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Mostrando postagens com marcador Atlântida Cinematográfica. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Filme: Chico Viola Não Morreu - 1955

Título: Chico Viola Não Morreu
Lançamento: 1955
Gênero: Drama / Sertanejo
País: Brasil / Argentina
Produção: Atlântida
Direção: Román Viñoly
Roteiro: Gilda de Abreu
Elenco: Cyll Farney, Eva Wilma, Inalda de Carvalho, Heloísa Helena, Wilson Grey...

DVD - P&B






INFO:
Rei da Voz. Francisco Alves. Chico Viola. Todos esses nomes identificam uma pessoa, um cantor magistral que encantou o público nos anos 30 e 40, com sua potente voz e suas canções de amor, saudade e desilusão. Morto em 1952, ganhou uma cinebiografia pouco tempo depois, em 1955, pela Atlântida, que queria capitalizar em cima desse ícone da música, falecido precocemente num acidente de carro na via Dutra quando voltava de um show em São Paulo, aos 54 anos. (...) Todos conhecem seu sucesso, todos conhecem o Rei da Voz, todos conhecem Francisco Alves. Conheciam, ao menos, em 1955. (...)
Filme de estrutura clássica, narrada a partir de um grande flashback – Chico Viola, no carro, relembra toda sua vida (...) Com roteiro de Gilda de Abreu – que havia emplacado um dos maiores sucessos do cinema brasileiro dez anos antes, com o também musical O Ébrio, com Vicente Celestino. - Gabriel Carneiro, Revista Zingu. Qualidade A/V: Boa.















[DVD] Lista: Ankito

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2006 Carga Pesada - Seriado
2005 Alma Gêmea - Novela
1995 Engraçadinha... Seus Amores e Seus Pecados - Minissérie Completa - 03 DVDs
1990 Beijo 2348/72
1990 O Escorpião Escarlate
1988 O Diabo na Cama
1985 Brás Cubas
1980 Bububu no Bobobó
1980 Marina - Terça Nobre/Caso Especial
1978 A Sucessora - Novela - Compacto - 01 DVD
1976 Ladrão de Bagdá
1969 Deu a Louca no Cangaço
1966 As Cariocas
1961 Um Candango na Belacap
1960 Sai Dessa, Recruta
1960 Vai Que É Mole
1959 Garota Enxuta
1959 Os três Cangaceiros
1959 Pistoleiro Bossa Nova
1959 Quem Roubou Meu Samba?
1958 É de Chuá
1958 E o Bicho Não Deu
1957 Metido a Bacana
1957 Pé na Tábua
1956 De Pernas Pro Ar
1955 Angu de Caroço
1954 Rei do Movimento
1952 É Fogo na Roupa

[DVD] Filme: Poeira de Estrelas - 1948

Título: Poeira de Estrelas
Gênero: Drama Musical
Lançamento: 1948
País: Brasil
Direção: Moacyr Fenelon
Roteiro: Arnaldo de Farias
Produção: Cinédia
Cine Produções Moacyr Fenelon
Elenco: Lourdinha Bittencourt, Emilinha Borba, Colé Santana, Celeste Aída, Darcy Cazarré, Ênio Santos, Valery Martins, Duarte de Moraes, Carlos Barbosa

DVD - PeB






INFO:
Moacir Fenelon de Miranda Henriques interessado desde garoto pelos problemas do rádio e das gravações, formou-se nos Estados Unidos como técnico de som. Consta que escreveu sobre o assunto em revistas de São Paulo, onde se mudou após ser contratado como técnico das gravadoras de discos Columbia e Parlaphan. Com a invenção do cinema sonoro, Luiz de Barros realizou uma experiência por cópia do processo Vitaphone (gravação do som em disco) na comédia ''Acabaram-se os Otários'', filmada em São Paulo. O filme é considerado a primeira produção falada no Brasil. Segundo Luiz de Barros, em depoimentos feitos em 1929, Fenelon trabalhava numa loja de rádios da Rua Direita, sendo contratado por ele para acompanhar as instalações de amplificadores nos cinemas que exibiam o filme sonorizado brasileiro. Esse é o único crédito que ele dá a Fenelon. Para Wallace Downey, que era diretor artístico da Columbia, Fenelon fez a gravação em disco de ''Coisas Nossas'', em 1931. Lançado em novembro daquele ano no luxuoso Cine Rosário, o filme foi um sucesso.

