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Mostrando postagens com marcador Carlos Coimbra. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Filme: Cangaceiros de Lampião - 1967

Título: Cangaceiros de Lampião
Gênero: Ação / Cangaço
Lançamento: 1967
País: Brasil
Duração: 105 min.
Direção e Roteiro: Carlos Coimbra
Assistente: Fauzi Mansur
Produção: Osvaldo Massaini
Elenco: Milton Rodrigues, Vanja Orico, Maurício do Valle, Milton Ribeiro, Jacqueline Myrna, Antônio Pitanga, David Neto, Walter Seyssel, Geraldo Gamboa, Sady Cabral, Aloísio de Castro, Celeste Aida, Dantas Filho, Durvalino de Souza, Fauzi Mansur, Cristina Aubry, Gabriela Gil, Yola Maia, George Pfister...

DVD - P&B


INFO:
Basta olhar a ficha técnica e ver as figuras por trás deste excelente material: Milton Ribero, Massaini, Fauzi Mansur e Carlos Coimbra, este último, o introdutor da temática Cangaço no Cinema Universal e mestre dos filmes de ação no Brasil. Este é um genuíno Nordestern, aqueles filmes cheios de ação e bala, bang-bang tupiniquim em pleno sertão do nordeste, em clima de guerrilha, vingança, assassinato e estupro no ar. Matriz: Canal Brasil. A/V: Média.

[DVD] Filme: A Morte Comanda o Cangaço - 1960

Título: A Morte Comanda O Cangaço
Gênero: Aventura/ Cangaço
Lançamento: 1960
País: Brasil
Duração: 100 min.
Direção: Carlos Coimbra
Roteiro: Walter Guimarães Motta e Francisco Pereira da Silva
Produção: Walter Guimarães Motta
Fotografia: Tony Rabatoni
Musica: Enrico Simonetti
Elenco: Alberto Ruschel, Milton Ribeiro, Aurora Duarte, Ruth de Souza, Leo Avelar, Edson França, Lyris Castellani








INFO:
Sucesso de crítica e de bilheteria "A Morte Comanda o Cangaço" é considerado um dos melhores filmes do gênero, poucos anos após o grande sucesso de "O Cangaceiro - de Lima Barreto" o gênero do cangaço ja se consolidava no cinema brasileiro, e fazia por aqui a vez dos faroestes americanos. Alberto Ruschel, que desde 1947 fazia filmes pela Atlântida, contracenou pela primeira vez com Milton Ribeiro e praticamente inaugurou o gênero do cangaço em 1951 com "Ângela" fizeram em 1953 "O Cangaceiro" e aparecem em "A Morte comanda o Cangaço", sempre com Milton sendo o mau e Ruschel o galã. Ruschel também fez "A Volta de Jerônimo" em 1981.
"A Morte Comanda o Cangaço" chegou a ser indicado oficialmente pelo Brasil ao Oscar para concorrer na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. É até então o filme de cangaço com mais ação.







































Mais sobre filmes de Cangaço...

[DVD] Filme: A Madona de Cedro - 1968

Título: A Madona de Cedro
Gênero: Drama Literário
Lançamento: 1968
País: Brasil
Duração: 99 min
Direção: Carlos Coimbra
Roteiro: Adaptação de Antonio Callado
Elenco: Leonardo Villar, Leila Diniz, Anselmo Duarte, Sérgio Cardoso, Cleyde Yáconis, Jofre Soares, Leonor Navarro, Américo Taricano, Zbigniew Ziembinski

DVD - COR



Adaptação da Obra de Antônio Callado








INFO:
A Madona de Cedro conta a história de um padre que perdeu a fé, se sente cansado, sem perspectivas, com a sensação de ter jogado a sua vida fora mas permanece exercendo suas funções sacerdotais por um sentimento de absoluto despreparo para sobreviver dentro da sociedade, já que não tinha nem mais família.
A ação se passa em Congonhas do Campo, no Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, paróquia do padre infeliz, durante as comemorações da semana santa.

Veja também a adaptação feita pela Rede Globo em 1994:
Minissérie : A madona de Cedro


























Sobre Antônio Callado...

