Título: Revista do Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco
Tipo: Revista
Lançamento: 1979
Local: Recife
Edição: N. 2
Páginas: 258+
Editora: Secretaria do Estado de Educação e Cultura
Autores: Nilo Pereira, Mauro Motta, Gilberto Freyre, e outros...
REVISTA - PORTUGUÊS
INFO:
Excelente estado, lombada com marcas de uso, mas conteúdo intacto e aparência geral boa. Com grandes autores Nilo Pereira, Mauro Motta, Gilberto Freyre, e outros. Fala sobre a interessantíssima questão da "Boite Joaquim Nabuco", bordel instalado no engenho Massangana, residência do grande homem de Estado.
ÍNDICE
A Questão Religiosa e o Recife — Aditivo — Cons. Nilo Pereira
História do Instituto de Educação de Pernambuco — Cons. Cussy de Almeida
Serviços prestados à Cultura pelo Moinho Recife — Cons. Flávio Guerra
Edifício da Casa de Detenção — Cons. Luiz Delgado
Subvenções a entidades culturais — Cons. Flávio Guerra
ATIVIDADES DO CONSELHO — DECRETOS E ATOS DO GOVÊRNO DO ESTADO SÔBRE O ASSUNTO
Decreto n° 1681, de 17-4-69, sôbre as comemorações do centenário do Marquês de Olinda
Decreto n° 1709, de 19-6-69 — Criação da Coordenadoria de Museus Estaduais
Decreto Lei n° 135, de 12-11-69 — Criação do cargo de Secretário Geral dos Conselhos de Educação e de Cultura
Renovação de mandato de Conselheiros e nomeação da Secretária Geral do Conselho
PARECERES, COMUNICAÇÕES E RELATÓRIOS
Plano Cultural da Secretaria de Educação e Cultura — Cons. Nilo Pereira
Voto sôbre atividades culturais para 1969 — Cons. Luiz Delgado Regulamentação da profissão de museólogo — Parecer — Cons. Mauro Mota
Orquestra Sinfônica do Recife — Parecer — Cons. Cussy de de Almeida Netto
Comunicações do Cons. Luiz Delgado sôbre o dr. Airton de Almeida Carvalho e sôbre o museu instalado pela Irmandade de Nossa Senhora da Conceição dos Militares
Centenário do Conde da Boa Vista — Cons. Nilo Pereira
Personagens de Romances — Curso de Gilberto Freyre no IJNPS — Cons. Mauro Mota
Folhas ao Vento — Livro póstumo de Olívio Montenegro — Cons. Mauro Mota
Vôo do Apoio XII à lua — Presidente Gilberto Freyre
Painéis de Lula Cardoso Ayres — Cons. Mauro Mota
Comunicações sôbre Rogaciano Leite — Cons. Mauro Mota
VISITA AO ENGENHO MASSANGANA
SOS para o engenho do menino Nabuco
Massangana — Gilberto Freyre
Visita a Massangana — Nilo Pereira
Massangana valerá mesmo tanto arruido e tanta falação? — Flávio Guerra
titulo
Divulgação de acervo particular de filmes. Para trocas e intercâmbios entre em contato.
filmes@expirados.com.br
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[SEBO] Livro: Estácio Coimbra - Homem Representativo de seu Meio e de seu Tempo - Gilberto Freyre & Outros
Título: Estácio Coimbra - Homem Representativo de seu Meio e de seu Tempo
Autor: Gilberto Freyre & Outros
Editora: MEC - Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais (atual FUNDAJ)
Edição: 1º
Lançamento: 1973
Páginas: 138
LIVRO - PORTUGUÊS - ILUSTRADO
INFO:
Livro raro. Antigo, mas em bom estado e feito de bom material.