Quando Downey montou a Waldow Filmes no Rio de Janeiro em 1934, Fenelon foi chamado para trabalhar como técnico de som a partir de ''Estudantes'' (1935), já pelo processo Movietone, com o som impresso na película. No ano seguinte, Fenelon desligou-se da Waldow, passando para a Sonoarte como diretor técnico. A empresa era especializada na realização de gravação, regravação, cópia, dublagem e sincronização. Quando Byington e Downey fundaram a produtora Sonofilms, Fenelon foi chamado para ser o técnico de som da nova firma.

Entre 1936 e 1941 realizou a gravação de vários filmes, como ''João Ninguém'', ''Banana da Terra'', ''Futebol e Família'' e ''Aves Sem Ninho''. ele também foi encarregado da dublagem dos filmes de Walt Disney, como ''Branca de Neve e os Sete Anões'' e ''Pinóquio''.

Sua estréia na direção aconteceu em 1940 com ''O Simpático Jeremias'', uma comédia tirada do fecundo autor teatral Gastão Tojeiro. A produção era da Sonofilms. A grande virada na sua vida ocorreu com a idéia da criação Atlântida. Vivia-se um momento de estagnação entre as grandes companhias cariocas: a Cinédia estava quase paralisada; a Sonofilms tinha sofrido um incêndio; e a Brasil Vita Filmes enfrentava problemas com a produção de ''Inconfidência Mineira'', iniciada em 1936.

No início, a Atlântida foi pensada numa sociedade por cotas. Com a dificuldade de levar a cabo sozinho o empreendimento, ele se aproximou dos irmãos Burle, tendo conhecido José Carlos Burle em 1936, quando realizou a sonorização de ''Maria Bonita'', de Julien Mandel. Paulo Burle
tinha fortes ligações com o conde Pereira Carneiro, dono do Jornal do Brasil. Com a associação, fundou-se a Atlântida Empresa Cinematográfica do Brasil S. A., em setembro de 1941, ficando Fenelon com o cargo de superintendente.

A sede foi instalada no prédio do Jornal do Brasil, na Avenida Rio Branco. A produção inicial foi de cinejornais, que tiveram uma longa vida nos cinemas brasileiros. O primeiro projeto de longa-metragem de ficção só se materializou em 1943 com ''Moleque Tião''. A direção foi de Burle, e a Fenelon coube a direção de produção.

Seu primeiro filme na produtora foi ''É Proibido Sonhar'', também de 1943, um fracasso de bilheteria. Seguiram-se ''Gente Honesta'', ''Vidas Solidárias'', ''Fantasma por Acaso'' e Sob a Luz do Meu Bairro''. Fenelon era partidário da produção contínua, pois achava que os filmes de grande bilheteria cobririam o déficit gerado pelos fracassos. A sua idéia era a produção de filmes mais engajados enquanto outros diretores da Atlântida realizavam chanchadas.

Em 1946, o crítico Pedro Lima escreveu que, com o roteirista Arnaldo Farias, Fenelon tinha realizado dois filmes de ''fundo socialista'' (''Vidas Solidárias'' e ''Sob a Luz''). A entrada de Luís Severiano Ribeiro Jr. na Atlântida, em outubro de 1947, motivou a saída do diretor da empresa. Severiano era o maior exibidor do circuito Rio de Janeiro-Nordeste-Norte do Brasil, além de ser distribuidor.

