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[DVD] Documentário: O Menino de Brodosqui - 1980

Título: O Menino de Brodosqui
Gênero: Documentário / Reportagem
Duração: 50 min.
Lançamento: 1980
Produção: Globo Repórter
Diretor: Eduardo Coutinho
Narração: Sérgio Chapelin
Consultoria: Projeto Candido Portinari, João Candido Portinari

DVD - COR






INFO:
Produzido especialmente para o Globo Repórter, documentário do grande Eduardo Coutinho, sobre a magistral figura do pintor brasileiro Candido Portinari. O formato é a reportagem, com entrevistas e depoimentos de amigos, familiares e conhecidos que delineiam a personalidade e a história do pintor. Fotos e cenas de arquivo. Interessante análise descritiva e histórica das obras. É um verdadeiro documento sobre a cidade natal do pintor: Brodosqui. Serve tanto para quem quer conhecer mais sobre a obra do pintor, bem como do documentarista Eduardo Coutinho em evolução. Com chamadas de época (Bem Amado, etc.). Raridade exclusiva. Extraído da TV de época. A/V: Excelente.

Obras de Eduardo Coutinho em DVD:

1970 - Faustão
1976 - Seis Dias em Ouricuri (média-metragem) - Eduardo Coutinho - 01 DVD
1978 - Teodorico Imperador do Sertão - Eduardo Coutinho - 01 DVD
1980 - Portinari, O Menino de Brodosqui - Eduardo Coutinho
1984 - Cabra Marcado Para Morrer - Coutinho (João Pedro Teixeira, lider sindical) - 01 DVD
1987 - Santa Marta
1993 - Boca de Lixo - Eduardo Coutinho
1999 - Santo Forte - Eduardo Coutinho - 01 DVD
2000 - Babilônia 2000
2002 - Edifício Master - Eduardo Coutinho (o cotidiano em um edificio de Copacabana) - 01 DVD
2002 - O Fim e o Princípio - Eduardo Coutinho (retrato de um sitio na Paraíb) - 01 DVD
2004 - Peões - Eduardo Coutinho - 01 DVD
2005 - O Fim e o Princípio - Eduardo Coutinho - 01 DVD
2005 - Notícias de uma Guerra Particular - Eduardo Coutinho
2007 - Jogo de Cena - Eduardo Coutinho - 01 DVD













[DVD] Curta: Clandestina Felicidade / Clarice Lispector

Título: Clandestina Felicidade
Lançamento: 1998
Direção: Beto Normal, Marcelo Gomes
Duração: 15 min
Roteiro: Beto Normal e Marcelo Gomes
Produção: Alcir Lacerda
Fotografia: Jane Malaquias
Elenco: Luisa Phebo, Nathalia Corinthia, Luci Alcântara







INFO:
Felicidade Clandestina é uma reunião de escritos de Clarice, classificados como contos, em que a escritora emprega o processo narrativo do fluxo da consciência, que é o rompimento dos limites de espaço e de tempo. O pensamento fica solto. Pequenos fatos exteriores provocam uma longa viagem abstrata das idéias, sem se basear numa estrutura seqüencial da narração.
Ela faz os personagens viverem o processo chamado de “epifania”, ou seja, revelação. Em outras palavras, de repente, diante de ocorrências mínimas, o personagem se descobre e vê revelada uma realidade mais profunda. Muitas vezes, ele mesmo não consegue perceber com clareza que realidade é essa, porém sua vida ou sua visão mudam.
Fragmentos de infância, descoberta do mundo pelo olhar curioso, perplexo e profundo da criança-escritora Clarice Lispector.

Sobre Clarice Lispector...

Clarice LIspector, de tradicional familia judia, nasceu na Ucrânica, e veio para o Brasil aos dois anos de idade, fugindo com os pais das persseguição aos judeus, durante a Guerra Civil Russa de 1918-1921. A literatura brasileira em fase essencialmente regionalista, com personagens contando as dificuldades da realidade social do país, foi surpreendida pela problemática de caráter existencial, completamente inovador de Clarice Lispector com seu estilo solto, elíptico e fragmentário. Publicou seu primeiro romance "Perto do coração selvagem" aos 19 anos, em 1943
e obteve o prêmio da Fundação Graça Aranha de melhor romance de estréia, em outubro de 1944. Além de escritora, Clarice foi colunista do Jornal do Brasil, do Correio da Manhã e Diário da Noite, onde escrevia para um público feminino, e abordava assuntos como dicas de beleza, moda e comportamento. Sua obra foi e é muitas vezeas comparada com as obras de Kafka, Virginia Wollf e James Joyce. Tambem serviu como voluntária na campanha da Itália durante a II Guerra Mundial, no corpo de enfermagem da Força Expedicionária Brasileira.
Clarice começou a escrever literatura infantil quando seu filho de cinco anos, pediu para ela escrever para ele. A partir daí escrevu:

1967 - O Mistério do Coelho Pensante
1968 - A Mulher que Matou os Peixes
1974 - A Vida Íntima de Laura
1978 - Quase de Verdade


“O adulto é triste e solitário.
A criança tem a fantasia solta.”

Publicou os Romances:
1944 - Perto do Coração Selvagem
1946 - O Lustre
1949 - A Cidade Sitiada
1961 - A Maçã no Escuro
1964 - A Paixão segundo G.H.
1969 - Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres
1973 - Água Viva
1977 - A Hora da Estrela
1978 - Um Sopro de Vida (pulsações)

Contos:
1952 - Alguns Contos
1960 - Laços de Família
1964 - A Legião Estrangeira
1971 - Felicidade Clandestina
1973 - A Imitação da Rosa
1974 - A Via Crucis do Corpo
1979 - Onde Estivestes de Noite

Crônicas:
1975 - Visão do Esplendor
1978 - Para não Esquecer

Depois da morte de Clarice Lispector, várias obras pertencentes a ela, foram postas em publicação:
1976 - A Bela e a Fera
1984 - A Descoberta do Mundo
1987 - Como Nasceram as Estrelas
2001 - Cartas Perto do Coração
2002 - Correspondências
2004 - Aprendendo a Viver
2005 - Outros Escritos
2006 - Correio Feminino
2007 - Entrevistas
2007 - Minhas Queridas
2008 - Só para Mulheres


Clarice continua sendo considerada, hermética por
alguns, magistral e luminosa por outros – misteriosa por todos.


Clarice
Veio de um mistério
partiu para outro
ficamos sem saber a essência do mistério
ou o mistério não era essencial.
Essencial era Clarice vagando nele.
Carlos Drummond de Andrade



Adaprtações Para o Cinema:
1982 - Perto de Clarice (Curta)
1985 - A Hora da Estrela
1985 - A Estrela Nua (A Bela e a Fera)
1988 - Clandestina Felicidade
1992 - O Corpo
- Antônio Fagunde, Carla Camurati , de José Antonio Garcia
2007 - De corpo Inteiro - Entrevistas dos anos 70
, Letícia Spiller

[DVD] Filme: Tati A Garota (Aníbal Machado) - 1973

Título: Tati, a Garota
Gênero: Drama Literário
Lançamento: 1973
País: Brasil
Duração: 87 min
Direção: Bruno Barreto
Roteiro: Miguel Borges e Bruno Barreto
Produção: Luiz Carlos Barreto
Elenco: Daniela Vasconcelos, Marcelo CarvalhoHugo Carvana, Wilson Grey, Vanda Lacerda, Zezé Macedo, Fábio Sabag, Dina Sfat



Adaptação da obra de Aníbal Machado

[DVD] Filme: O Menino e o Vento / Aníbal Machado - 1967

Título: O Menino e o Vento
Gênero: Drama Literário
Lançamento: 1967
País: Brasil
Duração: 104 min.
Direção: Carlos Hugo Christensen
Roteiro: Millôr Fernandes e Carlos Hugo Christensen
Distribuição: Art Filmes e Warner Home Vídeo
Elenco: Ênio Gonçalves, Luiz Fernando Ianelli, Wilma Henriques, Odilon Azevedo, Oscar Felipe, Germano Filho, Antonia Marzullo, Antonio Naddeo, Palmira Barbosa, Jotta Barroso, Thales Penna, Miriam Pereira, Armando Rosas, Amíris Veronese

Adaptação da obra de Aníbal Machado




INFO:
Adaptado do conto O Iniciado do Vento. Filmado na cidade de Visconde do Rio Branco em Minas Gerais. Extraído de VHS com excelente imagem(com marca de Auto ntsc)




























Sobre Aníbal Machado...