Sumário
Gilberto Freyre - Uma explicação
Gilberto Freyre - Estácio Coimbra, homem representativo
Gilberto Freyre - Estácio Coimbra : Aspectos de uma figura já histórica e ainda contemporânea
Waldemar Valente - Estácio Coimbra : A Reforma Carneiro Leão e a sociologia na Escola Normal do Estado de Pernambuco
Ruyde Ayres Bello - Estácio Coimbra: O senhor de engenho, o político, o homem
Renato Carneiro Campos - Estácio Coimbra : Um tipo de político conservador
Anexos
Eraldo Gueiros Leite - Estácio Coimbra
Nilo Pereira - No centenário de Estácio Coimbra
Antiógenes Chaves -Um aristocrata democrático : Estácio Coimbra
Geraldo Guedes - Homenagem à memória de Estácio Coimbra, no centenário de seu nascimento
Exposição Estácio Coimbra
Autor: Gilberto Freyre & Outros
Editora: MEC - Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais (atual FUNDAJ)
Edição: 1º
Lançamento: 1973
Páginas: 138
LIVRO - PORTUGUÊS - ILUSTRADO
INFO:
Livro raro. Antigo, mas em bom estado e feito de bom material.
Sumário
Gilberto Freyre - Uma explicação
Gilberto Freyre - Estácio Coimbra, homem representativo
Gilberto Freyre - Estácio Coimbra : Aspectos de uma figura já histórica e ainda contemporânea
Waldemar Valente - Estácio Coimbra : A Reforma Carneiro Leão e a sociologia na Escola Normal do Estado de Pernambuco
Ruyde Ayres Bello - Estácio Coimbra: O senhor de engenho, o político, o homem
Renato Carneiro Campos - Estácio Coimbra : Um tipo de político conservador
Anexos
Eraldo Gueiros Leite - Estácio Coimbra
Nilo Pereira - No centenário de Estácio Coimbra
Antiógenes Chaves -Um aristocrata democrático : Estácio Coimbra
Geraldo Guedes - Homenagem à memória de Estácio Coimbra, no centenário de seu nascimento
Exposição Estácio Coimbra
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| Sumário |
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| Ficha Catalográfica |
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| Estácio Coimbra |
[SEBO] Livro: Ciranda Barroca - Geraldo Santos Pereira - 1984
Título: Ciranda Barroca - Histórias de / para Cinema
Autor: Geraldo Santos Pereira
Editora: Grupiara
Local:
Edição: 1º
Páginas: 192
LIVRO - PORTUGUÊS
INFO:
Estado de conservação: Bom estado de conservação. Em Ciranda Barroca estão presentes realidade e ficção. Na primeira parte, Geraldo Santos Pereir narra sua movimentada experiência de trinta anos no cinema brasileiro. Na segunda parte, revela sua força criativa em quatro histórias com temas e personagens de poderosa carga dramática: um cngaceiro em luta de vida e morte com um samurai; um casal de índios e seu desesperado amor antropofágico; um fazendeiro e sua estranha relação com duas mulheres que se confundem no passado e no presente; os herdeiros de uma trágica maldição que começa em Diamantina, passa pelo Serro, alcança São João del Rei, transfere-se para Mariana e chega a Ouro Preto, onde, naa atualidade a ciranda de amor e morte se conclui.
Autor: Geraldo Santos Pereira
Editora: Grupiara
Local:
Edição: 1º
Páginas: 192
LIVRO - PORTUGUÊS
INFO:
Estado de conservação: Bom estado de conservação. Em Ciranda Barroca estão presentes realidade e ficção. Na primeira parte, Geraldo Santos Pereir narra sua movimentada experiência de trinta anos no cinema brasileiro. Na segunda parte, revela sua força criativa em quatro histórias com temas e personagens de poderosa carga dramática: um cngaceiro em luta de vida e morte com um samurai; um casal de índios e seu desesperado amor antropofágico; um fazendeiro e sua estranha relação com duas mulheres que se confundem no passado e no presente; os herdeiros de uma trágica maldição que começa em Diamantina, passa pelo Serro, alcança São João del Rei, transfere-se para Mariana e chega a Ouro Preto, onde, naa atualidade a ciranda de amor e morte se conclui.
Nascido em Visconde do Rio Branco, Minas Gerais, Geraldo Santos Pereira formou-se em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, exerceu o jornalismo em Belo Horizonte e publicou contos, poemas e ensaios em suplementos literários da capital mineira, do Rio e São Paulo.
Fez parte da delegação mineira ao I Congresso Brasileiro de Escritores, fundou, com amigos, o Clube de Cinema de Minas Gerais e a Sociedade “Claude Debussy”, inaugurada com visita de Villa-Lobos.
