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[Livro] Cinema Marginal (1968/1973) - Fernão Ramos

Título: Cinema Marginal (1968/1973); A Representação em seu Limite
Autor: Fernão Ramos
Editora: Brasiliense
Edição: Primeira / 1987
Páginas: 156
















INFO:
Cinema Marginal

- O Cinema e sua necessidade de exibição
- O Cinema Novo: ênfase na produção em detrimento da circulação e exibição
- Cinema de Autor. Percepção do objeto artístico enquanto unicamente produção do artista.
- Uma estética da fome

Glauber Rocha: Revisão Crítica do Cinema Brasileiro. Civilização Brasileira, 1963
Glauber Rocha: Uma Estética da Fome. Revista Civilização Brasileira, 1965

- Uma estética da fome: "(...) por esta definição o cinema se marginaliza da industria porque o compromisso do cinema industrial é com a mentira e a exploração" Glauber Rocha: Uma Estética da Fome.


Joaquim Pedro de Andrade: Crítica e Auto-Crític: O Padre e a Moça. Entrevista à Revista Civilização Brasileira
Jean-Claude Bernardet: Brasil em Tempo de Cinema. Civilização Brasileira, 1966

- Dahl (pg. 25) dimensão política, necessidade economica e de realização pessoal; problema de relação com o público

- Cinema Novíssimo (1966/1967)
- Glauber (pg 27)
- Cinema Novo x Novos Cineastas

- Sganzerla (pg 28)
- Golpe, Tortura Militar e Exílio
- Cinema Novo e o Erotismo; Cinema Marginal e a sexualidade sem culpa
- Grupo paulista e a Boca do Lixo
- BELAIR:  A produtora de Sganzerla e Bressane nos anos 70

- Temas (pg40)
- Manifesto do Cinema Cafajeste
Sganzerla pg 41 e 42

- Carlos Reichenbach e uma fotografia "porca"

- Bandido da Luz Vermelha pg 43
Scan pg 50

- Jairo Ferreira: Udigrudi: Os Marginais do Cinema Brasileiro
- Geraldo Veloso pg. 56
- pg 64
- Pioneiros da Pornochanchada
- pg 68

Filmografia Indicativa do Cinema Marginal


1964 - À Meia-Noite Levarei Sua Alma - José Mojica, Ozualdo Candeias [Cinematográfica Apolo]
1966 - Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver - José Mojica Marins

1967 – Blablablá – Abdrea Tonacci1967 - A Margem - Ozualdo Candeias
1968 - O Bandido da Luz Vermelha - de Rogério Sganzerla
1968 - Hitler no III Mundo / Terceiro - José Agripino de Paula, Jô Soares
1968 – Trilogia de Terror: "O Acordo" de Ozualdo Candeias, "Pesadelo Macabro" de José Mojica e "Procissão dos Mortos" de L.s. Person, Osvaldo de Oliveira, Lima Duarte [SP/Antonio Galante/ Cinematográfica Galasay]
1968 - Viagem ao Fim do Mundo - Fernando Cony Campos, Caetano Veloso (Memórias Póstumas de Brás Cubas) [RJ/Fernando Campos Prod. Cinem.]
1969 – O Anjo Nasceu – Julio Bressane, Hugo Carvana
1969 - Câncer - Glauber Rocha, Odete Lara, Hugo Carvana
1969 - O Ritual de Sádicos (O Despertar da Besta) - José Mojica Marins
1969 - Matou A Familia E Foi Ao Cinema – de Julio Bressane
1969 – Meteorango Kid, Herói Intergaláctico - André Luis Oliveira [Bahia /ALO Prod. Cinem.]
1969 – A Mulher de Todos – Jô Soares, Stênio Garcia, Helena Ignez [SP/Sganzerla Prod. Cinem./Servicine]
1970 - Bang Bang – de Andréa Tonacci
1970 - Barão Olavo, O Horrível - Julio Bressane, Helena Ignez
1970 - Caveira My Friend - Baby Consuelo (Novos Baianos) 
1970 - Copacabana Mon Amour - Rogério Sganzerla, Helena Ignez
1970 - A Família do Barulho - Julio Bressane
1970 – Jardim de Guerra – Paulo Villaça e Hugo Carvana
1970 - Os Monstros de Babaloo - Wilza Carla, Zezé Macedo, Helena Ignez, Betty Farias [RJ /Elyseu Visconti Prod.Cinem.]
1970 - Nosferato no Brasil - Ivan Cardoso - 45 min.[RJ/Super 8]
1970 - O Pornógrafo - João Callegaro, Carlos Reichenbach, Osvaldo de Oliveira, Silvio Renoldi, Stênio Garcia [SP/ Servicine]
1971 - O Capitão Bandeira Contra o Dr Moura Brasil - Antônio Calmon, Hugo Carvana
1971 - Sem essa Aranha - Rogério Sganzerla e Ivan Cardoso, Helena Ignez [RJ/Belair Filmes]
1973 - Rei do Baralho - Julio Bressane e Ivan Cardoso, Grande Otelo, Wilson Grey [RJ/Julio Bressane Prod. Cinem.]
1976 - Assuntina das Amérikas - Luiz Rosenberg - Analu Prestes, Nelson Dantas
1977 - O Vampiro da Cinemateca - Jairo Ferreira, Carlos Reichenbach, José Mojica e Jards Macalé [SP/Super 8]