Aníbal Monteiro Machado trabalhou com os poetas Carlos Drummond de Andrade e João Alphonsus de Guimaraens enquanto era crítico de artes plásticas no Diário de Minas. Depois foi promotor público, primeiro em Minas Gerais, e em seguida no Rio de Janeiro, na época capital do país. Por não se sentir com vocação para a carreira jurídica, deixou a promotoria para ser professor de literatura do Colégio Pedro II. Exercia o magistério paralelamente a um cargo burocrático no Ministério da Justiça, do qual se demitiu diante da movimentação política que resultou na Revolução de 1930.
Começou na literatura quando estudante e, no Rio, ligou-se aos modernistas, com assídua colaboração nos periódicos Revista de Antropofagia, Estética, Revista Acadêmica e Boletim de Ariel.
Eleito presidente da Associação Brasileira de Escritores organizou, com Sérgio Milliet, o 1º Congresso Brasileiro de Escritores, em 1945. Este congresso, ao defender a liberdade democrática, precipitou o fim da ditadura de Getúlio Vargas.
Apesar de sua atuação no meio literário, o primeiro livro, um ensaio sobre cinema, surgiu apenas em 1941, quando já tinha 46 anos. Na ficção, sua estréia em livro foi Vida Feliz, em 1944, seguindo-se Histórias reunidas, em 1955, Cadernos de João, em 1957 e, postumamente, João Ternura, em 1965. Marcou sua presença de destaque no panorama do conto brasileiro com textos antológicos, como Viagem aos Seios de Duília, Tati, a Garota e A Morte da Porta-Estandarte.
Ligado ao teatro, ajudou a fundar vários grupos teatrais, tais como Os Comediantes, o Teatro Experimental do Negro, o Tablado e o Teatro Popular Brasileiro.
Traduziu peças de Anton Checov e Franz Kafka e escreveu a peça O Piano, adaptada da novela de mesmo nome. Por esta peça, recebeu o Prêmio Cláudio de Sousa, da Academia Brasileira de Letras. Também foi condecorado com a Legião de Honra.
Na década de 1960, seus contos A morte da porta estandarte, Tati, a garota e Viagem aos seios de Duília ganharam versões para o cinema, com colaboração do próprio Aníbal nos roteiros. Manoel Carlos adaptou vários contos de sua obra na telenovela Felicidade, exibida pela Rede Globo em 1991.
Teve seis filhas, entre elas a famosa escritora e teatróloga Maria Clara Machado, uma grande cultuadora e guardiã de sua obra.
Aníbal Machado foi também jogador de futebol, e participou do primeiro time titular do Clube Atlético Mineiro, em 1909, entrando para a história do clube por ter marcado o primeiro gol da história do Atlético Mineiro. Jogou por três anos, até se formar em Direito, participando também da diretoria do clube.
Veja mais: wikipedia.org

[DVD] Filme: Tenda dos Milagres - 1977

Título: Tenda dos Milagres
Gênero: Drama Literário
Lançamento: 1977
Pais: Brasil
Duração: 132 min.
Direção: Nelson Pereira dos Santos
Elenco: Hugo Carvana, Sonia Dias, Anecy Rocha, Juárez Paraíso, Jards Macalé, Nildo Parente, Jofre Soares, Nilda Spencer





Adaptação do romance de Jorge Amado...





INFO
Tenda dos Milagres, romance do escritor brasileiro Jorge Amado foi publicado em 1969, e a ação se passa no Pelourinho, na capital da Bahia, Salvador, terra povoada por afro-descendentes, maioria da população local, e fadada ao preconceito mas aguerrida na conquista individual de seu espaço na sociedade.
O candomblé constitui-se em pano de fundo e Pedro Archanjo é o herói mestiço dessa história, mulato com algum estudo, protegido pelo professor da Faculdade de Medicina Silva Virajá. O adversário intelectual de Pedro Arcanjo é Nilo Argolo, provavelmente inspirado na figura do médico e antropólogo brasileiro Nina Rodrigues que ficou conhecido por suas idéias carregadas de preconceitos advindas das teorias de Lombroso e outros. Pedro Archanjo, é inspirado no negro chamado Manuel Querino, que escreveu vários livros de caráter antropológicos e étnicos, como por exemplo um acerca da culinária baiana e, considerado muito importante, outro que traçava a genealogia da elite branca de Salvador, mostrando a sua miscigenação com a raça negra.
Tenda dos Milagres também foi adaptada como minissérie e apresentada pela Rede Globo em 1985














































