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Mostrando postagens com marcador Eduardo Coutinho. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Documentário: O Menino de Brodosqui - 1980

Título: O Menino de Brodosqui
Gênero: Documentário / Reportagem
Duração: 50 min.
Lançamento: 1980
Produção: Globo Repórter
Diretor: Eduardo Coutinho
Narração: Sérgio Chapelin
Consultoria: Projeto Candido Portinari, João Candido Portinari

DVD - COR






INFO:
Produzido especialmente para o Globo Repórter, documentário do grande Eduardo Coutinho, sobre a magistral figura do pintor brasileiro Candido Portinari. O formato é a reportagem, com entrevistas e depoimentos de amigos, familiares e conhecidos que delineiam a personalidade e a história do pintor. Fotos e cenas de arquivo. Interessante análise descritiva e histórica das obras. É um verdadeiro documento sobre a cidade natal do pintor: Brodosqui. Serve tanto para quem quer conhecer mais sobre a obra do pintor, bem como do documentarista Eduardo Coutinho em evolução. Com chamadas de época (Bem Amado, etc.). Raridade exclusiva. Extraído da TV de época. A/V: Excelente.

Obras de Eduardo Coutinho em DVD:

1970 - Faustão
1976 - Seis Dias em Ouricuri (média-metragem) - Eduardo Coutinho - 01 DVD
1978 - Teodorico Imperador do Sertão - Eduardo Coutinho - 01 DVD
1980 - Portinari, O Menino de Brodosqui - Eduardo Coutinho
1984 - Cabra Marcado Para Morrer - Coutinho (João Pedro Teixeira, lider sindical) - 01 DVD
1987 - Santa Marta
1993 - Boca de Lixo - Eduardo Coutinho
1999 - Santo Forte - Eduardo Coutinho - 01 DVD
2000 - Babilônia 2000
2002 - Edifício Master - Eduardo Coutinho (o cotidiano em um edificio de Copacabana) - 01 DVD
2002 - O Fim e o Princípio - Eduardo Coutinho (retrato de um sitio na Paraíb) - 01 DVD
2004 - Peões - Eduardo Coutinho - 01 DVD
2005 - O Fim e o Princípio - Eduardo Coutinho - 01 DVD
2005 - Notícias de uma Guerra Particular - Eduardo Coutinho
2007 - Jogo de Cena - Eduardo Coutinho - 01 DVD













[DVD] Documentário: Teodorico, Imperador do Sertão - 1978

Título: Teodorico, O Imperador do Sertão
Gênero: Documentário
Lançamento: 1978
Pais: Brasil
Duração: 64 min
Direção: Eduardo Coutinho
Elenco: Theodorico Bezerra
Produção: Globo Repórter Documento

DVD - COR

INFO:
Documentário sobre o personagem major Theodorico Bezerra, "senhor de escravos do século XX", que aceita televisionar a maneira que vive, rege sua propriedade e seus subordinados. Dirigente político local, latifundiário, Theodorico possui uma face humana magnífica que o leva a assuntos dos mais variados: poligamia, socialismo, moral. Para se ter idéia do poder do homem, Theodorico possui uma "carteira de trabalho" alternativa operando só para seus empregados no interior do sertão. Obra-prima absoluta do diretor expoente do documentarismo nacional Eduardo Coutinho. A/V: Boa. Tv Brasil. Contém apresentação com comentários sobre a obra.







[DVD] Documentário: Seis Dias em Ouricuri - 1976

Título: Seis Dias em Ouricuri
Gênero: Documentário
Lançamento: 1976
Pais: Brasil
Duração: 64 min
Direção: Eduardo Coutinho
Fotógrafo: Edson Santos
Narrador: Cid Moreira
Produção: Globo Repórter

