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Mostrando postagens com marcador Elba Ramalho. Mostrar todas as postagens
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[DVD] Filme: República dos Assassinos - 1979

Título: A República dos Assassinos
Gênero: Policial
Lançamento: 1979
Duração: 100 min.
Direção: Miguel Faria Jr.
Roteiro: Aguinaldo Silva
Produtora: Roma Filmes do Brasil
Elenco: Tarcísio Meira, Sandra Bréa, Anselmo Vasconcelos, Silvia Bandeira, José Lewgoy, Tonico Pereira, Ítalo Rossi, Wilson Grey, Flávio São Thiago, Paulo Villaça, Milton Moraes, Vinícius Salvatori, Ivan de Almeida, José Dumont, Lia Soul, Elba Ramalho ...



DVD - COR




INFO:

No Rio de Janeiro, após o golpe de 1964, um grupo de policiais atua como esquadrão da morte. Este grupo de elite foi criado pelo próprio governador do Estado com o apoio do senador Gilberto Martins. O senador é dono de um jornal que dá enorme cobertura às ações de Matheus, um dos chefes do grupo. Matheus tivera um caso com Marlene Graça, atriz e cantora de cabaré que se sente prejudicada pela má reputação do policial. Com dificuldades para conseguir um papel num filme e desiludida com Matheus, que arranjara outra garota, ela entra para uma seita evangélica. O esquadrão da morte com suas execuções sumárias acaba por levantar forte suspeita de um promotor público, que descobre o envolvimento do grupo com extorsão, narcotráfico, roubo e outros crimes.








[DVD] Programa: Geração 80 - GLOBO

Título: Geração 80
Tipo: Programa Dominical
Gênero:
Musical
Exibição:
1982
Apresentação:
Fernando Mansur
Redação:
Wladimir Weltman
Cenografia:
Mauro Monteiro
Produção Musical:
Danilo Granato
Direção Geral:
Alexandre Braz

02 DVDs - COR







INFO:

No programa apresentado nas atrdes de domingo, Kadu Moliterno e Nádia Lippi foram subtituídos pelo DJ Fernando Mansur. Com sorteios de bicicletas CALOI e trilha do Queem. DVD com dois programas completos, entrevistas e intervalos comerciais, chamadas de: DALLAS - Quem atirou em JR?, Fantástico, novela Elas por Elas e Conan o Bárbaro nos Cinemas; com propagandas da Shell e Jeans Pool. Com as apresentações de Marina, Djavan, Blitz, Sandra de Sá e:


Roupa Nova - Clarear /Lumiar
Caetano Veloso - Queixa
Miguel Bosé e as Frenéticas - Tutti-frutti
Baby Consuelo - Telúrica
The Fevers - Elas por Elas
Elba Ramalho - Bate Coração
Roberto Leal - Festa Portuguesa
Amado Batista - Ah! Se eu Pudesse
Alcione - Minha Filosofia
José Augusto - Tudo Deu em Nada
Gilberto Gil - Esotérico (Doces Bárbaros)



Caetano Veloso

Frenéticas e Miguel Bosé

Baby Consuelo

Caetano Veloso

Gilverto Gil

Roberto Leal

[DVD] Filme: Ópera do Malandro - 1986

Título: Ópera do Malandro
Gênero: Musical
Lançamento: 1986
País: Brasil
Duração: 100 minutos
Direção: Ruy Guerra
Roteiro: Chico Buarque de Hollanda, Orlando Senna e Ruy Guerra.
Música: Chico Buarque
Elenco: Edson Celulari, Cláudia Ohana, Ney Latorraca, Elba Ramalho...
DVD - COR



INFO:
Ópera do malandro [Ruy Guerra, 1986] está inserido em um momento de grande desencanto no cinema brasileiro. Talvez mais do que um desencanto do cinema brasileiro, seja um desencanto da própria sociedade brasileira.
A ditadura militar distendera desde o final da década de 1970 e, em 1984, chegara ao fim. A geração que começara a fazer arte na década de 1980 tinha nascido após o golpe militar e não viveu intensamente as questões do país durante os anos de repressão. A década de 1980 acabou ficando conhecida com a década do desbunde. A enfim-conquistada liberdade de expressão associada ao desejo de não expressar nada extremamente político ou ideológico.
As gerações mais velhas, que vinham fazendo arte já desde os anos da ditadura, por sua vez, vinham solapadas pela experiência por que atravessou o país, com uma baixíssima auto-estima. Brasil, ame-o ou deixe-o. Há um conjunto bastante significativo de filmes da década de 1980 que representa essa postura – um “Brasil: deixe-o”, em favor de uma estética mais internacionalizada do cinema norte-americano, sem tratar diretamente das questões políticas e sociais do Brasil.
Ópera do malandro é talvez o primeiro musical brasileiro de conformação hollywoodiana, isto é, com grandes números coreografados, os próprios personagens cantando diálogos (e não interrupções narrativas para apresentações musicais, como nas chanchadas). No entanto, o protagonista, Max, é um malandro carioca que contrabandeia produtos estrangeiros, em meio às tensões da II Guerra Mundial. Como se dá essa tensão entre uma forma musical clássica estrangeira (levando-se em conta que não se trata de músicas com arranjos orquestrais, a la big band, mas, predominantemente de sambas) com uma narrativa que trata justamente da relação de brasileiro(s) com outros países?

Tela Brasilis - Associação Cultural












[DVD] Caso Especial: Morte e Vida Severina - 1977

Título: Morte e Vida Severina
Gênero: Drama / Poético
País: Brasil
Duração: 85 min
Lançamento:
1977
Roteiro e Direção:
Zelito Viana
Elenco: Tânia Alves, José Dumont, Stênio Garcia, Luiz Mendonça, Elba Ramalho, Jofre Soares...

DVD - COR

Adaptação da obra de João Cabral de Melo Neto...





INFO:
Trecho inicial do Poema de João Cabral de Melo Neto, fielmente aplicado no roteiro do filme:
"O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,
deram então de me chamar
Severino de Maria
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria
do finado Zacarias.

Mais isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias
e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.

Como então dizer quem falo
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino
da Maria do Zacarias,
lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.

Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas
e iguais também porque o sangue,
que usamos tem pouca tinta.

E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
e até gente não nascida).

(...)"