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Mostrando postagens com marcador Osmar Prado. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Minissérie: Amazônia, de Galvez a Chico Mendes - 07 DVDs

Título: Amazônia, de Galvez a Chico Mendes
Tipo: Minissérie brasileira
Produção: Rede Globo / 2007
Roteiro:
Glória Perez
Direção
: Marcos Schechtman
Elenco Principal: José Wilker, Alexandre Borges e Cássio Gabus Mendes, Christiane Torloni, Giovanna Antonelli, Vera Fischer, Débora Bloch, Vanessa 

07 DVDs

Adaptação das obras: "Terra Caída" de José Potyguara e "O Seringal" de Miguel Ferrante.

Amazônia foi uma minissérie com contexto histórico bem definido e verídico, que explorou a situação peculiar no território da floresta amazônica com seus imensos seringais para extração da borracha. Composta por um grande e renomado elenco global, a minissérie fez grande sucesso por misturar, situação de guerras e conflitos históricos, com comédia e romance. A trama tem início por volta de 1899, no Acre que vivia uma situação de conflito, pois, apesar de ser território boliviano, fora povoado por brasileiros que migravam do Nordeste atraídos pela exploração da borracha, que estava em sua fase áurea devido à Revolução Industrial. Quando a Bolívia decidiu retomar seu território, almejando justamente o lucro obtido com o látex extraído das seringueiras, o governo brasileiro não se opôs, pois a região, de acordo com o Tratado de Ayacucho, pertencia de fato ao país vizinho. O povo acriano revoltou-se com a situação e seringueiros resistiram à ocupação boliviana, liderados pelo espanhol Luis Gálvez Rodríguez de Arias, interpretado pelo José Wilker. Aborda ainda, a decadência da borracha e por fim a luta do Chico Mendes interpretado por Cássio Gabus Mendes.


José de Abreu "Coronel Firmino Rocha"

José Wilker "Luis Gálvez"

Débora Bloch "Beatriz"



Giovanna Antonelli "Delzuite"

Vera Fischer "Lola"


Werner Schünemann "Rodrigo de Carvalho"

[DVD] Novela: Seu Quequé / Aventuras Amorosas de Seu Quequé - 1982

Título: Seu Quequé / Aventuras Amorosas de Seu Quequé
Tipo: Novela Brasileira
Exibição: TV Cultura - 1982
Roteiro: Wilson Rocha
Direção: Edison Braga
Elenco: Osmar Prado, Solange Theodoro, Regina Dourado, Nice Martinelli

07 DVDs



Adaptação do conto Pensão Riso da Noite (Cerveja, Sanfona e Amor), de José Condé. Primeira adaptação do conto de José Condé, que também foi adaptado em 1984 pela Rede Globo, dando origem à minissérie Rabo de Saia.
Nordeste brasileiro, final da década de 1920. O caixeiro-viajante Ezequias Vanderlei Lins, mais conhecido como Seu Quequé (Osmar Prado), é uma figura simpática, cheia de carisma e um homem íntegro e trabalhador que se dedica ao único código em que acredita: o amor. Ele se entrega a esse sentimento e, como resposta à sua completa dedicação, mantém três esposas, três famílias bem constituídas. Em Caruaru (Pernambuco), Quequé é casado com Eleuzina Lins (Solange Theodoro). Santinha Lins (Regina Dourado) é sua esposa em Penedo (Alagoas). E em Estância (Sergipe), Quequé é marido de Nicinha (Nice Martinelli). Essas três mulheres são seus legítimos rabos-de-saia. Óbvio que umas não sabem das outras, mas com todas ele é feliz e traz felicidade para todas elas.
Sempre vestindo terno de linho, chapéu-panamá, sapato de duas cores e um relógio de bolso, Quequé encarnava o machão brasileiro, mulherengo e falastrão. Mudava de personalidade, caráter e cores das roupas para se apresentar a cada esposa. Ao fazer malabarismos para atender aos desejos da fogosa Eleuzina, ele vestia bege; da aristocrástica Santinha, azul-marinho e preto; e da semi-adolescente Nicinha, branco.
Foi com uma enorme gargalhada que Nicinha conheceu o "Quequezão", os dois tiveram um filho e se tornaram inteiramente felizes. Nicinha é a mais nova das três esposas do caixeiro-viajante. Moleca, livre pela idade, inconseqüência e por uma graciosidade irresistíveis, mistura, em dosagens harmônicas, a inocência com o perigo, a ingenuidade com a feminilidade.
Santinha, a esposa do meio, é a recatada Dona Santa, mulher que enviuvou cedo, absolutamente bela e de origem aristocrática. Pessoa respeitadíssima em Chegança, por seu status, e muito cobiçada por sua beleza, ela é a imagem do recato e da fé, na verdade suas grandes armas de sedução. Recolheu-se em sua viuvez até que conheceu Ezequias, com quem se casou três meses depois e teve mais dois filhos, que cria junto com os dois do primeiro casamento.
Com Eleuzina, a relação é madura, meio maternal, profundamente honesta, na qual o caixeiro-viajante pode se mostrar como é. Pois nela reside a principal referência de Quequé. Alegre, autêntica, vivida, forte, companheira de boemia, é com ela que o caixeiro-viajante se casou primeiro e teve quatro filhos. Ela é uma mulher que o mina com sensualidade e que o ama com proteção.
Se as esposas de Quequé não passam de uma grande fantasia, ou se são aspectos de uma única "mulher ideal", isso não se sabe, o fato é que elas existem e se completam, preenchendo a vida do caixeiro-viajante.
Fonte: Wikipédia