Antônio Callado foi Um Carioca, jornalista, romancista, biógrafo e dramaturgo brasileiro. Militou na imprensa diária no período entre 1937 a 1941, nos jornais cariocas O Globo e Correio da Manhã. Durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou na BBC em Londres. Depois da libertação de Paris, trabalhou no serviço brasileiro da Radiodiffusion française.
Atuou como redator-chefe do Correio da Manhã de 1954 a 1960, quando foi contratado pela Enciclopédia Britânica para chefiar a equipe que elaborou a primeira edição da Enciclopédia Barsa, publicada em 1963. Redator do Jornal do Brasil, cobriu, em 1968, a Guerra do Vietnã.
Em 1974, deu aulas nas universidades de Cambridge, na Grã-Bretanha, e Columbia, nos Estados Unidos. Em 1975, quando trabalhava no Jornal do Brasil, deixou a rotina das redações para dedicar-se profissionalmente à literatura.
Callado estreou na literatura em 1951, sua produção no princípio eram basicamente peças teatrais, todas encenadas com enorme sucesso de crítica e público.
A mais bem sucedida de suas peças foi Pedro Mico, dirigida por Paulo Francis, com o arquiteto Oscar Niemeyer em inusitada incursão pela cenografia, e Milton Moraes criando o papel-título. Foi transformada em filme estrelado por Pelé em 1985. Veja: Pedro Mico - 1985
A produção de romances toma impulso nas décadas de 1960 e 1970, período em que surgem seus trabalhos mais importantes. Alinhado entre os intelectuais que se opunham ao regime militar, tendo por isso sido preso duas vezes, Callado revela em seus romances seu compromisso político, principalmente naquele que muitos consideram o romance mais engajado daquelas décadas, "Quarup"; que em 1989 também foi transformado em filme. Veja: Kuarup - 1989

Bibliografia de Callado:
1951 - O fígado de Prometeu, teatro
1953 - Esqueleto na Lagoa Verde, reportagem
1954 - A assunção de Salviano, romance
1954 - A cidade assassinada, teatro
1955 - Frankel, teatro
1957 - A Madona de Cedro, romance
1957 - Retrato de Portinari, biografia
1957 - Pedro Mico, teatro
1957 - Colar de coral, teatro
1960 - Os industriais da seca, reportagem
1962 - O tesouro de Chica da Silva, teatro
1964 - Forró no Engenho Cananéia, teatro
1965 - Tempo de Arraes, reportagem
1967 - Quarup, romance
1969 - Vietnã do Norte, reportagem
1971 - Bar Don Juan, romance
1976 - Reflexos do baile, romance
1981 - Sempreviva, romance
1982 - A expedição Montaigne, romance
1983 - A revolta da cachaça, teatro, coletânea de 4 peças
1985 - Entre o deus e a vasilha, reportagem
1985 - Concerto carioca, romance
1989 - Memórias de Aldenham House, romance
1993 - O homem cordial e outras histórias, contos
2005 - Antonio Callado, repórter, reportagem

[DVD] Filme: Corisco, o Diabo Loiro - 1969

Titulo: Corisco o Diabo Louro
Gênero: Aventura/ Cangaço
Lançamento: 1969
Pais: Brasil
Duração: 100 min
Direção: Carlos Coimbra
Elenco: Maurício do Valle, Leila Diniz, Milton Ribeiro, John Herbert, Geórgia Gomide, Dionísio Azevedo, Antonio Pitanga, Turíbio Ruiz, Maracy Mello, Tony Vieira, Joffre Soares, Roberto Ferreira, Laura Cardoso, Eduardo Abbas