Com bolsa de estudo do Governo francês, cursou em Paris o “Institut des Hautes Études Cinématographiques”, seção Realização-Produção, c Literatura Contemporânea, na Sorbonne.
Retornando ao Brasil, em 1951, foi residir em São Paulo, onde trabalhou.
Fez parte da delegação mineira ao I Congresso Brasileiro de Escritores, fundou, com amigos, o Clube de Cinema de Minas Gerais e a Sociedade “Claude Debussy”, inaugurada com visita de Villa-Lobos.
Com bolsa de estudo do Governo francês, cursou em Paris o “Institut des Hautes Études Cinématographiques”, seção Realização-Produção, c Literatura Contemporânea, na Sorbonne.
Retornando ao Brasil, em 1951, foi residir em São Paulo, onde trabalhou.
[SEBO] Livro: Dina Sfat Palmas Pra Que Te Quero - 1988
Título: Dina Sfat Palmas Pra Que Te QueroAutor: Dina Sfat e Mara Caballero
Editora: Nordica
Edição: Sexta Edição - 1988
Páginas: 255
ILUSTRADO
Estado: Bem Conservado
Original em Português
INFO:
Um tipo de autobiografia, com trechos do diário de Dina Sfat contando suas alegrias e tristezas, sucessos e decepções. Uma seleta de comentários e críticas além de uma filmografia detalhada. Fotos de cena e do arquivo particular. Uma revelação dos detalhes por traz das produções e do mundo desta que foi uma das maiores atrizes do Brasil.
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| Dina Sfat e Joaquim Pedro de Andrade no set |
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| Dina Sfat e Grande Otelo em foto do filme Macunaíma |
[SEBO] Livro: A Leitura Social da Novela das Oito - 1986
Título: A Leitura Social da Novela das Oito
Autor: Leal, Ondina Maria Fachel
Editora:Vozes - Petrópolis RS
Edição: 1986
Páginas: 133
ILUSTRADO
Estado: Usado
Original em Português
INFO:
Obra da pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Curso de Pós-Graduação em Antropologia, Politica e Sociologia. Abrangendo as áreas de Antropologia simbólica e Antropologia social
Autor: Leal, Ondina Maria Fachel
Editora:Vozes - Petrópolis RS
Edição: 1986
Páginas: 133
ILUSTRADO
Estado: Usado
Original em Português
INFO:
Obra da pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Curso de Pós-Graduação em Antropologia, Politica e Sociologia. Abrangendo as áreas de Antropologia simbólica e Antropologia social
[LIVRO] Le Cinéma et la crise de notre temps - Jean Leirens
Título: Le Cinéma et la crise de notre temps
Autor: Jean Leirens
Collection "Septième art" 7º Art
Editora: Les Editions du cerf - Paris
Edição: 1960
Páginas: 133
ILUSTRADO
Estado: Usado
Original em Francês
INFO:
Table des Matiéres / Sumário:
Le domaine de l'aliénation
L'ennui
La solitude
Le Domaine de l'absurde
L'univers d'Ingmar Bergman
Filmographie d'Ingmar Bergman
Conclusion
Index des citations (Índice de citações)
INFO:
Dentre tantas personalidades citadas e discutidas por Leirens neste livro, destacamos: Gladys Gloover, Nikos Koundouros, Kafka, Marilyn Monroe, Max Ophuls, Edgard Poe, Dostoievsky, André Bazin, Cecil B. De Mille, Buster Keaton, Chaplin, Jacques Tati, Laslo Benedek, Luis Bunue.
Autor: Jean Leirens
Collection "Septième art" 7º Art
Editora: Les Editions du cerf - Paris
Edição: 1960
Páginas: 133
ILUSTRADO
Estado: Usado
Original em Francês
INFO:
Table des Matiéres / Sumário:
Le domaine de l'aliénation
L'ennui
La solitude
Le Domaine de l'absurde
L'univers d'Ingmar Bergman
Filmographie d'Ingmar Bergman
Conclusion
Index des citations (Índice de citações)
INFO:
Dentre tantas personalidades citadas e discutidas por Leirens neste livro, destacamos: Gladys Gloover, Nikos Koundouros, Kafka, Marilyn Monroe, Max Ophuls, Edgard Poe, Dostoievsky, André Bazin, Cecil B. De Mille, Buster Keaton, Chaplin, Jacques Tati, Laslo Benedek, Luis Bunue.