[DVD] Filme: O Homem do Pau Brasil - 1982

Titulo: O Homem do Pau-Brasil
Gênero: Comédia/ Drama Literário
Lançamento: 1982
Pais: Brasil
Duração: 112 min
Direção: Joaquim Pedro de Andrade.
Roteiro: Alexandre Eulálio/ Oswald de Andrade
Elenco: Miriam Muniz, Grande Otelo, Dina Sfat, Etty Frazer, Othon Bastos, Paulo José, Wilson Grey, Sérgio Mamberti, Antônio Pitanga, Regina Duarte, Flávio Galvão, Cristina Aché, Patricio Bisso, Paulo Hesse, Flávio Galvão





Inspirado na vida e obra de Oswald de Andrade





INFO:
Oswaldo, foi um dos introdutores e grande nome do Modernismo no Brasil, suas ideias influenciaram diversas criações artísticas, na música tropicalista, na poesia concretistase no teatro. Se caracteriza por ser extrovertido e provocador, diferente de seu inseparável amigo, profundo e analítico Mário de Andrade, que ao lado de Oswaldo introduziu e experimentou o movimento modernista, ambos unidos por fortes ideais e uma profunda e duradoura amizade.
Foi um dos introdutores da Semana da Arte Moderna de 1922, que teve uma função simbólica de grande importância na definição da identidade cultural brasileira. Foi contra as formas cultas e convencionais da arte, e introduziu novas idéias futuristas e nacionalista em busca de uma identidade própria e de uma maneira mais livre de expressão, caminhando junto com os movimentos de vanguardas europeias, e marcando uma abertura cosmopolita ao mundo. Um desejo pela experiencia de vários caminhos, sem definição de um unico ideal. A Semana em si, porem, não teve tanta importancia em sua época, somente após sua propagação através do tempo é que os modernistas foram entendidos, respeitados e imortalizados.

"Só não se inventou a máquina de fazer versos — já havia o poeta parnasiano"
“Temos a base dupla e presente —. a floresta e a escola. A raça crédula e dualista e a geometria, a álgebra e a química logo depois da mamadeira e do chá de erva doce...”

Oswald inspirou-se explicitamente em Marx, Freud, André Breton, Montaigne, Rousseau e no futurismo de Marinetti. Escreveu manifestos, e entre eles o do Pau-Brasil que
apresentava uma proposta de literatura vinculada à realidade brasileira, a partir de uma redescoberta do Brasil, tambem foi o autor de várias e incríveis poemas e romances, segue breve lista de suas obras:

1924 - manifestos da Poesia Pau-Brasil
1924 - Memórias Sentimentais de João Miramar
1926 - Pau-Brasil
1927 - Primeiro Caderno do Aluno de Poesia Oswald de Andrade
1928 - Manifesto Antropófago
1933 - Serafim Ponte Grande
1922-1934 - Os Condenados (trilogia)
1934 - O Homem e o Cavalo
1937 - A Morta
1937 - Rei da Vela
1943 - Marco Zero à Revolução Melancólica.
1945 - Cântico dos Pânticos para Flauta e Violão
1945 - O Escaravelho de Ouro
1947 - O Cavalo Azul

Segundo o roterista Alexandre Eulálio: "O Homem do Pau-Brasil é um filme desinibido, provocador, que pretende, ao mesmo tempo, ser festa visual e um esfuziante precipitado de idéias em disparada. Um filme que pode ser visto pelos não-iniciados como uma divertida extravagância erótica-sarcástica, bem como pelos estudiosos e especialistas do tema."


