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Mostrando postagens com marcador Aníbal Machado. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Novela Completa: Felicidade - 1991

Título: Felicidade
Tipo: Telenovela Brasileira
Exibição: Rede Globo/1991
Criação: Manoel Carlos
Direção: Denise Saraceni
Elenco:  Maitê Proença, Tony Ramos, Marcos Winter, Laura Cardoso, Edney Giovenazzi, Tatyane Goulart, Eduardo Caldas, Monique Curi, Ariclê Perez, Umberto Magnani, Sebastião Vasconcelos, Esther Góes, Othon Bastos, Herson Capri e Vivianne Pasmanter

Completa em 25 DVDs
NÃO LANÇADO - GRAVADO DA TV


A trama gira em torno dos encontros e desencontros de Helena (Maitê Proença) e Álvaro (Tony Ramos), sob adaptação dos contos de Aníbal Machado: Tati, a garota; A morte da porta-estandarte; Viagem aos seios de Duília e O Piano.
O grupo Roupa Nova compôs as músicas Começo, Meio e Fim e Felicidade (tema de abertura) especialmente para a trilha da novela. O cantor Jimmy Cliff compôs a música Peace sob encomenda para a personagem Débora, vivida por Vivianne Pasmanter.




[DVD] Filme: Viagem aos Seios de Duília - 1964

Título: Viagem aos Seios de Duília
Gênero: Drama Literário
Lançamento: 1964
País: Brasil, Portugal
Duração: 105 min
Direção: Carlos Hugo Christensen
Parceria na Adaptação: Orígenes Lessa
Elenco: Rodolfo Mayer, Nathália Timberg, Oswaldo Louzada, Lícia Magna, Sara Nobre, Isolda Cresta, Rosa Sandrini, Mauricio Loyola, José Policena, Otávio Cardoso

DVD - P&B





Adaptação da obra de Aníbal Machado





INFO:
Viagem aos Seios de Duília, é um conto do escritor mineiro Aníbal Machado, conto este que na opinião dos críticos, não é só apenas um dos maiores contos brasileiros, como tambem merece figurar entre os maiores do conto universal. Anibal Machado soube, com rara sensibilidade, demonstrar um homem se defrontando com a aposentadoria e a necessidade de criar novo horizonte para o desenrolar do cotidiano no conto Viagem aos seios de Duília.
José Maria tem de se acostumar a uma nova realidade, contudo, os trinta e seis anos vividos na repartição, com a vida marcada pelos horários e inquietações do funcionário, deixam o personagem perdido e com a sensação de que perdeu o dom de viver.

“Debruçado na janela, José Maria olhava para a cidade embaixo e achava a vida triste. Saíra na véspera o decreto de aposentadoria. Trinta e seis anos de repartição.
Interrompera da noite para o dia o hábito de esperar o bondezinho, comprar o jornal da manhã, bebericar o café na Avenida, e instalar-se à mesa do Ministério, sisudo e calado, até às dezessete horas. Que fazer agora?
Não mais informar processos, não mais preocupar-se com o nome e a cara do futuro Ministro”
Aníbal Machado - fragmento

Carlos Hugo Christensen, três anos após a realização deste filme, adaptou outra obra de Aníbal Machado para o cinema, "O Menino e o Vento". Christensen cineastra Argentino, após desilusões no seu país de origem, descobre primeiramente as belezas do Rio de Janeiro, e produz a trilogia em homenagem ao Rio, logo após e meio que simultaneamente leva às telas do cinema as belezas do estado de Minas, com as adaptações de Aníbal Machado.

1965 - Troféu "Dedo de Deus" I Festival de Cinema de Terezópolis - RJ
1965 - Prêmio "Governo do Estado da Guanabara" - Melhor Filme
1965 - "Prêmios de Cinema do IV Centenário" - RJRJ
1965 - Prêmio "Governador do Estado de São Paulo" - Melhor Ator (Rodolfo Mayer)








































Veja Outras Adaptações da obra de Anibal Machado para o Cinema:
1967 - O Menino e o Vento - Dir. Carlos Hugo Christensen
1973 - Tati, A Garota - Dir. Bruno Barreto