[LIVRO] Bréviaire Du Cinéma - Charles Ford
Título: BREVIAIRE DU CINEMA soixante ans de pensée cinégraphique. Avant-propos de Marcel L'HERBIER
Autor: Charles Ford
Collection Cinéma Télevision
dirigée par Pierre Lherminier
Editora: Editions Publications - Paris
Edição: 1959 n. 846
Páginas: 153
Estado: Usado
Original em Francês
INFO:
Table des Matiéres / Sumário:
Avertissement
Avant-Propos
Point de vue
Essence du Cinéma
Les Problemes de l'esthétique
Puissance de l'Eeran
Art et Industrie
Théâtre et Cinéma
Le comédien d'éeran
Index des citations (Índice de citações)
Charles Ford foi um jornalista, escritor e historiador do cinema francês, , produtor de rádio e televisão, nascido 1908 em Bellevue, na França.
Entre inúmeros livros sobre cinema e cineastas que publicou, se destacam: Histoire encyclopédique du cinéma (em parceria com René Jeanne, 1947), Histoire populaire du cinéma (1955), Histoire illustrée du cinéma (1966), Femmes cinéastes ou le triomphe de la volonté (1972), Histoire moderne du cinéma (1987) e a biografia do cineasta Leni Riefenstahl.
Autor: Charles Ford
Collection Cinéma Télevision
dirigée par Pierre Lherminier
Editora: Editions Publications - Paris
Edição: 1959 n. 846
Páginas: 153
Estado: Usado
Original em Francês
INFO:
Table des Matiéres / Sumário:
Avertissement
Avant-Propos
Point de vue
Essence du Cinéma
Les Problemes de l'esthétique
Puissance de l'Eeran
Art et Industrie
Théâtre et Cinéma
Le comédien d'éeran
Index des citations (Índice de citações)
Charles Ford foi um jornalista, escritor e historiador do cinema francês, , produtor de rádio e televisão, nascido 1908 em Bellevue, na França.
Entre inúmeros livros sobre cinema e cineastas que publicou, se destacam: Histoire encyclopédique du cinéma (em parceria com René Jeanne, 1947), Histoire populaire du cinéma (1955), Histoire illustrée du cinéma (1966), Femmes cinéastes ou le triomphe de la volonté (1972), Histoire moderne du cinéma (1987) e a biografia do cineasta Leni Riefenstahl.
[Livro] Pedra Sobre Pedra - 1992

Título: Pedra Sobre Pedra
Autor: Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares
Adaptação: Jesse Navarro
Edição: 1992
Editora: Globo, 143 pg.
Estado: Usado, Bem Conservado
INFO:
Vínculada como parte integrante da revista Globonovelas 1.
.
Anos 90,
Lima Duarte,
Livros,
Novelas
[Livro] Vale Tudo - Adaptação do roteiro
Título: Vale Tudo
Autor: Aguinaldo Silva, Gilberto Braga, Leonor Basseres
Adaptação: Eduardo Borsato
Editora: Globo
Estado: Usado, com bordas desgastadas
INFO:
Com finais inéditos que você não viu
Em Vale Tudo, quantas pessoas teriam motivos para matar Odete Roitman
Nesta adaptação especial, acompanhe a ciranda de alternativas para o assassinato. Acompanhe o amor de Raquel e Ivan, o dia-a-dia de gente igual a todos nós, e acima de tudo veja como uma tortuosa mente como a de Fátima pode gerar as mais incríveis maldades.
Através deste lançamento, reviva as emoções e o suspense de uma das telenovelas de maior audiência na história da nossa televisão"
Autor: Aguinaldo Silva, Gilberto Braga, Leonor Basseres
Adaptação: Eduardo Borsato
Editora: Globo
Estado: Usado, com bordas desgastadas
INFO:
Com finais inéditos que você não viu
Em Vale Tudo, quantas pessoas teriam motivos para matar Odete Roitman
Nesta adaptação especial, acompanhe a ciranda de alternativas para o assassinato. Acompanhe o amor de Raquel e Ivan, o dia-a-dia de gente igual a todos nós, e acima de tudo veja como uma tortuosa mente como a de Fátima pode gerar as mais incríveis maldades.