DVD - P&B

INFO:
A/V: Boa. Matriz: Tv Brasil. Extra: Contém comentários de críticos sobre o filme e o diretor.
Depoimento do diretor Eduardo Coutinho, extraído da internet:
"O primeiro documentário que eu fiz no Globo Repórter foi sobre uma seca no Nordeste, Seis dias em Ouricuri; o Armando Nogueira mandou cortar para dez minutos. O Globo Repórter ia ter naquele dia três filmezinhos de dez minutos; eu fiquei louco. Daí insistiram para que ele fosse lá ver, porque não dava para cortar para dez minutos. Ele foi ver, sentou quarenta minutos na moviola. Ele foi lá duas vezes nos seis anos que trabalhei naquela casa, essa foi uma das vezes. Sentou, viu – justiça seja feita, o Armando é jornalista – e disse: “Tem que ir para o ar sem cortar”. Mandou uma garrafa de uísque para a equipe... Foi realmente incrível... Aliás, eu acho que foi aí que realmente vi que só queria fazer documentário, entende? Janeiro de 1976, Ouricuri, Pernambuco, feito em filme reversível, o fotógrafo foi Edson Santos... Agora o genial – e esse é o assunto central aqui – Ouricuri não iria para o ar hoje. O Armando disse que ia para o ar, depois passou pela a censura, não cortaram e foi para o ar. Veja a diferença: nessa altura, nesse filme, nesse caso, a televisão era uma aliada; ela também cortava, mas era uma aliada, inclusive pela coisa prática – tinha um horário a ser preenchido, entende? De 1981 em diante, mudou; deixou de ter o inimigo externo... aí é dentro, entende?

Por que Seis dias em Ouricuri não iria para o ar hoje? É claro, ele envelheceu; muitas coisas desse documentário envelheceram; mas ele tem um plano de três minutos e quinze. Um plano de três minutos e quinze de um cara – que tem uma voz extraordinária, parece um locutor –, um camponês, que conta... Tem quatro raízes na frente dele, ele conta as raízes e diz de cada uma delas o que se pode comer e o que ele comeu, tucunã, batata de mandacaru... três minutos e quinze; ele fica bordando sobre esse tema: “Isso é pra porco; isso é ruim, isso não é tão ruim”. É só isso. Não ia para o ar, hoje não ia para o ar porque – sabe? – ele está tecnicamente, como um professor, dizendo as raízes horríveis que ele come na seca; e todas as raízes têm uma história, a seca de 58, a de 78: “Isso a gente come porque tem precisão de comer, mas nenhum de nós quer comer isso aí”. Três minutos e quinze; não é um plano fixo porque o cara está mostrando raízes desse tamanho, tem pequenas, delicadas diferenças de quadro com a zoom; está certo, o plano muda, mas é um plano de três minutos e quinze, sem cortes. E depois tem mais um plano longo de uns caras que, enfim: comida não tem, aquela fome desgraçada. Um velho - 60, 70 anos - faz um discurso sobre a fome que é absolutamente extraordinário como dor; ele começa a contar e as pessoas consolam com humor, só vendo. É um plano praticamente fixo; fixo; o cara lá, dois minutos, dois minutos e pouco; um plano só. Você consegue isso? Você acha possível que uma televisão aberta ponha um plano de dois ou de três minutos de um cara falando? Não põe! Não põe nem um cara falando num gabinete, imagine um plano em que, além do tempo, um cara fala de fome. O plano é lancinante. O problema é que dura dois, três minutos... Questão estética mesmo...

Mas o que é estética? O que é a fome? É a forma de dizer também, entende? Que é política. Esse é o problema. É isso que me mata, há anos, dizer isso daí. Se você fica só no conteúdo, meu velho... Você pode ter na televisão um programa feito até pela CUT. Mas não é esse o papo. Você pode eventualmente ter uma televisão que admita isso, e diga como ela quer dizer mas dizer como você quer dizer... Sem contar que o repórter como herói pode aparecer mas o repórter-diretor não pode aparecer. Não pode revelar os segredos, entende? Tudo o que revela que o que estamos vendo é uma filmagem é insuportável, é inaceitável. Tem que ter esse padrão de naturalismo. Plano de dois minutos, não pode. Ninguém fala mais de trinta segundos, não é? Está cada vez pior, hoje não tem plano nem de oito segundos, não tem. Plano fixo de oito segundos é inconcebível, não só para o Jornal Nacional, estou falando de reportagem maior; é inconcebível. O institucional é assim também, planos de quatro segundos é muito difícil, de oito é inconcebível..."