[DVD] Filme: Pecado na Sacristia

Título: Pecado na Sacristia
Gênero: Drama / Comédia
Lançamento: 1975
País: Brasil
Duração: 84 min
Direção: Miguel H. Borges
Elenco: Roberto Bonfim, Ivan Cândido, Zezé d'Alice, Maurício do Valle, Tina Luisa, Francisco Milani, Ítala Nandi, Wanda Polatchek, Zula

INFO:
Quando Pecado na sacristia estreou (em 1975), o cinema brasileiro atravessava um de seus momentos favoráveis: o número de salas de exibição era quase o triplo do que é hoje, e ainda sobreviviam as da periferia, com seus ingressos mais baratos. As comédias eróticas dominavam o mercado, e os diretores Braz Chediak, Jean Garrett, Alberto Pieralisi, Ody Fraga e Sílvio de Abreu disputavam as maiores bilheterias com os veteranos Mazza ropi e J. B. Tanko (Os Trapalhões). Era um cinema vulgar, porém popular. Entre os campeões daquele ano, apenas Guerra conjugal, de Joaquim Pedro de Andrade, e O casal, de Daniel Filho, se dirigiam ao público mais sofisticado.

Miguel Borges surgiu no Cinema Novo em 1962, num dos episódios de Cinco vezes favela. Logo se afastou do movimento, preferindo abordar o submundo carioca em A canalha em crise, Perpétuo contra o esquadrão da morte, As escandalosas, O último malandro e O caso Cláudia. Alguns desses filmes foram sucesso de crítica ou de público. Borges não dirige desde 1980. Seu cinema pode ser voluntariamente cafajeste, mas sempre será antenado. Sim, porque MB é um autor, mesmo quando trabalha dentro do esquema comercial. E este filme, obra intelectual que corteja o popular, é uma excelente prova disso.

Pecado na sacristia é considerado pela maioria o seu melhor filme. Uma incursão às origens nordestinas, já que o cineasta nasceu no Piauí. Também uma volta às suas raízes cinematográficas, pois é o que ele fez de mais parecido com o Cinema Novo. Lá estão os planos-sequência, os planos gerais, a câmara na mão, a interpretação exacerbada, a ausência do plano/contraplano, as elipses e as alegorias.

A contribuição de Pecado na sacristia para o sobrenatural no cinema brasileiro é a inclusão de entidades do folclore nacional, como a mula-sem-cabeça e a mãe-d’água, distantes da Transilvânia e da palidez dos personagens góticos importados. Uma possibilidade artística muito promissora, mas que, hoje, tantos anos depois, ainda permanece quase inexplorada. Infelizmente.