Através deste lançamento, reviva as emoções e o suspense de uma das telenovelas de maior audiência na história da nossa televisão"
[Livro] Dancin' Days + Agua Viva - As Grandes Telenovelas
Título: Dancin Days - Coleção As Grandes TelenovelasAutor: Gilberto Braga
Adaptação: Eduardo Borsato e Edgar Moura Brasil
Editora: Rio Gráfica
Edição: Única de 1985
Páginas: 94
Estado: Usado, com bordas desgastadas

Título: Agua Viva - Coleção As Grandes Telenovelas
Autor: Gilberto Braga e Manoel Carlos
Adaptação: Eduardo Borsato
Editora: Rio Gráfica
Edição: Única de 1985
Páginas: 94
Estado: Usado, com bordas desgastadas
INFO:
As Grandes Telenovelas é uma coleção lançada no mercado pela Rio Gráfica e Editora durante o ano de 1985, que consistia em adaptações de tramas de telenovelas em formato de romance. As adaptações eram feitas pelos próprios autores dos textos para a TV ou por outros profissionais.
É um texto de ótima leitura ideal para fãs e pesquisadores.
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| Foram lançados doze livros, que vinham como brinde junto a caixas de sabão em pó da marca Omo |
[LIVRO] Caminhos e Descaminhos do Cinema Paulista; A Década de 50
Título: Caminhos e Descaminhos do Cinema Paulista; A Década de 50Autor: Máximo Barro
Editora: Editora do Autor
Edição: Primeira
Páginas: 90
Estado: Novo
ILUSTRADO
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| Cine Marabá - 1945 |
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| Edifício Excelsior - 1942 |
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| Lorenzo Serrano filmando "Homens sem Paz" |
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| Gravação de "Macumba na Alta" |
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| Maquinários da Multifilmes |
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| "Simão o Caôlho" |
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| Gravação de "Uma Pulga na Balança" |
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| Dependências da Vera Cruz em 1953 |
[Livro] Cinema Marginal (1968/1973) - Fernão Ramos
Título: Cinema Marginal (1968/1973); A Representação em seu LimiteAutor: Fernão Ramos
Editora: Brasiliense
Edição: Primeira / 1987
Páginas: 156
INFO:
Cinema Marginal
- O Cinema e sua necessidade de exibição
- O Cinema Novo: ênfase na produção em detrimento da circulação e exibição
- Cinema de Autor. Percepção do objeto artístico enquanto unicamente produção do artista.
- Uma estética da fome
Glauber Rocha: Revisão Crítica do Cinema Brasileiro. Civilização Brasileira, 1963
Glauber Rocha: Uma Estética da Fome. Revista Civilização Brasileira, 1965
- Uma estética da fome: "(...) por esta definição o cinema se marginaliza da industria porque o compromisso do cinema industrial é com a mentira e a exploração" Glauber Rocha: Uma Estética da Fome.
Joaquim Pedro de Andrade: Crítica e Auto-Crític: O Padre e a Moça. Entrevista à Revista Civilização Brasileira
Jean-Claude Bernardet: Brasil em Tempo de Cinema. Civilização Brasileira, 1966
- Dahl (pg. 25) dimensão política, necessidade economica e de realização pessoal; problema de relação com o público
- Cinema Novíssimo (1966/1967)
- Glauber (pg 27)
- Cinema Novo x Novos Cineastas
- Sganzerla (pg 28)
- Golpe, Tortura Militar e Exílio
- Cinema Novo e o Erotismo; Cinema Marginal e a sexualidade sem culpa
- Grupo paulista e a Boca do Lixo
- BELAIR: A produtora de Sganzerla e Bressane nos anos 70
- Temas (pg40)
- Manifesto do Cinema Cafajeste
Sganzerla pg 41 e 42
- Carlos Reichenbach e uma fotografia "porca"
- Bandido da Luz Vermelha pg 43
Scan pg 50
- Jairo Ferreira: Udigrudi: Os Marginais do Cinema Brasileiro
- Geraldo Veloso pg. 56
- pg 64
- Pioneiros da Pornochanchada
- pg 68
Filmografia Indicativa do Cinema Marginal
1964 - À Meia-Noite Levarei Sua Alma - José Mojica, Ozualdo Candeias [Cinematográfica Apolo]
1966 - Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver - José Mojica Marins
1967 – Blablablá – Abdrea Tonacci1967 - A Margem - Ozualdo Candeias
1968 - O Bandido da Luz Vermelha - de Rogério Sganzerla
1968 - Hitler no III Mundo / Terceiro - José Agripino de Paula, Jô Soares
1968 – Trilogia de Terror: "O Acordo" de Ozualdo Candeias, "Pesadelo Macabro" de José Mojica e "Procissão dos Mortos" de L.s. Person, Osvaldo de Oliveira, Lima Duarte [SP/Antonio Galante/ Cinematográfica Galasay]
1968 - Viagem ao Fim do Mundo - Fernando Cony Campos, Caetano Veloso (Memórias Póstumas de Brás Cubas) [RJ/Fernando Campos Prod. Cinem.]