[DVD] Filme: Faustão - 1971

Título: Faustão
Gênero:
Cangaço / Aventura
Lançamento:
1971
Duração:
103 min.
País:
Brasil
Direção:
Eduardo Coutinho
Produção:
Leon Hirszman
Música: Eduardo Coutinho
Argumento:
Eduardo Coutinho e Armando Costa
Elenco:
Eliezer Gomes, Jorge Gomes, Anecy Rocha, Gracinda Freire, José Pimentel, Valquíria Mamberti, Roberto Ney, Antônio Albuquerque, Taise Costa, Cosme dos Santos, Valquíria Mamberti, Roberto Ney, Rubens Teixeira, Samuca, Leandro Filho, Cleiton Feitosa, Chico Couro, Damião José, Josué Euzébio, Laércio Alves, Paulo Guimarães, Kátia Mesel, Maria Áurea, José Cláudio, Walter Mendes, Rafael dos Santos...

Adaptação das obras Falstaff e Henrique IV de William Shakespeare...



INFO:
"Henrique, filho do coronelPereira, é salvo pelo cangaceiro Faustão, um negro feroz egeneroso, beberrão e amante das mulheres, quando o rapazé atacado pelos jagunços do Coronel Araújo, inimigo tradi-cional de sua família. Faustão estipula um resgate para orapaz, mas desiste, resolvendo adotá-lo. Henrique desenvol-ve o conhecimento da vida de cangaceiro no bando de Faustão.Os companheiros deste são todos dizimados pelo Coronel Araújo e por seu capanga Anjo Lucena. Sobram apenas Faustão, Henrique, Silêncio e Ponto Fino. A chance da desforra surgecom o ataque do coronel Araújo à fazenda do coronel Perei-ra. Faustão luta ao lado deste, mata o coronel Araújo, masperde, para sempre, seus amigos Silêncio e Ponto Fino. Ocoronel Pereira também morre, e Henrique assume o controle da fazenda e casa com sua antiga namorada, Vaninha.Os caminhos dos dois ex-amigos agora são diversos. Faustãoforma novo bando e é perseguido pela volante do agora coro-nel Henrique. No final, os dois têm de se enfrentar em duelo,onde nenhum pode sair vitorioso." Informações extraídas de: Dicionário de Filmes Brasileiros, de Antônio Neto. Matriz: TV Cultura. Raridade. A/V: Boa.

[DVD] Filme: Dona Flor e Seus Dois Maridos - 1976

Título: Dona Flor e Seus Dois Maridos
Gênero: Drama/ Comédia
Lançamento: 1976
Pais: Brasil
Duração: 120 min.
Direção: Bruno Barreto
Roteiro: Eduardo Coutinho e Leopoldo Serran
Produção: Luiz Carlos Barreto, Newton Rique e Sr
Música: Chico Buarque e Francis Hime
Direção de Arte: Anísio Medeiros
Elenco: Sônia Braga, José Wilker, Mauro Mendonça, Deborah Brillanti, Nélson Xavier, Rui Resende, Mário Gusmão, Nélson Dantas, Nilda Spencer, Betty Lago, Betty Faria, Cláudio Mamberti, Marta Anderson, Mara Rúbia



Adaptação da obra homônima de Jorge Amado.






1977 -
Festival de Gramado, RS - Melhor Diretor (Bruno Barreto) e Melhor Trilha Sonora (Francis Hime)



[DVD] Lista: Eduardo Coutinho

Eduardo Coutinho


Acervo pessoal de filmes em DVD, disponíveis para intercâmbio.

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Filmes longa-metragem
(como diretor)
1968 - O Homem que Comprou o Mundo

Globo Reporter

Documentários
1984 - Cabra Marcado Para Morrer (VHS)
1987 - Santa Marta [Média-metragem]
1993 - Boca de Lixo [Média-metragem]
1999 - Santo Forte
2000 - Babilônia 2000
2002 - Edifício Master
2004 - Peões - Eduardo Coutinho
2005 - O Fim e o Princípio (02 DVDs)
2007 - Jogo de Cena
2010 - Moscou

Filmes longa-metragem (como roteirista)
1965 - A Falecida (Leon Hirszman)
1973 - Os Condenados (Zelito Vianna)
1976 - Dona Flor e Seus Dois Maridos (Bruno Barreto) Jorge Amado