João Carlos Rodrigues

Ivan Cândido e Maurício do Valle


Maurício do Valle e Ivan Cândido
Francisco Milani e Ivan Cândido
Ivan Cândido e Roberto Bonfim
Francisco Milani e Ivan Cândido
Roberto Bonfim e Francisco Milani

[LIVRO] O Cinema Como Razão de Viver - CARLOS REICHEMBACH

Título:  O Cinema Como Razão de Viver - CARLOS REICHEMBACH
Autor: Marcelo Lira
Coleção Aplauso Cinema Brasil
Editora:
Imprensa Oficial do Estado de SP
Edição: Primeira
Páginas: 350
Estado:
Bem Consevado
ILUSTRADO










pg 73-76

Lembro que o melhor presente que recebi na minha vida foi um mimeógrafo, daqueles antigos a álcool. Me pai me deu quando eu era garoto. Editei muito jornal em casa. Pode-se dizer que eu nasci para ser editor e o cinema foi um desvio de rota. Boa parte da minha geração de diretores, bem como o pessoal do Cinema Novo, veio do jornalismo, do texto escrito. Quando eu entrei na faculdade de cinema São Luis, imaginava que existisse o curso de roterista. Queria escrever para cinema. Eu ja gostava de cinema na adolescência, mas não pensava nunca em ser diretor. Aos nove anos de idade, meus pais eram muito amigos do casal Vera e Oswaldo Sampaio.Ele foi o diretor de Sinha Moça, A Estrada e outros. Meu pai editava uma resvita ligada à cultura chamada Lady. Era uma revista considerada muito adiantada para a época, uma revista para mulheres sem fotonovela, que contratava escritores para fazer os artigos. Nomes como Dinah Silveira de Queirós ou Ernani Donato. Aliás ele lançou várias revistas Seleções durante duas décadas. Em 1956, o Oswaldo adaptou uma novela do Dinah, chamada Jovita, que havia sido publicada na revista Lady, que ele pretendia filmar. O filme acabou não saindo, mas lembro que ele fez uma leitura da adaptação para o meu pai e outros amigos, lá na casa da represa Billings. Eu tinha nove anos de idade e aquela leitura me marcou muito. Fiquei absolutamente fascinado com a construção do roteirocinematográfico; me pareceu uma maneira inovadora de lidar com a literatura. Aos 11 anos, resolvi escrever meu primeiro roteiro. Nem lembro direito do que se tratava, foi meu primeiro texto distribuído em vários cadernos escolares e tambem meu primeiro contato com o "cinema escrito". Ao mesmo tempo, meu pai tambem era ligado à prátic amadora do cinema, tinha uma Câmera 16 mm e filmaa bastante.
Ele fez uma volta ao mundo de navio, com minha mãe, em 1953, e voltou com inúmeros rolos de filme colorido reversível. Usei cenas filmadas por ele em Hong-Kong, Macau e Honolulu no meu longa Alma Corsária. Ampliadas para 35 mm, elas aparecem, por exemplo, naquelas lembranças do chinês, dono da Pastelaria, quando o pianista começou a tocar.


pag 98
Influência Política

Uma coisa que sempre me interessou muito desde a adolescência, foi o pensamento anarquista. Sou filho único e meu pai morreu cedo. Minha mãe é estoniana. Pouca gente sabe disso, mas uma coisa que me marcou muito foi que passei a vida inteira testemunhando ela receber correspondência familiar aberta. A Estônia era um país que fazia parte da União Soviética. As cartas das irmãs e sobrinhas da minha mãe que chegava em casa, eram sempre lidas com antecedência pelos agentes da repressão, tanto da Estônia quanto do Brasil. Certa época da minha vida eu tentei me aproximar do "Partido Comunista"; minha mãe descobriu e ficou dias sem falar comigo.
Em meu filme mais político, Império do Desejo, há um embate entre um anarquista e uma maoísta, onde a moísta fala - entre outras frases problemáticas - a frase dita por Roosevelt quando entregou a Estônia, Letônia e Lituânia para a União Soviética: "Quero beber à saúde da nossa aliança." ... Foi uma satisfação imensa exorcizar essse karma materno em Império do Desejo, o filme que dediquei a Pierre Proudhon: "Toda a propriedade é um roubo!"