1969 – O Anjo Nasceu – Julio Bressane, Hugo Carvana
1969 - Câncer - Glauber Rocha, Odete Lara, Hugo Carvana
1969 - O Ritual de Sádicos (O Despertar da Besta) - José Mojica Marins
1969 - Matou A Familia E Foi Ao Cinema – de Julio Bressane
1969 – Meteorango Kid, Herói Intergaláctico - André Luis Oliveira [Bahia /ALO Prod. Cinem.]
1969 – A Mulher de Todos – Jô Soares, Stênio Garcia, Helena Ignez [SP/Sganzerla Prod. Cinem./Servicine]
1970 - Bang Bang – de Andréa Tonacci
1970 - Barão Olavo, O Horrível - Julio Bressane, Helena Ignez
1970 - Caveira My Friend - Baby Consuelo (Novos Baianos)
1970 - Copacabana Mon Amour - Rogério Sganzerla, Helena Ignez
1970 - A Família do Barulho - Julio Bressane
1970 – Jardim de Guerra – Paulo Villaça e Hugo Carvana
1970 - Os Monstros de Babaloo - Wilza Carla, Zezé Macedo, Helena Ignez, Betty Farias [RJ /Elyseu Visconti Prod.Cinem.]
1970 - Nosferato no Brasil - Ivan Cardoso - 45 min.[RJ/Super 8]
1970 - O Pornógrafo - João Callegaro, Carlos Reichenbach, Osvaldo de Oliveira, Silvio Renoldi, Stênio Garcia [SP/ Servicine]
1971 - O Capitão Bandeira Contra o Dr Moura Brasil - Antônio Calmon, Hugo Carvana
1971 - Sem essa Aranha - Rogério Sganzerla e Ivan Cardoso, Helena Ignez [RJ/Belair Filmes]
1973 - Rei do Baralho - Julio Bressane e Ivan Cardoso, Grande Otelo, Wilson Grey [RJ/Julio Bressane Prod. Cinem.]
1976 - Assuntina das Amérikas - Luiz Rosenberg - Analu Prestes, Nelson Dantas
1977 - O Vampiro da Cinemateca - Jairo Ferreira, Carlos Reichenbach, José Mojica e Jards Macalé [SP/Super 8]
[LIVRO] Dois Córregos, Verdades Submersas no Tempo
Autor: Carlos Reichenbach
INFO:
Argumento e Roteiro final comentado por Carlos Reichenbach. Comentário de Carlos Alberto Riccelli, ilustrado com imagens de cena e dos bastidores.
Coleção Aplauso Cinema Brasil
Editora: Imprensa Oficial do Estado de SP
Editora: Imprensa Oficial do Estado de SP
Edição: Primeira
Páginas: 215
Estado: Bem Consevado
ILUSTRADO
Estado: Bem Consevado
ILUSTRADO
INFO:
Argumento e Roteiro final comentado por Carlos Reichenbach. Comentário de Carlos Alberto Riccelli, ilustrado com imagens de cena e dos bastidores.