[DVD] Filme: Tati A Garota (Aníbal Machado) - 1973

Título: Tati, a Garota
Gênero: Drama Literário
Lançamento: 1973
País: Brasil
Duração: 87 min
Direção: Bruno Barreto
Roteiro: Miguel Borges e Bruno Barreto
Produção: Luiz Carlos Barreto
Elenco: Daniela Vasconcelos, Marcelo CarvalhoHugo Carvana, Wilson Grey, Vanda Lacerda, Zezé Macedo, Fábio Sabag, Dina Sfat



Adaptação da obra de Aníbal Machado

[DVD] Filme: O Menino e o Vento / Aníbal Machado - 1967

Título: O Menino e o Vento
Gênero: Drama Literário
Lançamento: 1967
País: Brasil
Duração: 104 min.
Direção: Carlos Hugo Christensen
Roteiro: Millôr Fernandes e Carlos Hugo Christensen
Distribuição: Art Filmes e Warner Home Vídeo
Elenco: Ênio Gonçalves, Luiz Fernando Ianelli, Wilma Henriques, Odilon Azevedo, Oscar Felipe, Germano Filho, Antonia Marzullo, Antonio Naddeo, Palmira Barbosa, Jotta Barroso, Thales Penna, Miriam Pereira, Armando Rosas, Amíris Veronese

Adaptação da obra de Aníbal Machado




INFO:
Adaptado do conto O Iniciado do Vento. Filmado na cidade de Visconde do Rio Branco em Minas Gerais. Extraído de VHS com excelente imagem(com marca de Auto ntsc)




























Sobre Aníbal Machado...

Aníbal Monteiro Machado trabalhou com os poetas Carlos Drummond de Andrade e João Alphonsus de Guimaraens enquanto era crítico de artes plásticas no Diário de Minas. Depois foi promotor público, primeiro em Minas Gerais, e em seguida no Rio de Janeiro, na época capital do país. Por não se sentir com vocação para a carreira jurídica, deixou a promotoria para ser professor de literatura do Colégio Pedro II. Exercia o magistério paralelamente a um cargo burocrático no Ministério da Justiça, do qual se demitiu diante da movimentação política que resultou na Revolução de 1930.
Começou na literatura quando estudante e, no Rio, ligou-se aos modernistas, com assídua colaboração nos periódicos Revista de Antropofagia, Estética, Revista Acadêmica e Boletim de Ariel.
Eleito presidente da Associação Brasileira de Escritores organizou, com Sérgio Milliet, o 1º Congresso Brasileiro de Escritores, em 1945. Este congresso, ao defender a liberdade democrática, precipitou o fim da ditadura de Getúlio Vargas.
Apesar de sua atuação no meio literário, o primeiro livro, um ensaio sobre cinema, surgiu apenas em 1941, quando já tinha 46 anos. Na ficção, sua estréia em livro foi Vida Feliz, em 1944, seguindo-se Histórias reunidas, em 1955, Cadernos de João, em 1957 e, postumamente, João Ternura, em 1965. Marcou sua presença de destaque no panorama do conto brasileiro com textos antológicos, como Viagem aos Seios de Duília, Tati, a Garota e A Morte da Porta-Estandarte.
Ligado ao teatro, ajudou a fundar vários grupos teatrais, tais como Os Comediantes, o Teatro Experimental do Negro, o Tablado e o Teatro Popular Brasileiro.
Traduziu peças de Anton Checov e Franz Kafka e escreveu a peça O Piano, adaptada da novela de mesmo nome. Por esta peça, recebeu o Prêmio Cláudio de Sousa, da Academia Brasileira de Letras. Também foi condecorado com a Legião de Honra.
Na década de 1960, seus contos A morte da porta estandarte, Tati, a garota e Viagem aos seios de Duília ganharam versões para o cinema, com colaboração do próprio Aníbal nos roteiros. Manoel Carlos adaptou vários contos de sua obra na telenovela Felicidade, exibida pela Rede Globo em 1991.
Teve seis filhas, entre elas a famosa escritora e teatróloga Maria Clara Machado, uma grande cultuadora e guardiã de sua obra.
Aníbal Machado foi também jogador de futebol, e participou do primeiro time titular do Clube Atlético Mineiro, em 1909, entrando para a história do clube por ter marcado o primeiro gol da história do Atlético Mineiro. Jogou por três anos, até se formar em Direito, participando também da diretoria do clube.
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