pag 103-104

... houve aqueles problemas com a Embrafilme,  a chegada do Collor ao poder e as dificuldades de produção de cinema que se conhece. No início dos anos Collor, eu e outros cinco cineastas fundamos a "Casa de Imagens". Ficamos três anos trabalhando em um projeto de seis filmes de baixo custo, que acabou se tornando modelo no Brasil e na Europa. Desse projeto foram concretizados depois dois filmes: Perfume de Gardênia do Guilherme de Almeida Prado e Loucos Por Cinema, de André Luis de Oliveira, que eram dois dos sócios da produtora. Os outros sócios eram Julio Calasso Jr, Andréa Tonacci, Inácio Araújo e eu. O projeto de seis filmes da Casa de Imagens foi apresentado para investidores internacionais para o que o financiassem baseados na chamada "Lei da conversão da dívida externa". Houve grande interesse e muita conversação. Estávamos prestes a fechar um contrato de financiamento com um banco holandês. Um dia antes de assinar o contrato, a lei da conversão da dívida foi derrubada pelo Congresso. Foi muito azar. Já era uma época bem ruim para fazer cinema no Brasil e ainda acontece isso. Imagine a nossa decepção. Com esse episódio fiquei desencantado em continuar fazendo cinema no Brasil. Decidi que não dava para trabalhar em um país onde as regras do jogo mudam a toda hora. Passei um período inativo, mas descobri que consigo me adaptar rapidamente às constantes mudanças de regras que caracterizam o país. ... Já enfrentei todo tipo de dificuldade para fazer cinema. Pode imaginar a pior coisa que garanto que ja aconteceu comigo.
Meus filmes foram quase todos realizados sob as condições mais adversas. Acho que nada desculpa o "corpo mole", o deixar de produzir. Você deve inventar condições para filmar, seja qual for a situação. É só olhar minha carreira. Quanfo me ofereceram para trabalhar como diretor contratado, trabalhei.

Reichenbach filmando com Helio Nakayama
Sara Silveira e Reichenbach

Reichenbach nas filmagens de Audácia
Neide Ribeiro e Fernando Benini em: A Ilha dos Prazeres Proibídos


[LIVRO] O Que é Cinema - 1985

Título: O Que é Cinema - Coleção Primeiros Passos
Autor: Jean-Claude Bernadet
Editora: Nova Cultura / Brasiliense - SP, 1985
Edição: Primeira
Páginas: 117
Estado: Bem Conservado

















INFO:
O Cinema como "ilusão de verdade" ou "impressão de realidade", força de dominação ideológica e comercial. O desenvolvimento de sua linguagem (D.W. Griffith, Eisenstein, Orson Welles, Buñuel e outros grandes criadores), os vários sistemas de produção e o Star-System. O Neo-realismo e os "cinemas novos". O Cinema no Brasil.

[DVD] Filme: Os Herdeiros - 1970

Título: Os Herdeiros
Gênero: Drama Político
Lançamento: 1970
País: Brasil
Duração: 103 min
Direção: Cacá Diegues
Produção: Carlos Diegues Produções Cinematográficas, Instituto Nacional de Cinema (INC), J.B. Producoes Cinematograficas Ltd
Elenco: Sérgio Cardoso, Paulo Porto, Isabel Ribeiro, Mário Lago, Jean-Pierre Léaud, André Gouveia, Daniel Filho, Wilza Carla, Hugo Carvana, Odete Lara, Nara Leão, Oswaldo Loureiro, Grande Otelo, Anecy Rocha, Caetano Veloso

INFO:
Os Herdeiros segue a vida de personagens ficcionais de 1930 à 1969, Dr. Almeida (Mário Lagos), Jorge Ramos (Sérgio Cardoso), todos eles nitidamente inspirados em nomes da história política brasileira, como Roberto Marinho, Carlos Lacerda e outros, mostrando acontecimentos políticos brasileiros do último século. A estória começa em 1930, com a a"Revolução de 30" (Revolta Tenentista) e o fim da oligarquia do café e o governo do presidente Washington Luis. Getúlio Vargas assume o governo provisório do Brasil. Há algumas elipses mostrando fatos relevantes para a política nacional: 1940, com Getúlio ainda na presidência; 1945, com a queda de Getúlio; 1949, com o presidente Eurico Gaspar Dutra; 1954, com o suicídio de Getúlio; 1960, com a construção da capital Brasília.
Este filme associa a banda sonora com os acontecimentos. Infelizmente, a estória é muito hermética, confusa, datada e aborrecida, com muitas referências ao movimento brasileiro Cinema Novo. Filme essencial para os estudos de cinematografia brasileira.


