1981 - Festival de Brasilia: Candango de melhor filme e melhor atriz (Dina Sfat)



Retratos de Oswald de Andrade no cinema (em DVD):


1982
- Tabu
1982 - O Homem do Pau-Brasil
1987 - Eternamente Pagu

[DVD] Filme: Cabaré Mineiro - 1980

Título: Cabaret Mineiro
Gênero: Drama
Lançamento: 1980
Pais: Brasil
Duração: 75 min
Distribuição: Embrafilme
Direção: Carlos Alberto Prates Correia
Produção: Nilson Barbosa e Carlos Alberto Prates Correia
Fotografia: Murilo Sallesves
Cenografia: Carlos Wilson
Elenco: Nelson Dantas, Tamara Taxman, Tânia Alves, Helber Rangel, Louise Cardoso, Maria Sílvia, Eliene Narduchi, Luiza Clotilde, Dora Pellegrino, Carlos Wilson, Marujada de Montes Claros e Grupo Corpo de Baile de Belo Horizonte


Adaptação da obra de Guimarães Rosa e Drummond







INFO:
Adaptação no conto Soroco, sua mãe, sua filha, de Guimarães Rosa, públicado em 1962 no livro "Primeiras Estórias"; e inspirado livremente no poema de Carlos Drummond "Cabaré Mineiro", o filme dirigido por um mineiro, e filmado todo no estado de Minas, retrata a cultura de seu povo, e suas belas paisagens, quando em uma viagem de trem, Paixão se aventura pelo Norte de Minas e seus Amores.

Cabaré Mineiro
A Dançarina espanhola de Montes Claros
dança e redança na sala mestiça.
Cem olhos morenos estão despindo
seu corpo gordo picado de mosquito.
Tem um sinal de bala na coxa direita,
o riso postiço de um dente de ouro,
mas é linda, linda, gorda e satisfeita.
Como rebola as nádegas amarelas!
Cem olhos brasileiros estão seguindo
o balanço doce e mole de suas tetas...
Carlos Drummond de Andrade


1981 - Festival de Gramado, RS - Melhor Filme, Melhor Fotografia, Melhor Ator, Melhor Montagem, Melhor Direção, Melhor Trilha Sonora e Melhor Atriz Coadjuvante (Tânia Alves)
1980 - Festival de Brasília 1980 - Melhor Fotografia e Trilha Sonora












































Sobre Carlos Drummond de Andrade...
Mineiro de Itabira, poeta, contista e cronista, viveu entre 1902 e 1987 produziu uma das obras mais significativas da poesia brasileira do século XX. Fundou com Emílio Moura e outros escritores mineiros, o periódico modernista "A Revista". Em 1934 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde assumiu o cargo de chefe de gabinete de Gustavo Capanema, Ministro da Educação e Saúde, que ocuparia até 1945. Durante esse período, colaborou, como jornalista literário, para vários periódicos, principalmente o Correio da Manhã. Nos anos de 1950, passaria a dedicar-se cada vez mais integralmente à produção literária, publicando poesia, contos, crônicas, literatura infantil e traduções.
Drummond, como os modernistas, proclama a liberdade das palavras, uma libertação do idioma que autoriza modelação poética à margem das convenções usuais. Segue a libertação proposta por Mário de Andrade; com a instituição do verso livre, acentua-se a libertação do ritmo. Drummond faz parte, ao lado de Mário de Andrade da corrente mais objetiva e concreta do modernismo.
Tem uma vasta lista de obras publicadas.

Adaptações para o cinema:
1980 - Cabaré Mineiro
2004 - O Vestido

Documentários:
1971 - O Fazendeiro do Ar
2002 - O Poeta de Sete Faces
No Caminho de Drummond - "Mestres da Literatura" - 01 DVD

[DVD] Documentário: Drummond, O Poeta de Sete Faces - 2002

Título: O Poeta de Sete Faces
Gênero: Documentário
Lançamento: 2002
Pais: Brasil
Duração: 94 min
Direção: Paulo Thiago
Produção: Gláucia Camargos
Elenco: Carlos Gregório, Paulo José, Cláudio Mamberti, Leonardo Vieira, Zezé Motta, Antônio Calloni, Othon Bastos, Leonardo Vieira entre outros


DVD - Cor












INFO:
O Documentário narra os passos dados por Drummond em sua bela e longa caminhada. Mostra cenas de peças de teatro e filmes adaptadas de suas obras, expõe fotos de familia, entrevistas e poesias recitadas pelo próprio Drummond e mais um grande time de elenco em um recital repleto de emoção. Um documentário bem completo, sobre quem foi e o que criou Carlos Drummond, bem como a repercussão de sua obra até os dias de hoje.








































