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Mostrando postagens com marcador Jorge Ben. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Musical Infantill: Pirlimpimpim - 1982

Título: Pirlimpimpim
Tipo: Programa Global
Gênero: Musical Infantill:
Exibição: 08/10/1982
Direção: Paulo Netto
Elenco: Aretha Marcos, Ângela Ro Ro, Baby Consuelo, Bebel Gilberto, Dona Ivone Lara, Fábio Júnior, Jorge Ben, Jane Duboc, Moraes Moreira, Ricardo Graça Mello, Zé Ramalho,    Zilka Salaberry, Nelson Camargo


01 DVD - COR


INFO:
Super musical infantil exibido na faixa de programação Sexta Super, às 21h, elaborado em homenagem ao centenário de nascimento do escritor Monteiro Lobato.“Pirlimpimpim” é o pó mágico que levava os personagens do Sítio do Picapau Amarelo, criado por Monteiro Lobato, para fantásticas e inesquecíveis aventuras.
O especial serviu de promoção para o LP lançado pela Som Livre, uma coletânea com canções somente dos grandes cantores e compositores brasileiros, os versos da música de Guilherme Arantes fizeram sucesso entre as crianças: “Pegar carona nessa cauda de cometa/ Ver a Via Láctea/ Estrada tão bonita/ Brincar de esconde-esconde numa nebulosa/ Voltar pra casa/ Nosso lindo balão azul”.... Até hoje este LP sobrevive nos sebos, e estas são consagradas como as melhores canções brasileiras. NÃO LANÇADO. Fonte:  TV. Qualidade A/V: ÓTIMA. Duração 40 min e 30 seg.


Aretha é levada por besouros para um passeio no Sítio do Picapau Amarelo
Aretha Marcos
Visconde de Sabugosa, interpretado por Moraes Moreira
A Boneca Gente, música de Pepeu Gomes e Baby do Brasil: “Ela é feita de pano/ Mas pensa como um ser humano/ Esperta e atrevida/ É uma maravilha/ Emília, Emília”
Narizinho, interpretada por Bebel Gilberto
Narizinho parte em uma fabulosa viagem de balão
Pedrinho (Ricardo Graça Mello), o herói de Aretha, interpreta Ao som de Lindo Balão Azul, de Guilherme Arantes
A canção Pirlimpimpim, de Moraes Moreira e Fausto Nilo foi o tema do programa
Jorge Benjor O Saci no especial do Sítio do Pica Pau Amarelo
Tia Nastácia, Dona Ivone Lara cantando Festa Animada
a boneca Emília, interpretada pela cantora Baby do Brasil a Baby Consuelo
volta para casa ao som de Real Ilusão de Daltony Nóbrega

[DVD] Filme: Xica da Silva - 1976

Título: Xica da Silva
Gênero:
Drama Histórico Literário
Lançamento:
1976
País:
Brasil
Duração: 117 min
Direção: Carlos Diegues
Roteiro:
Antônio Callado e
Elenco:
Zezé Motta, Walmor Chagas, José Wilker, Stepan Nercessian, Altair Lima
DVD - COR

Adaptação da Obra de
João Felicio dos Santos


INFO:

Nos anos 70, são produzidos mais de vinte filmes baseados em fatos históricos, um número superior ao que foi produzido desde o início do cinema entre nós. Questões como a escravatura, a Inconfidência Mineira, a Independência do Brasil, são resgatadas e ressignificadas pela cinematografia brasileira, quase sempre numa tentativa de diálogo com o presente.
É o caso do filme Xica da Silva, de Carlos Diegues, de 1976. Ele é produzido no momento em que começa um lento afrouxamento do regime ditatorial. O próprio cinema nessa fase está transformado, pois ficaram para trás os ardores do Cinema Marginal e do Cinema Novo, bem como a influência mais radical da Tropicália. A busca, agora, é pelo público, o que obriga os diretores a abandonarem o cinema alegórico, de cunho eminentemente político, e partirem para um cinema mais "popular".
Embora a personagem Francisca da Silva realmente tenha existido, durante a segunda metade do século XVIII, no Arraial do Tijuco, Minas Gerais, o filme não pretende ser fidedigno, mas narrar livremente uma versão sobre a vida de Xica da Silva. A mulata era filha do português Antônio Caetano de Sá e da escrava Maria da Costa. Segundo C. R. Boxer;1 ela primeiro se tornou amante de um cavalheiro local, Francisco da Silva Oliveira, e depois do contratador de diamantes e doutor em leis, João Fernandes de Oliveira. Milionário, João Fernandes satisfez todos os desejos de Xica da Silva, mesmo os extravagantes. Sob sua proteção, Xica se tornou a mulher mais respeitada e poderosa do lugar.
Xica da Silva foi a personagem feminina que — ao lado de Florípedes, de Dona Flor e seus dois maridos, e de Solange, de A dama do lotação — marcou época no cinema brasileiro, despertando uma grande atenção do público.
Xica da Silva reatrta a luta do negro escravo contra a aculturação e a dominação do homem branco; em última análise, a luta pela liberdade.
Para muitos Xica da Silva é representada como uma mulher fútil e egoísta, que não tem qualquer pensamento nobre para com os de sua raça. Ao contrário, assimila-se perfeitamente aos brancos, participando do jogo do poder: manda quem pode, obedece quem precisa. Para outros estes atos tornam-se a revanche contra os brancos, o seu momento de desforra contra um sistema opressor. Mudá-lo ela não pode mesmo, por isso age com os brancos da mesma forma que eles agem para com os negros: humilhando-os, colocando-os no seu devido lugar, mostrando quem manda.
Xica, queria a liberdade para realmente se sentir igual aos brancos, mas quando a consegue descobre que as portas da igreja continuam fechadas para ela: não adiantava ser livre, era preciso ser branca. Fica claro que Xica é um personagem vivo e contraditório, e portanto passível de cometer as loucuras que comete.
Xica da Silva é o encontro da liberdade com o instinto aprisionado, o momento em que O conflito entre os impulsos básicos e a civilização é retomado em um ritmo de festa carnavalesca, com utilização dos recursos da sátira, sem esquecer a irreverência e a ironia.
A Canção Xica da Silva é composta e interpretada por Jorge Ben.
Extraído de VHS, excelente qualidade.