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| Carlos Alberto Riccelli |
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| Riccelli, Sara Silveira e Carlão - Cidreira-RS |
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| Carlão em Dois Córregos |
[LIVRO] O Cinema Como Razão de Viver - CARLOS REICHEMBACH
Autor: Marcelo Lira
Coleção Aplauso Cinema Brasil
Editora: Imprensa Oficial do Estado de SP
Editora: Imprensa Oficial do Estado de SP
Edição: Primeira
Páginas: 350
Estado: Bem Consevado
ILUSTRADO
Estado: Bem Consevado
ILUSTRADO
pg 73-76
Lembro que o melhor presente que recebi na minha vida foi um mimeógrafo, daqueles antigos a álcool. Me pai me deu quando eu era garoto. Editei muito jornal em casa. Pode-se dizer que eu nasci para ser editor e o cinema foi um desvio de rota. Boa parte da minha geração de diretores, bem como o pessoal do Cinema Novo, veio do jornalismo, do texto escrito. Quando eu entrei na faculdade de cinema São Luis, imaginava que existisse o curso de roterista. Queria escrever para cinema. Eu ja gostava de cinema na adolescência, mas não pensava nunca em ser diretor. Aos nove anos de idade, meus pais eram muito amigos do casal Vera e Oswaldo Sampaio.Ele foi o diretor de Sinha Moça, A Estrada e outros. Meu pai editava uma resvita ligada à cultura chamada Lady. Era uma revista considerada muito adiantada para a época, uma revista para mulheres sem fotonovela, que contratava escritores para fazer os artigos. Nomes como Dinah Silveira de Queirós ou Ernani Donato. Aliás ele lançou várias revistas Seleções durante duas décadas. Em 1956, o Oswaldo adaptou uma novela do Dinah, chamada Jovita, que havia sido publicada na revista Lady, que ele pretendia filmar. O filme acabou não saindo, mas lembro que ele fez uma leitura da adaptação para o meu pai e outros amigos, lá na casa da represa Billings. Eu tinha nove anos de idade e aquela leitura me marcou muito. Fiquei absolutamente fascinado com a construção do roteirocinematográfico; me pareceu uma maneira inovadora de lidar com a literatura. Aos 11 anos, resolvi escrever meu primeiro roteiro. Nem lembro direito do que se tratava, foi meu primeiro texto distribuído em vários cadernos escolares e tambem meu primeiro contato com o "cinema escrito". Ao mesmo tempo, meu pai tambem era ligado à prátic amadora do cinema, tinha uma Câmera 16 mm e filmaa bastante.
Ele fez uma volta ao mundo de navio, com minha mãe, em 1953, e voltou com inúmeros rolos de filme colorido reversível. Usei cenas filmadas por ele em Hong-Kong, Macau e Honolulu no meu longa Alma Corsária. Ampliadas para 35 mm, elas aparecem, por exemplo, naquelas lembranças do chinês, dono da Pastelaria, quando o pianista começou a tocar.
pag 98
Influência Política
Uma coisa que sempre me interessou muito desde a adolescência, foi o pensamento anarquista. Sou filho único e meu pai morreu cedo. Minha mãe é estoniana. Pouca gente sabe disso, mas uma coisa que me marcou muito foi que passei a vida inteira testemunhando ela receber correspondência familiar aberta. A Estônia era um país que fazia parte da União Soviética. As cartas das irmãs e sobrinhas da minha mãe que chegava em casa, eram sempre lidas com antecedência pelos agentes da repressão, tanto da Estônia quanto do Brasil. Certa época da minha vida eu tentei me aproximar do "Partido Comunista"; minha mãe descobriu e ficou dias sem falar comigo.
Em meu filme mais político, Império do Desejo, há um embate entre um anarquista e uma maoísta, onde a moísta fala - entre outras frases problemáticas - a frase dita por Roosevelt quando entregou a Estônia, Letônia e Lituânia para a União Soviética: "Quero beber à saúde da nossa aliança." ... Foi uma satisfação imensa exorcizar essse karma materno em Império do Desejo, o filme que dediquei a Pierre Proudhon: "Toda a propriedade é um roubo!"