Sobre Carlos Drummond de Andrade...
Mineiro de Itabira, poeta, contista e cronista, viveu entre 1902 e 1987 produziu uma das obras mais significativas da poesia brasileira do século XX. Fundou com Emílio Moura e outros escritores mineiros, o periódico modernista "A Revista". Em 1934 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde assumiu o cargo de chefe de gabinete de Gustavo Capanema, Ministro da Educação e Saúde, que ocuparia até 1945. Durante esse período, colaborou, como jornalista literário, para vários periódicos, principalmente o Correio da Manhã. Nos anos de 1950, passaria a dedicar-se cada vez mais integralmente à produção literária, publicando poesia, contos, crônicas, literatura infantil e traduções.
Drummond, como os modernistas, proclama a liberdade das palavras, uma libertação do idioma que autoriza modelação poética à margem das convenções usuais. Segue a libertação proposta por Mário de Andrade; com a instituição do verso livre, acentua-se a libertação do ritmo. Drummond faz parte, ao lado de Mário de Andrade da corrente mais objetiva e concreta do modernismo.
Tem uma vasta lista de obras publicadas.

Adaptações para o cinema:
1980 - Cabaré Mineiro
2004 - O Vestido

Documentários:
1971 - O Fazendeiro do Ar
2002 - O Poeta de Sete Faces
No Caminho de Drummond - "Mestres da Literatura" - 01 DVD

[DVD] Filme: O Vestido / Carlos Drummond - 2004

Título: O Vestido
Gênero: Drama Literário
Lançamento: 2004
Pais: Brasil
Duração: 116 min
Direção: Paulo Thiago
Elenco: Gabriela Duarte, Ana Beatriz Nogueira, Leonardo Vieira, Daniel Dantas, Paulo José, Renato Borghi, Anna Luíza Gonçalves, Lívia Dabarian, Othon Bastos







Adaptação do poema de Carlos Drummond de Andrade






INFO:
O Filme é uma adaptação do poema "Caso do Vestido" de Carlos Drummond de Andrade, uma bela adaptação, onde grandes atores interpretam belos e românticos personagens, em que se encontram a poesia de Drummond, inrrustida na fala e nos atos.
A fala geral dos pesonagens soa como uma reunião de varios versos, de varias partes da carreira deste inesquecível poeta brasileiro.


Trecho final do poema:
mal reparou no vestido
e disse apenas: — Mulher,

põe mais um prato na mesa.
Eu fiz, ele se assentou,

comeu, limpou o suor,
era sempre o mesmo homem,

comia meio de lado
e nem estava mais velho.

O barulho da comida
na boca, me acalentava,

me dava uma grande paz,
um sentimento esquisito

de que tudo foi um sonho,
vestido não há... nem nada.

Minhas filhas, eis que ouço
vosso pai subindo a escada.
Carlos Drummond de Andrade

Sobre Carlos Drummond de Andrade...
Mineiro de Itabira, poeta, contista e cronista, viveu entre 1902 e 1987 produziu uma das obras mais significativas da poesia brasileira do século XX. Fundou com Emílio Moura e outros escritores mineiros, o periódico modernista "A Revista". Em 1934 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde assumiu o cargo de chefe de gabinete de Gustavo Capanema, Ministro da Educação e Saúde, que ocuparia até 1945. Durante esse período, colaborou, como jornalista literário, para vários periódicos, principalmente o Correio da Manhã. Nos anos de 1950, passaria a dedicar-se cada vez mais integralmente à produção literária, publicando poesia, contos, crônicas, literatura infantil e traduções.
Drummond, como os modernistas, proclama a liberdade das palavras, uma libertação do idioma que autoriza modelação poética à margem das convenções usuais. Segue a libertação proposta por Mário de Andrade; com a instituição do verso livre, acentua-se a libertação do ritmo. Drummond faz parte, ao lado de Mário de Andrade da corrente mais objetiva e concreta do modernismo.
Tem uma vasta lista de obras publicadas.

Adaptações para o cinema:
1980 - Cabaré Mineiro
2004 - O Vestido

Documentários:
1971 - O Fazendeiro do Ar
2002 - O Poeta de Sete Faces
No Caminho de Drummond - "Mestres da Literatura" - 01 DVD