helena Ignez, Betty Farias [RJ /Elyseu Visconti Prod.Cinem.]
1970 - Nosferato no Brasil - Ivan Cardoso - 45 min.[RJ/Super 8]
1970 - O Pornógrafo - João Callegaro, Carlos Reichenbach, Osvaldo de Oliveira, Silvio Renoldi, Stênio Garcia [SP/ Servicine]
1971 - O Capitão Bandeira Contra o Dr Moura Brasil - Antônio Calmon, Hugo Carvana
1971 - Sem essa Aranha - Rogério Sganzerla e Ivan Cardoso, Helena Ignez [RJ/Belair Filmes]
1973 - Rei do Baralho - Julio Bressane e Ivan Cardoso, Grande Otelo, Wilson Grey [RJ/Julio Bressane Prod. Cinem.]
1976 - Assuntina das Amérikas - Luiz Rosenberg - Analu Prestes, Nelson Dantas
1977 - O Vampiro da Cinemateca - Jairo Ferreira, Carlos Reichenbach, José Mojica e Jards Macalé [SP/Super 8]


[LIVRO] Dois Córregos, Verdades Submersas no Tempo

Título:  Dois Córregos, Verdades Submersas no Tempo
Autor: Carlos Reichenbach
Coleção Aplauso Cinema Brasil
Editora:
Imprensa Oficial do Estado de SP
Edição: Primeira
Páginas: 215
Estado:
Bem Consevado
ILUSTRADO
















INFO:
Argumento e Roteiro final comentado por Carlos Reichenbach. Comentário de Carlos Alberto Riccelli, ilustrado com imagens de cena e dos bastidores.


Carlos Alberto Riccelli

Riccelli, Sara Silveira e Carlão - Cidreira-RS
Carlão em Dois Córregos

[DVD] Filme: Sertão em Festa - 1970

Título: Sertão em Festa
Gênero: Drama Sertanejo
Lançamento: 1970
Direção: Osvaldo de Oliveira
Montagem: Silvio Renoldi
Produção: Sinedistri
Cia. Cinematográfica Serrador
Laboratório Rex Filmes
Elenco: Aninha, Nhá Barbina, Letácio Camargo, Candinho, Tião Carreiro, Paulo Cézar, Marlene Costa, Francisco Di Franco, José Diniz, Egídio Eccio, Nhô Juca, Mariazinha, Manuel Marques, Clenira Michel...
DVD - COR


INFO:
Filme completo com trilha sonora de Tião Carreiro e Pardinho. Drama sertanejo, com aventura e muita festa regada a viola.

"Servicine (Serviços Gerais de Cinema) Empresa criada por Alfredo Palácios e Antonio Polo Galante, ambos com vasta experiência no sistema industrial dos estúdios cinematpgráficos paulistanos da década de 50. A Servicine, rapidamente tornou-se uma das maiores empresas cinematográficas da Boca do Lixo, ao lado da Cinedistri. A principal caracteristica da empresa, como empresa podutora residia no fato de ela deter os meios de estabelecer uma associação com os grandes exibidores. Estes precisavam de películas cinematográficas para poder cumprir a lei de obrigatoriedade de exibição de filmes de longa metragem brasileiros. A Servicine produzia filmes baratos que conseguiam bons resultados de bilheteria. Este tipo de produção se tornou o padrão Boca do Lixo, seguido por outras pequenas produtoras de filmes do gênero erótico que tambem entrariam em co-produção com a Servicine. Uma das caracterpisticas da empresa, principalmente na sua primeira e mais produtiva fase (1968-1973) era trabalhar filmes dirigidos por realizadores estreantes em filmes de longa metragem como Osvaldo de Oliveira (O Cangaceiro Sanguinário, 1969), Líbero Miguel (Ipanema Toda Nua, 1970), João Callegaro (O Pornógrafo, 1971). Realizadores importantes como Rogério Sganzerla (A Mulher de Todos, 1969), Sylvio Back (Guerra dos Pelados, 1970), Walter Hugo Khouri (Ultimo êxtase, 1973) tambem tiveram suas obras produzidas pela Servicine. Em 1975 a Servicine realiza sua mais ambiciosa produção o filme Lucíola, O Anjo Pecador, baseada na obra homônima de José de Alencar,o filme alcançou expressivo resultado de público."
Enciclopédia do Cinema Brasileiro, Fernão Ramos
Trilha Sonora:
Tristeza Do Jeca - Tião Carreiro e Pardinho
Saúde, Paz E Amor - Luiz Gomes
Em Tempo De Avanço - Tião Carreiro and Pardinho
Vai Chorando, Coração - Duo Glacial
Caboclinha Malvada - Tião Carreiro e Pardinho
Mestre Carreiro - Tião Carreiro e Pardinho
Tristeza Do Jeca - Poly
Ôi, Vida Minha - Tião Carreiro e Pardinho
Nove e Nove - Tião Carreiro e Pardinho
Zenilton e Perereca - Zenilton e Mariazinha
Jerimum - Tião Carreiro e Pardinho
Pagode - Tião Carreiro e Pardinho
Biquinha De Água Limpa - Duo Glacial
Vai Chorando, Coração - Poly

















































[DVD] Filme: Jeca e o Bode - 1972

Titulo: O Jeca e o Bode
Gênero: Comédia
Lançamento: 1972
Duração: 82 min.
Direção e Roteiro: Ary Fernandes
Procitel - Empresa Paulista de Cinema
Elenco: Chico Fumaça, Celso Lucas, Flor Magalhães, Orlando Magalhães, Vanda Marchetti, Altamiro Martins, Marthus Mathias, Walter Portela, Carlos Reichenbach, Clenira Michel, Adélia Iório
DVD - Cor


INFO:
Um caipira vem para a capital e passa a viver, com a sogra, numa vila do Brás. Um bode que fala, amigo inseparável do caipira, provoca as primeiras confusões. O caipira passa de emprego a emprego - de entregador a camelô, até ser ludibriado por um bando de contrabandistas. O pessoal da vila derrota os vilões e um fazendeiro, enamorado pela filha do caipira, oferece a este um emprego de administrador de sua propriedade.
"Um caipira, Firmino, vem para a capital com sua família, a chamado da sogra, com quem passa a residir. Depara-se, de saída, com um impasse: a acomodação de 'Bernardino', um bode que fala e de quem Jeca não se separa. Em meio a constantes rixas com a sogra e desinteligências com a vizinhança, provocadas pelo bode, Firmino vive uma série de situações encrencadas, decorrentes de sua desambientação na grande cidade e desatualização com o progresso. Enquanto vai driblando os contratempos, sua filha Jandira se enamora de um estudante de Engenharia, ao tempo em que o seu filho faz aumentar a confusão na vila com seus inventos amalucados. Na luta pela vida, Firmino acaba como camelô, quando então é ludbriado por uma quadrilha de contrabandistas. Mais uma vez, porém, o caipira se sai bem, contribuindo com sua simplicidade para a captura dos contraventores."
Cinemateca Brasileira