[DVD] Filme: A Queda - 1977

Título: A Queda
Gênero: Drama
Lançamento: 1977
País: Brasil
Duração: 110 min.
Direção e Roteiro: Nelsón Xavier e Ruy Guerra
Produção: Zoom Cinematográfica, Daga e Nelson Xavier Produções
Música: Milton Nascimento e Ruy Guerra
Fotografia: Edgar Moura
Edição: Ruy Guerra
Elenco: Nelsón Xavier, Lima Duarte, Isabel Ribeiro, Maria Sílvia, Hugo Carvana, Paulo César Pereio, Carlos Eduardo Novaes, Ronald Monteiro, Ruy Guerra, Helber Rangel, Álvaro Freire

DVD - COR






INFO:
A subvida dos operários em uma construção de metrô é abalada com a morte de um dos operários, devido à falta de segurança. A empreiteira responsável tenta um suborno da viúva, porém o problema que afeta toda a classe é assumido por um companheiro da vítima. A partir daí desenrola-se uma série de relações entre os empreiteiros e os operários, relações de poder, onde fica claro quem sempe ganha, quem tem mais força!


























































[DVD] Filme: Ganga Zumba - 1964

Título: Ganga Zumba
Gênero: Drama
Lançamento: 1964
Duração: 92 min.
Direção: Cacá Diegues
Roteiro: Leopoldo Serran e Rubem Rocha Filho
Elenco: Antonio Pitanga, Léa Garcia, Eliezer Gomes, Luiza Maranhão, Antônio Andrade, Zózimo Bulbul, Jorge Coutinho, Dona Zica da Mangueira, Cartola, Paulo Emílio Sales Gomes, Carmen Lane, Nara Leão, Procópio Mariano, Waldir Onofre, Álvaro Pérez, Ruy Polanah, Tereza Rachel, José Scandal, Rui Solberg, Regina Werneck..

DVD - P&B








INFO:
A mítica trajetória de Sororoba e Ganga Zumba (futuros líderes do Quilombo de Palmares), dois escravos rebeldes que tomando consciência de sua miséria, se associam para resistir à exploração escravocrata, fugindo do trabalho nos canaviais para a Terra Livre de Palmares. Ao mesmo tempo em que acontece a fuga, um agente do Quilombo é enviado para guiar o grupo insurrecto. Os feitores a serviço dos senhores de engenho perseguem os escravos fugitivos, prometendo uma caçada sangrenta. Um conto de resistência, libertação política, terra livre, utopia... Clássico absoluto do Cinema Novo, simplesmente essencial. Nas seções de Cinema nos anos 1960, o CCC (Comando de Caça aos Comunistas) provocou vários disturbios junto as casas exibidoras por causa do conteúdo subversivo. Matriz: Canal Brasil. A/V: Boa.






[DVD] Filme: Lance maior - 1968

Título: Lance Maior
Gênero: Drama Político
Lançamento: 1968
Pais: Brasil
Duração: 90 min.
Direção e Roteiro: Sylvio Back
Fotografia: Hélio Silva
Produção: Maurice Capovilla e Roberto Santos
Produções Cinematográficas Apolo
Alfredo Palácio - A.P. Galante
Paraná Filmes
Elenco: Reginaldo Farias, Regina Duarte, Irene Stefânia, Isabel Ribeiro, Lota Moncada, Lourdes Bergmann, Sérgio Bianchi, Doralice Bittencourt, Maria Rosa Carvalho, Cecília Christo, Édson d'Ávila, Joel de Oliveira, Cristo Dikof, Henrique Gomm, Luiz Hilário, Ileana Kwasinski, Esmeralda Magno, Sônia Mara...


DVD - COR



INFO:
Direção Musical e Violão: Carlos Castilho
Voz: Marília Pêra
Gravação Filmes e Discos Magison
















































 














"A cultura sempre foi uma coisa perigosa para o regime totalitário..." Recorte de jornal cedido pelo amigo Luís Carlos Festl:
Segundo Caderno O Globo - 10.12.1994