Fenelon fundou sua própria produtora, a Cine Produções Fenelon. Associando-se à Cinédia de Adhemar Gonzaga, realizou cinco co-produções: ''Poeira de Estrelas'', ''Estou Aí'', ''O Homem Que Passa'', ''Todos Por Um e Obrigado, Doutor''. Em 1950, o proprietário da rádio Continental, Rubens Berardo, entrou como sócio da Cine Produções Fenelon, surgindo da associação a produtora Flama Filmes. A Flama Filmes teria dquirido os equipamentos do norte-americano Howard Randall, que pretendia criar a Columbia Pictures do Brasil. A exibição foi assegurada com o circuito Vital Ramos de Castro, o mais popular do Rio e o maior da cidade.
O sistema de financiamento dos filmes era feito pela venda de cotas ao público. A Flama foi inaugurada com o filme ''Milagre de Amor'', em 1951, com direção de Fenelon. Além desse, Fenelon faria outros dois títulos: ''Dominó Negro'', anunciado como o primeiro policial brasileiro, com Paulo Porto e Elvira Pagã, e ''Tudo Azul'', saudado na época como uma inovação no gênero musical. Foi também produtor de ''Agulha no Palheiro'', de Alex Viany.

Fenelon fundou a Associação Brasileira de Cinema (ABC) em 1949. Foi presidente do Sindicato Nacional da Indústria Cinematográfica (1952) e presidente do I Congresso Nacional do
Cinema Brasileiro, realizado no Rio de Janeiro em 1952.
(Enciclopédia do Cinema Brasileiro)


























[DVD] Filme: Aviso aos Navegantes - 1950

Título: Aviso aos Navegantes
Gênero: Comédia / Chanchada
Lançamento: 1950
Duração: 113 min
Direção: Watson Macedo
Estúdio: Atlântida Cinematográfica
Fotografia: Edgard Brasil
Elenco: Oscarito, Grande Otelo, Anselmo Duarte, Eliana Macedo, José Lewgoy, Zezé Macedo, Sérgio de Oliveira, Glauce Rocha, Mara Rúbia, Emilinha Borba, Ivon Cúri, Adelaide Chiozzo, Cuquita Carballo, Rubem Dourado, Emilinha Borba, Juliana Yanakiewa e seu baile, Benê Nunes e sua orquestra, Jorge Goulart, Jayme Ferreira, Quatro Ases e um Coringa, Ruy Rey e sua orquestra...









INFO:
Este filme confirma o status de Watson Macedo como grande realizador do gênero Chanchada. Os números musicais são incluídos de forma natural e simpática. Deliciosamente ingênuo, traz a estrela Eliana (sobrinha de Watson), que canta, dança, briga e interpreta muito bem, com um carisma que a transformou em 'a namoradinha do Brasil'. O número musical de abertura é 'Bate o bumbo Sinfrônio', incluindo depois sucessos famosos como 'Tomara que chova', com Emilinha, um precursor de 'Cantando na chuva'. Ivon Cury faz o papel de um príncipe e canta um de seus números mais famosos: 'C´est si bon'. E tem sempre Oscarito formidável, fazendo um toureiro (afinal, ele é espanhol de nascimento) e uma cubana da Candelária, sem esquecer a tradicional apoteose com samba exaltação e Adelaide e Eliana no clássico 'Beijinho doce'. Enfim, Aviso aos navegantes é uma deliciosa viagem nostálgica." (comentário de Rubens Ewald Filho)






































[DVD] Filme: Álbum de Família - 1981

Título: Álbum de Família Uma História Devassa
Gênero: Drama Erótico
Lançamento: 1981
Pais: Brasil
Direção: Braz Chediak
Atlântida Cinematográfica
Elenco: Marcus Alvisi, Catalina Bonakie, Jose Braulio, Manfredo Colassanti, Rubens Correia, Adriana Figueiredo, Miriam Fischer, Carlos Gregório, Gustavo José, Vanda Lacerda, Dora Pellegrino, David Pinheiro, Lucélia Santos, Dina Sfat, Alba Valeri












INFO:
Família tradicional aparentemente normal é vítima de suas próprias obsessões e taras. Baseado em peça teatral de Nelson Rodrigues. Foi a terceira peça de Nelson, escrita provavelmente com a intenção de faturar na bilheteria. Mas a encenação foi proibida pela censura, que só liberou a peça dezenove anos depois, já no governo militar. O tema subjacente é o incesto. Entre a filha e o pai, entre os filhos e a mãe. Um dos filhos, Nonô, que concretizou o ato, enlouqueceu e fugiu para o mato.Vive lá, como um homem das cavernas, rondando ameaçadoramente a casa dos pais. No final, quando a família desmorona, é com ele que a mãe vai se reunir, no estilo Édipo e Jocasta.





