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Mostrando postagens com marcador Carlos Hugo Christensen. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Filme: Mãos Sangrentas - 1955

Título: Mãos Sangrentas
Gênero: Ação / Drama
Lançamento: 1954
País: Brasil
Direção: Carlos Hugo Christensen
Produção: Maristela
Elenco: Arturo de Cordova, Tônia Carrero, Carlos Cotrim, Heloisa Helena, Sadi Cabral, Lisete Barros, Armando Louzada, Antonia Marzulo, Jackson de Souza, Lídia Matos, Agostinho Pereira, Alan Lima, Alcebíades Ghiu, Arnaldo Montel, Aureliano Santos, Aurélio Teixeira, Cirilo Decosta, Claudiano Filho, Costinha, De Carambola, Edson V.Boas, Gilberto Marinho, João Zacarias, José Policena, Manoel Pêra, Maurício Dias, Milton Leal, Milton Marcos, Osvaldo Louzada, Paulo Montel

DVD - PeB

INFO:
Narrativa da rebelião que aconteceu na Ilha Anchieta em 1952.
Segundo o livro “Ilha Anchieta - Rebelião, Fatos e Lendas”, do Tenente Samuel Messias de Oliveira, em 1908, foi inaugurada a Colônia Correcional do Porto das Palmas, destinada a recolher os homens considerados vadios, transformada em presídio político, em 1930. Em 1934, passou a chamar-se Ilha Anchieta e, em 20 de junho de 1952, foi palco da mais sangrenta rebelião de presos, culminando com mortes desnecessárias, que trazem muita tristeza aos corações dos sobreviventes do triste episódio que abalou o mundo. De 1952/55, sediou um fórum para julgar os prisioneiros capturados; em 1997, foi criado o Parque Estadual da Ilha Anchieta (PEIA), com a finalidade de preservar as instalações históricas para pesquisas culturais.
A Ilha de Anchieta é localizada em Ubatuba litoral norte do estado de São Paulo, ponto turístico histórico e natural.
O filme foi gravado da Cultura ciom legenda em Italiano.


Arturo de Cordova







Arturo de Cordova

[DVD] Filme: Crônica da Cidade Amada - 1965

Título: Crônica da Cidade Amada
Gênero: Drama/Comédia
Duração:
110 min
Lançamento: 1965
País:
Brasil
Direção:
Carlos Hugo Christensen
Roteiro:
Millôr Fernandes
Narração: Paulo Autran

DVD - Cor 

Adaptação de crônicas de vários escritores brasileiros




INFO:
 
O filme relata onze situações e histórias inspiradas na vida carioca, com narração de Paulo Autran, que recita trechos de textos dos cronistas brasileiros: Manuel Bandeira, Pedro Bloch, Carlos Hugo Christensen, Carlos Drummond de Andrade, Millor Fernandes, Orígenes Lessa, Paulo Mendes Campos, Dinah Silveira de Queiroz, Paulo Rodrigues, Fernando Sabino.
É o ultimo filme da trilogia carioca de Carlos Hugo
Christensen, que começou em 1957 com "Meus amores do Rio" , seguido de "Esse Rio que eu amo" em 1961 e finalmente "Crônica da cidade amada".
O filme é apresentado em capítulos, que são as crônicas:

"O Índio"

com: Procópio Ferreira e Magalhães Graça 

"Iniciada a Peleja"
com: Jardel Filho, Ziembinski, Thaís Moniz Portinho, Milton Carneiro, Jota Barroso
"O Homem Que Se Evadiu"
Artur Semedo, Márcia de Windsor, Leilany Fernandes, Fernando Pereira, Moacyr Deriquém
"Um Pobre Morreu"
com: Grande Otelo e Eliezer Gomes
"Aparição"
com: Pepa Ruiz, Sérgio de Oliveira, Hamilton Ferreira, Ana di Pardo
"Receita de Domingo"
com: Oscarito, Liana Duval, Millor Fernandes, Deborah Rubinstein, Luiz Viana
"A Morena e o Louro"
com: Ismália Penna, Armando Nascimento, Oswaldo Louzada, Janira Santiago, Monah Delacy
"O Mal-Entendido"
com: José C. Correia, Lúcio Pereira, Germano Filho, Adalberto Silva
"O Pombo Enigmático"
com: Lita Palacios, Mário de Lucena, Ricardo de Luca, Otávio Cardoso
"Aventura Carioca"
com: Vagareza, Ambrósio Fregolente, Cecil Thiré, Manoel Vieira
"Luzia"
com: Jayme Costa, Duarte de Moraes, Siwa Castro, Moacyr Deriquén





