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Mostrando postagens com marcador Ruy Guerra. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Filme: A Bela Palomera - A FÁBULA DA BELA PALOMERA - 1987

Título: A Bela Palomera
Gênero: Drama
Lançamento: 1987
País: Brasil
Duração: 84 min
Direção: Ruy Guerra
Roteiro: Ruy Guerra e Gabriel García Márquez
Música :
Egberto Gismonti.
Produção:
Austra-Guerra Filmes
Elenco: Ney Latorraca, Claudia Ohana, Tônia Carrero, Dina Sfat, Chico Díaz, Cecil Thiré e Tonico Pereira


DVD - COR - EXTRAÍDO DE VHS
 INFO:
"No final do século XIX, um almofadinha metido a conquistador, fabricante de cachaça em Paraty, apaixona-se por uma jovem casada. Como ela se dedica a criar pombos-correio, os amantes clandestinos utilizam-se das aves para se comunicar, temendo que a cidade saiba da ligação entre os dois e que o romance tenha um desfecho trágico." (Guia de Filmes da Embrafilmes). Filmado em Paraty - RJ

Com a canção: Balada da bela Palomera  de Ruy Guerra e Egberto Gismonti. Interpretada por Ney Latorraca.















[DVD] Filme: A Queda - 1977

Título: A Queda
Gênero: Drama
Lançamento: 1977
País: Brasil
Duração: 110 min.
Direção e Roteiro: Nelsón Xavier e Ruy Guerra
Produção: Zoom Cinematográfica, Daga e Nelson Xavier Produções
Música: Milton Nascimento e Ruy Guerra
Fotografia: Edgar Moura
Edição: Ruy Guerra
Elenco: Nelsón Xavier, Lima Duarte, Isabel Ribeiro, Maria Sílvia, Hugo Carvana, Paulo César Pereio, Carlos Eduardo Novaes, Ronald Monteiro, Ruy Guerra, Helber Rangel, Álvaro Freire

DVD - COR






INFO:
A subvida dos operários em uma construção de metrô é abalada com a morte de um dos operários, devido à falta de segurança. A empreiteira responsável tenta um suborno da viúva, porém o problema que afeta toda a classe é assumido por um companheiro da vítima. A partir daí desenrola-se uma série de relações entre os empreiteiros e os operários, relações de poder, onde fica claro quem sempe ganha, quem tem mais força!


























































[DVD] Filme: Os Deuses e os Mortos - 1970

Título: Os Deuses e os Mortos
Gênero: Drama
Lançamento: 1970
Duração: 97 min.
País: Brasil
Direção: Ruy Guerra
Roteiro: Flávio Império
Elenco: Othon Bastos, Norma Bengell, Monsueto, Ítala Nandi, Milton Nascimento, Dina Sfat, Nelson Xavier...

DVD - COR







[DVD] Filme: Os Fuzis - 1964

Título: Os Fuzis
Gênero: Drama / Realismo
Lançamento: 1964
Pais: Brasil / Argentina
Direção: Ruy Guerra
Roteiro: Ruy Guerra, Miguel Torres e Pierre Pelegri
Elenco: Átila Iório, Nelson Xavier, Joel Barcellos, Ivan Cândido, Hugo Carvana, Maria Gladys, Paulo César Pereio, Antonio Pitanga, Ruy Polanah, Cecil Thiré, Hugo Kusnetzoff, Billy Davis


INFO:
Até o golpe de Estado de 1964, o Cinema Novo apresentava, em grande número, filmes que
focavam a temática rural. A condição miserável dos camponeses nordestinos embasou a ideologia
da chamada trilogia do sertão: Vidas secas (Nelson Pereira dos Santos, 1963), Deus e o diabo na
terra do sol (Glauber Rocha, 1963) e Os fuzis (Ruy Guerra, 1963).
Apesar de haver entre esses filmes diferenças de enfoque e de estilo, a convergência
temática se concentra na instauração de um projeto nacional no qual o sertão emergia como o
símbolo das contradições e do atraso do país. Ao contrariar a representação conservadora do
sertão, na qual se forja uma recepção cômoda do telespectador frente a situações e personagens
pacíficos, a trilogia compreende o sertão a partir de uma explosiva presença de marginalidade e
de miséria que ameaça e prenuncia a revolução social.

Os conhecimentos sobre o mercado e a frustração de boa parte das propostas do
cinema industrial levam à formulação de novas propostas como alternativas de
produção; são as origens de um novo tipo de cinema independente brasileiro – um
cinema que, contrapondo-se às propostas industriais, é pela primeira vez artesanal,
não apenas por contingência, mas por opção (GALVÃO & SOUZA, 1995, p. 493)

[DVD] Filme: Os Cafajestes - 1962

Titulo: Os Cafajestes
Lançamento: 1962
Pais: Brasil
Direção e Roteiro: Ruy Guerra
Argumento: Miguel Torres
Musica: Luiz Bonfá
Fotografia: Tony Rabatoni
Elenco: Jece Valadão, Norma Bengell, Hugo Carvana, Lucy de Carvalho, Daniel Filho...

DVD - P&B







INFO:
Estréia polêmica de Ruy Guerra como diretor. Atuação marcante de Jece Valadão, que levou até a morte o rótulo de Cafajeste, e show de Norma Bengell. Um Filme marcante para o Cinema Nacional. A/V: Excelente.

























[DVD] Filme: Ópera do Malandro - 1986

Título: Ópera do Malandro
Gênero: Musical
Lançamento: 1986
País: Brasil
Duração: 100 minutos
Direção: Ruy Guerra
Roteiro: Chico Buarque de Hollanda, Orlando Senna e Ruy Guerra.
Música: Chico Buarque
Elenco: Edson Celulari, Cláudia Ohana, Ney Latorraca, Elba Ramalho...
DVD - COR



INFO:
Ópera do malandro [Ruy Guerra, 1986] está inserido em um momento de grande desencanto no cinema brasileiro. Talvez mais do que um desencanto do cinema brasileiro, seja um desencanto da própria sociedade brasileira.
A ditadura militar distendera desde o final da década de 1970 e, em 1984, chegara ao fim. A geração que começara a fazer arte na década de 1980 tinha nascido após o golpe militar e não viveu intensamente as questões do país durante os anos de repressão. A década de 1980 acabou ficando conhecida com a década do desbunde. A enfim-conquistada liberdade de expressão associada ao desejo de não expressar nada extremamente político ou ideológico.
As gerações mais velhas, que vinham fazendo arte já desde os anos da ditadura, por sua vez, vinham solapadas pela experiência por que atravessou o país, com uma baixíssima auto-estima. Brasil, ame-o ou deixe-o. Há um conjunto bastante significativo de filmes da década de 1980 que representa essa postura – um “Brasil: deixe-o”, em favor de uma estética mais internacionalizada do cinema norte-americano, sem tratar diretamente das questões políticas e sociais do Brasil.
Ópera do malandro é talvez o primeiro musical brasileiro de conformação hollywoodiana, isto é, com grandes números coreografados, os próprios personagens cantando diálogos (e não interrupções narrativas para apresentações musicais, como nas chanchadas). No entanto, o protagonista, Max, é um malandro carioca que contrabandeia produtos estrangeiros, em meio às tensões da II Guerra Mundial. Como se dá essa tensão entre uma forma musical clássica estrangeira (levando-se em conta que não se trata de músicas com arranjos orquestrais, a la big band, mas, predominantemente de sambas) com uma narrativa que trata justamente da relação de brasileiro(s) com outros países?

Tela Brasilis - Associação Cultural