Adaptação da Obra de
Antônio Amaury de Oliveira





INFO:
Corisco era o apelido do cangaceiro Cristino Gomes da Silva Cleto, foi casado com Sérgia Ribeiro da Silva, alcunha de "Dadá". Corisco era também conhecido como Diabo Louro.Em 1924, Corisco foi convocado pelo Exército Brasileiro para cumprir o serviço militar. Desertou em seguida, no ano de 1926, e tomou a decisão de aliar-se ao bando do cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, apelidado Lampião. Corisco era conhecido por sua beleza, seu porte físico atlético e cabelos longos deixavam-o com uma aparência agradável, além da força física muito grande, por estes motivos foi apelidado de Diabo Louro quando entrou no bando de Lampião.
Corisco sequestrou Sérgia Ribeiro da Silva, a Dadá, quando ela tinha apenas treze anos. Usou da força bruta para que com ele a moça permanecesse, e mais tarde o ódio passou a ser um grande afeto. Corisco ensinou Dadá a ler, escrever e usar armas. Corisco permaneceu com ela até no dia de sua morte. Os dois tiveram sete filhos, mas apenas três deles sobreviveram.
Desentendimentos com o chefe Lampião levaram Corisco a separar-se do bando e a formar seu próprio grupo de cangaceiros, mas isso não afetou muito o relacionamento amigável entre ambos.
Em meados do ano de 1938 a polícia alagoana matou e degolou onze cangaceiros que se encontravam acampados na fazenda Angico, no estado de Sergipe; entre eles encontravam-se Lampião e Maria Bonita. Corisco, ao receber essa notícia, vingou-se furiosamente.
Em 1940 o governo Vargas promulgou uma lei concedendo anistia aos cangaceiros que se rendessem. Corisco e sua mulher Dadá decidiram se entregar mas, antes que isso acontecesse, foram baleados. Dadá precisou amputar a perna direita e Corisco veio a falecer naquele mesmo ano.Com as mortes de Lampião e Corisco, o cangaço nordestino enfraqueceu-se e acabou se extinguindo.
Corisco foi enterrado em Jeremoabo, na Bahia. Depois de alguns dias sua sepultura foi violada, e seu corpo exumado. Seus restos mortais ficaram expostos durante 30 anos no Museu Nina Rodrigues ao lado das cabeças de Lampião e Maria Bonita.
Antônio Amaury de Oliveira - Gente de lampião


Filmes sobre Corisco:
1969 - Deus e o Diabo na Terra do Sol - de Glauber Rocha
Corisco é interpretado por Othon Bastos.
1969 - Corisco o Diabo Loiro - de Carlos Coimbra
Corisco é interpretado por Maurício do Valle
1996 - Corisco e Dadá - de Rosemberg Cariry
Corisco é interpretado por Chico Diaz






















































Sobre Antônio Amaury de Oliveira...

Um dos maiores pesquisadores da vida de Lampião e da história do cangaço, há 60 anos em busca de informações sobre o assunto realizou muitas entrevistas (com pessoas da sociedade, do cangaço e das forças policiais da época e familiares remanescentes). Suas pesquisas minuciosas, diretas, imparciais, fazem-no um autêntico mestre, criterioso e honesto. Nos anos 70, tornou-se conhecido em todo o Brasil ao participar do "Programa 8 ou 800", da TV Globo, respondendo sobre o assunto.

Tem vários livros publicados sobre o assunto, entre eles: “Lampião: Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço”; “Assim Morreu Lampião”; “Lampião: As Mulheres e o Cangaço”; “Gente de Lampião: Dada e Corisco”; “Gente de Lampião: Sila e Zé Sereno”; “De Virgolino a Lampião”; “O Espinho do Quipá” (estes dois últimos em co-autoria com Vera Ferreira, neta de Lampião); “Lampião e Maria Fumaça” (co-autoria com Luiz Ruben F. de A. Bonfim, de Paulo Afonso – BA); “A Medicina e o Cangaço” (em co-autoria com Leandro Cardoso Fernandes, de Teresina – PI).
Seu trabalho mais recente é “Lampião e as Cabeças Cortadas”, também em co-autoria com Luiz Rubem Bomfim (Graf Tech Editora).
Sócio-fundador da União Nacional de Estudos Históricos e Sociais – UNEHS.

Veja Mais: http://sbec-mossoro.blogspot.com

[DVD] Filme: Se Meu Dólar Falasse - 1970

Titulo: Se Meu Dólar Falasse
Gênero: Comédia/ Chanchada
Lançamento: 1970
Pais: Brasil
Duração: 100 min.
Direção e Roteiro: Carlos Coimbra
Produtor: Cinedistri
Elenco: Dercy Gonçalves, Grande Otelo, Borges de Barros, Zilda Cardoso, Milton Ribeiro, Manoel Vieira, Zelia Hoffman, Sadi Cabral, David Cardoso, Leda Lúcia, Norberto Nardone, Miguel Rosemberg, Iroshi Kikuti, Dedé Santana









INFO:
A dona de uma boutique é encarregada, sem saber, de efetuar uma grande transação que envolve 15 mil dólares, o dinheiro vai parar em um lixão e um grupo de mendigos o acha, e então imagine a confusão... com a grande Dercy Gonçalves.