"O Índio"  (Nota Falsa)


Procópio Ferreira
Magalhães Graça
Procópio Ferreira e Magalhães Graça

"Iniciada a Peleja" (Ouvindo o jogo de futebol em uma reunião)

 
Jardel Filho

Ziembinski, Milton Carneiro, Jota Barroso
Jardel Filho
Ziembinski
"O Homem Que Se Evadiu"

Artur Semedo
Márcia de Windsor
"Um Pobre Morreu"

Grande Otelo e Eliezer Gomes

"Aparição"

Pepa Ruiz
"Receita de Domingo"

Oscarito



"A Morena e o Louro"

 
Ismália Penna

Monah Delacy
"O Mal-Entendido"


"O Pombo Enigmático" (o diálogo entre a namorada que espera e o namorado atrasado é transferido para os pombos)



Lita Palacios
"Aventura Carioca"
Manoel Vieira
Vagareza
Cecil Thiré
Ambrósio Fregolente

Vagareza e Cecil Thiré
"Luzia"

Siwa Castro e Jayme Costa

[DVD] Filme: Viagem aos Seios de Duília - 1964

Título: Viagem aos Seios de Duília
Gênero: Drama Literário
Lançamento: 1964
País: Brasil, Portugal
Duração: 105 min
Direção: Carlos Hugo Christensen
Parceria na Adaptação: Orígenes Lessa
Elenco: Rodolfo Mayer, Nathália Timberg, Oswaldo Louzada, Lícia Magna, Sara Nobre, Isolda Cresta, Rosa Sandrini, Mauricio Loyola, José Policena, Otávio Cardoso

DVD - P&B





Adaptação da obra de Aníbal Machado





INFO:
Viagem aos Seios de Duília, é um conto do escritor mineiro Aníbal Machado, conto este que na opinião dos críticos, não é só apenas um dos maiores contos brasileiros, como tambem merece figurar entre os maiores do conto universal. Anibal Machado soube, com rara sensibilidade, demonstrar um homem se defrontando com a aposentadoria e a necessidade de criar novo horizonte para o desenrolar do cotidiano no conto Viagem aos seios de Duília.
José Maria tem de se acostumar a uma nova realidade, contudo, os trinta e seis anos vividos na repartição, com a vida marcada pelos horários e inquietações do funcionário, deixam o personagem perdido e com a sensação de que perdeu o dom de viver.

“Debruçado na janela, José Maria olhava para a cidade embaixo e achava a vida triste. Saíra na véspera o decreto de aposentadoria. Trinta e seis anos de repartição.
Interrompera da noite para o dia o hábito de esperar o bondezinho, comprar o jornal da manhã, bebericar o café na Avenida, e instalar-se à mesa do Ministério, sisudo e calado, até às dezessete horas. Que fazer agora?
Não mais informar processos, não mais preocupar-se com o nome e a cara do futuro Ministro”
Aníbal Machado - fragmento

Carlos Hugo Christensen, três anos após a realização deste filme, adaptou outra obra de Aníbal Machado para o cinema, "O Menino e o Vento". Christensen cineastra Argentino, após desilusões no seu país de origem, descobre primeiramente as belezas do Rio de Janeiro, e produz a trilogia em homenagem ao Rio, logo após e meio que simultaneamente leva às telas do cinema as belezas do estado de Minas, com as adaptações de Aníbal Machado.