pag 103-104
... houve aqueles problemas com a Embrafilme, a chegada do Collor ao poder e as dificuldades de produção de cinema que se conhece. No início dos anos Collor, eu e outros cinco cineastas fundamos a "Casa de Imagens". Ficamos três anos trabalhando em um projeto de seis filmes de baixo custo, que acabou se tornando modelo no Brasil e na Europa. Desse projeto foram concretizados depois dois filmes: Perfume de Gardênia do Guilherme de Almeida Prado e Loucos Por Cinema, de André Luis de Oliveira, que eram dois dos sócios da produtora. Os outros sócios eram Julio Calasso Jr, Andréa Tonacci, Inácio Araújo e eu. O projeto de seis filmes da Casa de Imagens foi apresentado para investidores internacionais para o que o financiassem baseados na chamada "Lei da conversão da dívida externa". Houve grande interesse e muita conversação. Estávamos prestes a fechar um contrato de financiamento com um banco holandês. Um dia antes de assinar o contrato, a lei da conversão da dívida foi derrubada pelo Congresso. Foi muito azar. Já era uma época bem ruim para fazer cinema no Brasil e ainda acontece isso. Imagine a nossa decepção. Com esse episódio fiquei desencantado em continuar fazendo cinema no Brasil. Decidi que não dava para trabalhar em um país onde as regras do jogo mudam a toda hora. Passei um período inativo, mas descobri que consigo me adaptar rapidamente às constantes mudanças de regras que caracterizam o país. ... Já enfrentei todo tipo de dificuldade para fazer cinema. Pode imaginar a pior coisa que garanto que ja aconteceu comigo.
Meus filmes foram quase todos realizados sob as condições mais adversas. Acho que nada desculpa o "corpo mole", o deixar de produzir. Você deve inventar condições para filmar, seja qual for a situação. É só olhar minha carreira. Quanfo me ofereceram para trabalhar como diretor contratado, trabalhei.
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| Reichenbach filmando com Helio Nakayama |
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| Sara Silveira e Reichenbach |
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| Reichenbach nas filmagens de Audácia |
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| Neide Ribeiro e Fernando Benini em: A Ilha dos Prazeres Proibídos |
[LIVRO] 1000 Que Fizeram 100 Anos de Cinema
Título: 1000 Que Fizeram 100 Anos de Cinema
Editora: ISTOÉ
Edição: Primeira
Páginas:260
Estado: Bem Consevado
ILUSTRADO
INFO:
Uma enciclopédia ilustrada das grandes personalidades do cinema.
Editora: ISTOÉ
Edição: Primeira
Páginas:260
Estado: Bem Consevado
ILUSTRADO
INFO:
Uma enciclopédia ilustrada das grandes personalidades do cinema.
[LIVRO] Cinema em Pernambuco e no Brasil - 2002
Título: Cinema em Pernambuco e no Brasil - Pesquisa Qualitativa sobre os Fatores Favoráveis e Desfavoráveis
Autor: Valença e Associados
Editora: Fundação de Cultura Cidade do Recife - 2002
Edição: Primeira
Páginas:131
Estado: Bem Consevado
ILUSTRADO
INFO:
Estudos acerca do cinema em Pernambuco, os entraves no processo de produção. Fruto de pesquisa do Consultora Valença e Associados. Ilustrado com gráficos.
Autor: Valença e Associados
Editora: Fundação de Cultura Cidade do Recife - 2002
Edição: Primeira
Páginas:131
Estado: Bem Consevado
ILUSTRADO
INFO:
Estudos acerca do cinema em Pernambuco, os entraves no processo de produção. Fruto de pesquisa do Consultora Valença e Associados. Ilustrado com gráficos.
[LIVRO] Seu Adolpho - 2010
Título: Seu Adolpho - Uma Biografia em Fractais de Adolpho Bloch, Fundador da TV e da Revista MancheteAutor: Felipe Pena
Editora: Vermelho Marinho - RJ, 2010
Edição: Primeira
Páginas:263
Estado: Bem Consevado
ILUSTRADO
INFO:
Felipe explica que a ideia de escrever o livro surgiu durante o velório de Bloch. “Por incrível que possa parecer, nunca o conheci pessoalmente. Na verdade, a única vez em que o vi foi no seu velório. Foi um velório diferente, cada pessoa que chegava tinha uma ou várias histórias inusitadas para contar, cada causo mais interessante que o outro. Daí passei a colecioná-los. Tempos depois, no meu doutorado, criei o método da biografia em fractais e apliquei no livro. A sugestão inicial partiu do jornalista Fernando Barbosa Lima, em um jantar na casa da viúva de Adolpho, Anna Bentes, que tinha sido minha aluna em um curso de extensão”, conta ele.”
http://editorausinadeletras.wordpress.com/category/livros/seu-adolpho/
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