[DVD] Filme: Titio Não é Sopa - 1959

Título: Titio Não é Sopa
Gênero: Comédia
Lançamento: 1959
Pais: Brasil
Duração: 83 min.
Direção: Eurides Ramos
Roteiro: Eurides Ramos e Victor Lima
Estúdio: Altântida Cinematográfica
Distribuição: Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini e Cinedistri
Fotografia: Hélio Barrozo Netto
Elenco: Procópio Ferreira, Eliana Macedo, Ronaldo Lupo, Herval Rossano, Nancy Montez, Afonso Stuart, José Policena, Zélia Guimarães, Sônia Morais, Grijó Sobrinho, Luiz Mazzei, Chiquinho, Wilson Grey





Canções:
Quero beijar-te as mãos
Autor: Arcenio de Faissal, Lourival Carvalho
Intérprete: Anísio Silva

Mamãe eu quero
Autor: Vicente e Calazans, José Paiva
Intérprete: Eliana
Orquestração: Pachequinho

Baiano burro nasce morto
Autor: Waldeck Artur de Macedo
Intérprete: Mário Gordurinha e Tupinambás


























[DVD] Filme: Carnaval no Fogo - 1949

Título: Carnaval no Fogo
Gênero: Chanchada / Comédia / Musical
Lançamento: 1949
País: Brasil
Duração: 97 min
Direção: Watson Macedo
Roteiro: Anselmo Duarte
Elenco: Anselmo Duarte, Eliana Macedo, Grande Otelo, Oscarito, Modesto De Souza, Adelaide Chiozzo, Rocyr Silveira, Jece Valadão, Wilson Grey, José Lewgoy...

DVD - P&B

INFO:

A estória é sobre criminosos estrangeiros que vem ao Rio de Janeiro cometer crimes contra outros turistas. Não esperavam é que os funcionários do hotel em que se hospedam arrumem tantas confusões para o seu lado. Este filme é importante para a história do Cinema Brasileiro e marca uma novidade para a década entrante (50). Parceria histórica de Oscarito e Grande Otelo. Tematiza o carnaval, criminosidade, confusão e musicalidade do carnaval. Contém cenas de apresentações musicais, mas a estória de Anselmo Duarte não sucumbe ante a musicalidade.
Extraído de VHS. A/V: Boa.

"... O Watson queria que eu fizesse com ele o Carnaval no Fogo. Disse que ia ser rápido, divertido. E eu dizendo que não, que Deus me livre, não era cantor nem comediante, mas o Watson insistiu tanto que eu impus uma  condição para topar - disse que só se eu pudesse escrever a história.
Foi o que ocorreu. Vão dizer que é megalomania minha, mas fui quem inventou o formato das chanchadas que se tornou popular nos anos 50. Coloquei no roteiro tudo que eu sentia falta nos filmes carnavalescos. Eles tinha só música e humor, acrescentei suspense, romance e um pouco de consciência social. O watson leu o roteiro e disse que ia ser o pior musical da história..."

"... Quem vê hoje Carnaval no Fogo não imagina tudo que ocorreu durante a filmagem. Eliana, sobrinha do diretor, era uma mulher encantadora, mas tambem triste. Tive casos com muitas companheiras de elenco, mas com a Eliana a relação era fraternal. Ela era a minha irmãnzinha. Eliana não queria ser atriz. Entrou para o cinema pra se distrair, quando ocorreu uma tragédia em sua vida. Estava para se casar, quando o noivo foi baleado e morreu. Preocupado com sua sobrinha favorita, que parecia que ia morrer de amor, o Watson fez dela uma estrela..."

" Na véspera da rodagem da célebre cena em que Oscarito e Grande Otelo parodiam Romeu e Julieta, a mulher do Otelo matou o enteado dele e, em seguida, cometeu suicídio. A tragédia familiar repercutiu como uma bomba no estúdio. O Grande Otelo chegou bêbado para a filmagem. Apesar da dor e do sofrimento, Oscarito e ele fizeram a cena daquele jeito e ela virou um dos pontos altos do humor dos dois. Oscarito e Grande Otelo eram gênios" 

Anselmo Duarte comentando o filme
no livro O Homem da Palma de Ouro