1965 - Troféu "Dedo de Deus" I Festival de Cinema de Terezópolis - RJ
1965 - Prêmio "Governo do Estado da Guanabara" - Melhor Filme
1965 - "Prêmios de Cinema do IV Centenário" - RJRJ
1965 - Prêmio "Governador do Estado de São Paulo" - Melhor Ator (Rodolfo Mayer)








































Veja Outras Adaptações da obra de Anibal Machado para o Cinema:
1967 - O Menino e o Vento - Dir. Carlos Hugo Christensen
1973 - Tati, A Garota - Dir. Bruno Barreto

[DVD] Filme: O Menino e o Vento / Aníbal Machado - 1967

Título: O Menino e o Vento
Gênero: Drama Literário
Lançamento: 1967
País: Brasil
Duração: 104 min.
Direção: Carlos Hugo Christensen
Roteiro: Millôr Fernandes e Carlos Hugo Christensen
Distribuição: Art Filmes e Warner Home Vídeo
Elenco: Ênio Gonçalves, Luiz Fernando Ianelli, Wilma Henriques, Odilon Azevedo, Oscar Felipe, Germano Filho, Antonia Marzullo, Antonio Naddeo, Palmira Barbosa, Jotta Barroso, Thales Penna, Miriam Pereira, Armando Rosas, Amíris Veronese

Adaptação da obra de Aníbal Machado




INFO:
Adaptado do conto O Iniciado do Vento. Filmado na cidade de Visconde do Rio Branco em Minas Gerais. Extraído de VHS com excelente imagem(com marca de Auto ntsc)




























Sobre Aníbal Machado...

Aníbal Monteiro Machado trabalhou com os poetas Carlos Drummond de Andrade e João Alphonsus de Guimaraens enquanto era crítico de artes plásticas no Diário de Minas. Depois foi promotor público, primeiro em Minas Gerais, e em seguida no Rio de Janeiro, na época capital do país. Por não se sentir com vocação para a carreira jurídica, deixou a promotoria para ser professor de literatura do Colégio Pedro II. Exercia o magistério paralelamente a um cargo burocrático no Ministério da Justiça, do qual se demitiu diante da movimentação política que resultou na Revolução de 1930.
Começou na literatura quando estudante e, no Rio, ligou-se aos modernistas, com assídua colaboração nos periódicos Revista de Antropofagia, Estética, Revista Acadêmica e Boletim de Ariel.
Eleito presidente da Associação Brasileira de Escritores organizou, com Sérgio Milliet, o 1º Congresso Brasileiro de Escritores, em 1945. Este congresso, ao defender a liberdade democrática, precipitou o fim da ditadura de Getúlio Vargas.
Apesar de sua atuação no meio literário, o primeiro livro, um ensaio sobre cinema, surgiu apenas em 1941, quando já tinha 46 anos. Na ficção, sua estréia em livro foi Vida Feliz, em 1944, seguindo-se Histórias reunidas, em 1955, Cadernos de João, em 1957 e, postumamente, João Ternura, em 1965. Marcou sua presença de destaque no panorama do conto brasileiro com textos antológicos, como Viagem aos Seios de Duília, Tati, a Garota e A Morte da Porta-Estandarte.
Ligado ao teatro, ajudou a fundar vários grupos teatrais, tais como Os Comediantes, o Teatro Experimental do Negro, o Tablado e o Teatro Popular Brasileiro.
Traduziu peças de Anton Checov e Franz Kafka e escreveu a peça O Piano, adaptada da novela de mesmo nome. Por esta peça, recebeu o Prêmio Cláudio de Sousa, da Academia Brasileira de Letras. Também foi condecorado com a Legião de Honra.
Na década de 1960, seus contos A morte da porta estandarte, Tati, a garota e Viagem aos seios de Duília ganharam versões para o cinema, com colaboração do próprio Aníbal nos roteiros. Manoel Carlos adaptou vários contos de sua obra na telenovela Felicidade, exibida pela Rede Globo em 1991.
Teve seis filhas, entre elas a famosa escritora e teatróloga Maria Clara Machado, uma grande cultuadora e guardiã de sua obra.
Aníbal Machado foi também jogador de futebol, e participou do primeiro time titular do Clube Atlético Mineiro, em 1909, entrando para a história do clube por ter marcado o primeiro gol da história do Atlético Mineiro. Jogou por três anos, até se formar em Direito, participando também da diretoria do clube.
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