[DVD] Filme: Iracema, A Virgem Dos Lábios de Mel - 1979

Título: Iracema, A Virgem dos Lábios de Mel
Gênero: Drama Literário
Duração:
98 minutos

Lançamento: 1979
País: Brasil
Roteiro: Zé Júnior

Direção:
Carlos Coimbra

Elenco: Helena Ramos, Tony Correia, Francisco di Franco, Carlos Koppa, Alberto Ruschel, Mário Benvenutti Filho, Stael D'Almeida, Alvamar Santos, Ladislene PaulaIlma Conceição, Dina Medeiros, Lourdes de Souza, Lucy Furtado, Domingos Samuel, Francisco Gomes, José Mateus Lopes..




Adaptação da obra de José de Alencar.







INFO:
Iracema é uma adaptação da obra homônima de José de Alencar, publicada em 1865, fazendo parte da trilogia indianista do autor, que começou com O Guarani e terminou com Ubirajara. Uma característica marcante das obras de Alencar é o nacionalismo, tanto nos temas quanto nas inovações no uso da língua portuguesa. Em um momento de consolidação da Independência, Alencar representou um dos mais sinceros esforços patrióticos em povoar o Brasil com conhecimento e cultura próprios, em construir novos caminhos para a literatura no país. O romance conta, de forma quase poética, o amor de um branco, Martim Soares Moreno, pela índia Iracema, a virgem dos lábios de mel e de cabelos mais negros que a asa da graúna e explica poeticamente as origens da terra natal do autor, o Ceará. A relação do casal serve de alegoria para a formação da nação brasileira. A índia Iracema representa a natureza virgem e a inocência, enquanto o colonizador Martim representa a cultura europeia. Da junção dos dois surge a nação brasileira, representada alegoricamente, pelo filho do casal, Moacir ou "filho da dor". Carlos Coimbnra realizou uma adaptção fiel e emocionante.



























[DVD] Filme: Lampião O Rei do Cangaço - 1962

Título: Lampião, o rei do cangaçoGênero: Aventura/ Cangaço
Duração:
100minLançamento: 1964
País: Brasil

Direção: Carlos CoimbraRoteiro: Eduardo BarbosaEstrelando: Leonardo Villar, Milton Ribeiro, Dionísio Azevedo, Glória Menezes, Geraldo Del Rey, Antonio Pitanga, Vanja Orico, Sadi Cabral...
DVD - Cor


Adaptação da obra de
Eduardo Barbosae Nertan Machado.





INFO:
O Cangaço, assim como a Chanchada e o Cinema Novo, é uma das vertentes do cinema nacional, um estilo que predominou no meio durante um certo tempo, começando nos anos 50 com Alberto Ruschel e Milton Ribeiro, e perdurando até os anos 90. Este filme é considerado pela crítica como o mais importante deste ciclo. Seu diretor, Carlos Coimbra, que dois anos antes lançou "A Morte Comanda o Cangaço" sucesso de crítica e público, era na época um dos unicos cineastras brasileiro especializado em ação, e esta especialidade agrada e fica bem evidente em seus filmes. Seu roteiro conta com ingredientes próprios deste ciclo, que foi inaugurado praticamente em 1953 com o filme de Lima Barreto "O Cangaceiro"; uma mistura de bang-bang americano, literatura de cordel e folclóre nordestino. Foi desta mistura que Glauber Rocha tirou a base para "Deus e o Diabo na Terra do Sol" filmado um ano depois e que marca a transição do ciclo do Cangaço, para o ciclo do Cinema Novo. O filme, muito bem específico e realista, sobre Virgulino Ferreira da Silva, o famoso "Lampião", vivido por Leonardo Villar, que liderou um bando de cangaceiros através dos estados do nordeste do Brasil, e que era respeitado e considerado como um herói pelos pobres locais, e como um bandido pelas autoridades. Lampião é uma das figuras mais cinematográficas do Brasil, sendo tema de inumeros filmes brasileiros.
Matriz: VHS. A/V: Boa.

































































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